Em declarações ao site dos insulares, caracterizou-se como “um jogador de poucas faltas, com uma marcação forte e com um bom passe”.
O Marítimo apresentou Diego Gomes como o novo reforço do clube. O médio brasileiro, de 25 anos e 1,84m, foi formado no Santos e esteve na última época ao serviço do Clube Esportivo Aimoré, onde disputou o Campeonato Gaúcho.


3 Comentários
Knox_oTal
Ridícula a insistência nesta política…
Farinheira
Carlos Pereira volta a fazer das suas. O marítimo deve ser o clube mais atrasado a nível de scouting na 1a liga.
Antonio Clismo
Só quando a Liga tiver 90% de estrangeiros a competir é que a FPF vai fazer alguma coisa…
Sou contra quotas de estrangeiros e quaisquer tentativas de limitar a qualidade dos jogadores, obviamente que todos os jogadores com qualidade devem ser aposta. O problema é que mais de metade destes jogadores não tem o mínimo de qualidade e por vezes até há melhores opções dentro de portas, só que tuga que é tuga só gosta de valorizar o que vem de fora e desvalorizar o que é nacional.
Isto numa Alemanha nunca aconteceria…
Neste momento a Primeira Liga portuguesa tem 513 jogadores inscritos, desses 321 (63%) são estrangeiros e o número tende a aumentar nas próximas semanas.
Já a liga alemã, que é uma liga em que os clubes têm um modelo mais sustentável de gestão e valorização dos seus próprios jogadores, têm uma percentagem bem menor de estrangeiros.
E mesmo a liga espanhola que é uma das duas melhores ligas do Mundo, tem neste momento 545 jogadores inscritos e desses apenas 191 são estrangeiros (35%) e o clubes espanhóis bem que podiam usar e abusar da aposta em jogadores sul-americanos, mas obviamente que não fazem isso da mesma forma com que os portugueses fazem com os brasileiros, pela simples razão de que não é sustentável nem faz evoluir o futebol.
Se tiver qualidade, claro que deve ser aposta, agora se vem para fazer número mais vale não virem. O Marítimo é um clube que está tão habituado à forma de contratar no mercado de transferências que não se apercebe que já não estamos nos anos 90.
O facto do presidente e o director desportivo irem de férias no final de Maio e Junho até ao Brasil ”ver jogadores” e virem de lá com 10 ou 15 nomes é uma prática que não faz qualquer sentido em 2020.