Boa escolha? O Basaksehir esta época voltou a estar perto do título (chegou a ter oito pontos de vantagem à jornada 25, mas acabou por perder novamente para o Galatasaray), pelo que a tarefa de Buruk será levar a formação de Istambul à conquista do campeonato pela primeira vez na sua história após três anos a bater na trave, tendo ainda a hipótese de entrar na fase de grupos da Champions.
O Istambul Basaksehir oficializou a chegada de Okan Buruk, antigo treinador do Rizaspor, para assumir o comando técnico da equipa, sucedendo a Abdullah Avci, que treinará o Besiktas em 2019/20. O conjunto de Istambul terminou o campeonato em 2.º lugar, atrás do Galatasaray, e irá disputar a 2.ª pré-eliminatória da Liga dos Campeões, sendo que Buruk assinou por 2 anos. Na época passada, Buruk levou o Rizespor ao 10.º lugar no campeonato, contando já com passagens também por Akhisar, Goztepe, Sivasspor ou Gaziantepspor.


4 Comentários
Antonio Clismo
A 3 anos do Mundial e a Turquia encontra-se numa fase de transição no seu futebol. Estão cada vez a apostar mais em treinadores nacionais e a sua liga depois de um período de abertura está a fechar-se para dentro cada vez mais. Este Istambul BB é o clube do regime, vai ser uma batalha acesa nos próximos anos entre Galatasaray, Fenerbahce e Besiktas.
Toda uma nova geração está a aparecer na Turquia:
Na baliza Çakir
Defesas como Söyüncü, Ayhan, Çelik, Tasdemir, Demiral ou Kabak.
Meio campo com os já conhecidos Tufan ou Çalhanoğlu, e ainda Yokuşlu, Under (a maior estrela), Yazıcı, Kahveci (das maiores estrelas do Istambul BB), Toköz, Ömür ou Ozkan.
Na frente Dervişoğlu, Unal, Yalçın ou Karaman.
Grande geração que aí vem. A Turquia irá ser certamente uma nação muito competitiva na próxima década.
Goncalo Silva
Já poderia ser atualmente, se jogadores como Emre Mor, Unal, Yokuslu, Ozyakup ou Çalhanoglu atendessem o esperado. Concordo bastante com o teu comentário, apesar de nomes como Çalik, Tasdemir ou Kahveci já poderiam estar um patamar acima do que já estão, estando a ir pelo caminho dos outros referidos acima. O problema da Turquia nunca foi a qualidade individual, mas sim o excesso de conflitos internos e falta de organização (um pouco como a Sérvia ou num patamar maior a Argentina).
Çakir ainda acho curto, espero que apareça alguém melhor. Kabak e Soyuncu prometem muito mesmo, podemos ter aqui uma dupla para 10 anos. Mas para mim as estrelas em ascensão neste país são Under (para mim é já confirmação) e Omur. Depois falta um grande ponta de lança, depois de Burak Yilmaz mais ninguém conseguiu o mesmo impacto. Tosun falhou em toda a linha e Unal pecou em não ter estabilizado numa equipa.
João Lains
E infraestruturas… a quantidade de estádios que a Turquia construiu na última década é absurda. Só desde 2017 até ao final do ano, são 20. Já todas as equipas da I e II renovaram os seus…
Antonio Clismo
Qualidade – check
Infraestructuras – check
Recursos técnicos – ainda longe do nível exigido.