
É o segundo melhor marcador brasileiro ainda no ativo, mas vem de um ano inteiro sem competir.
Ricardo Oliveira vai jogar no São Caetano. O avançado de 41 anos estava sem clube desde o final de 2020, quando abandonou o Coritiba e junta-se agora à formação paulista. Internacional AA em 16 ocasiões, o ponta de lança conta ainda com passagens por Atlético Mineiro, Betis, São Paulo, Santos, Milan, Saragoça, Al Jazira, Al Wasl, Valencia e Portuguesa.
Ricardo Oliveira é do Azulão!!! O segundo maior artilheiro em atividade no futebol brasileiro com 377 gols marcados por clubes e pela seleção agora vai defender o São Caetano no Paulistão da Série A2. #OAzulaoVoltou 🤩💙 pic.twitter.com/16cPSNj0sv
— São Caetano Futebol (@SaoCaetanoFute) January 24, 2022


5 Comentários
Joga_Bonito
Os jogadores brasileiros acabam todos aos 25 anos…só que não. Também há muitos bons profissionais brasileiros que jogam bem até tarde e parecem ser sempre requisitados. Ricardo Oliveira, Wagner Love, ou os inesquecíveis Zé Roberto e Cafú mostram bem que quem acaba aos 25 anos são as estrelas mais técnicas devido ao estilo de vida excessivo, não é por serem brasileiros. Profissionalismo não tem raça.
Af2711
O grande mal do brasileiro em si é prender-se à ideia de que a técnica suplanta tudo e acabou. Os grandes jogadores profissionais do futebol brasileiro que fizeram carreira de longevidade na Europa primavam por um estilo de vida adequado. Chegas aos 30 pensando que tens 17 irá morrer para o mais alto nível. Eu não duvidaria que o Neymar regressasse em um ou dois anos ao Brasil, já não parece com cabeça para os grandes palcos.
Joga_Bonito
Mas isso são os mais técnicos. De modo algum são a maioria. Há muitos brasileiros que se notabilizaram por carreiras bem longas, a ideia do brasileiro que aos 25 anos começa a cair é de quem só repara nas estrelas.
Af2711
Sendo brasileiro e acompanhando o trajeto dos brasileiros na Europa, percebo que esta é uma questão de mentalidade. É difícil virem de cabeça 23 jogadores com créditos firmados na Europa em alto nível elegíveis para a seleção brasileira. Acabam por serem a maioria, alguns poucos que não são selecionáveis acabam naturalizando-se ou fazendo carreira em campeonatos que não estão no radar. Muitos do que lá estão nas convocatórias também não são dos mais profissionais.
TOPPOGIGGIO
Nunca mais me lembrei dele… Bom saber que ainda joga uma peladinha.