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OFICIAL: O novo clube de Ricardo Oliveira

Imagem: Lance

É o segundo melhor marcador brasileiro ainda no ativo, mas vem de um ano inteiro sem competir.

Ricardo Oliveira vai jogar no São Caetano. O avançado de 41 anos estava sem clube desde o final de 2020, quando abandonou o Coritiba e junta-se agora à formação paulista. Internacional AA em 16 ocasiões, o ponta de lança conta ainda com passagens por Atlético Mineiro, Betis, São Paulo, Santos, Milan, Saragoça, Al Jazira, Al Wasl, Valencia e Portuguesa.

5 Comentários

  • TOPPOGIGGIO
    Posted Janeiro 24, 2022 at 4:36 pm

    Nunca mais me lembrei dele… Bom saber que ainda joga uma peladinha.

  • Joga_Bonito
    Posted Janeiro 24, 2022 at 5:01 pm

    Os jogadores brasileiros acabam todos aos 25 anos…só que não. Também há muitos bons profissionais brasileiros que jogam bem até tarde e parecem ser sempre requisitados. Ricardo Oliveira, Wagner Love, ou os inesquecíveis Zé Roberto e Cafú mostram bem que quem acaba aos 25 anos são as estrelas mais técnicas devido ao estilo de vida excessivo, não é por serem brasileiros. Profissionalismo não tem raça.

    • Af2711
      Posted Janeiro 24, 2022 at 5:29 pm

      O grande mal do brasileiro em si é prender-se à ideia de que a técnica suplanta tudo e acabou. Os grandes jogadores profissionais do futebol brasileiro que fizeram carreira de longevidade na Europa primavam por um estilo de vida adequado. Chegas aos 30 pensando que tens 17 irá morrer para o mais alto nível. Eu não duvidaria que o Neymar regressasse em um ou dois anos ao Brasil, já não parece com cabeça para os grandes palcos.

      • Joga_Bonito
        Posted Janeiro 24, 2022 at 5:41 pm

        Mas isso são os mais técnicos. De modo algum são a maioria. Há muitos brasileiros que se notabilizaram por carreiras bem longas, a ideia do brasileiro que aos 25 anos começa a cair é de quem só repara nas estrelas.

        • Af2711
          Posted Janeiro 24, 2022 at 6:18 pm

          Sendo brasileiro e acompanhando o trajeto dos brasileiros na Europa, percebo que esta é uma questão de mentalidade. É difícil virem de cabeça 23 jogadores com créditos firmados na Europa em alto nível elegíveis para a seleção brasileira. Acabam por serem a maioria, alguns poucos que não são selecionáveis acabam naturalizando-se ou fazendo carreira em campeonatos que não estão no radar. Muitos do que lá estão nas convocatórias também não são dos mais profissionais.

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