Não tinha lugar nos ‘grandes’? A ‘custo zero’ era o alvo apetecível.
Tozé assinou contrato com o Al Nasr, emblema dos Emirados Árabes Unidos. O médio, de 26 anos, estava livre depois do contrato que o ligava ao Vitória ter chegado ao fim, e apesar de ter sido apontado a equipas turcas e francesas vai continuar a carreira no Médio Oriente. Recorde-se que Tozé na época passada apontou 9 golos em 36 jogos.


19 Comentários
tiagoagm
Um jogador mediano. Faz bem em ir ganhar dinheiro para as arabias.
Chico
Faz ele muito bem. Vai ganhar o suficiente para viver muito confortavelmente o resto da vida. Em Portugal seria muito difícil.
Kacal
Não o condeno, sinceramente. Apesar de ser um bom jogador e sempre ter sido competente durante a carreira, certo é que dificilmente chegaria a um “grande” esta época e penso que não atingirá um patamar acima da média, assim sendo e já a caminho dos 27 anos, o tempo passa, faz bem em ir ganhar o seu dinheirinho, aposto que é um contrato lucrativo!
T. Pinto13
Concordo, não tendo perspetiva de ser opção num bom projeto da Europa mais vale ir para as arábias onde pode ainda chegar a um dos melhores clubes do campeonato em questão e sempre ganha muito dinheiro.
Kacal
Ora nem mais, Tomás. O tempo passa como referi e nunca se sabe quando aparece uma lesão grave ou um contratempo, é preciso pensar no pós-futebol e com 26 anos, não tendo certezas de uma carreira de alto nível, mais vale optar pela vertente financeira e assegurar um futuro. Deve ter reflectido muito e optou por este caminho, é legítimo.
NCM
Pelos vistos não percebeu. Falar de postura esclavagista hoje em dia quando os jogadores têm quase todo o poder nas mãos é no minino ridículo. Se soubesse o que era a escravatura não faria comparações sem nexo. Nojento é o comportamento dos empresários de futebol que não são gestores de carreira (vide a ida do Renato Sanches para o Bayern que nunca fez sentido do ponto de vista da gestão da sua carreira) e estão só interessados nas suas comissões. Se os jogadores hoje em dia são “escravos” é da ganância dos empresários e familiares que os rodeiam e não dos clubes. Os jogadores têm todo o poder nas mãos e embora eu seja um defensor do acórdão Bosman ele só favoreceu os grandes clubes, os grandes jogadores e os empresários e colocou os clubes ainda mais dependentes dos empresários e jogadores. E falar de jogadores milionários como vítimas chega a ser engraçado. Ainda vamos ouvir a trupe que rodeia o Neymar falar da falta de liberdade do jogador fazer o que quiser para sair do PSG como algo criminoso e fazer do jogador uma vítima.
Antonio Clismo
O Diogo Pinto do Benfica seria uma boa opção embora. Médio criativo com bastante golo nos pés. Uma cópia chapada do Tozé.
Não é tão falado mas não fica nada atrás dos seus colegas de geração de 1999 como Gedson Fernandes , João Félix, Jota, David Tavares ou Florentino Luís.
Pedrosdopereira
Não fica nada atrás? Por amor de deus, o Diogo Pinto brilhou a jogar nos sub-23! O Gedson e o Florentino mostraram serviço na Primeira Liga, o Jota brilhou na Segunda Liga (apesar de eu ter muitas dúvidas em relação ao seu futuro)…. João Félix nem merece comparações.
Tiago Silva
Encaixaria muito bem no Porto e poderia ser um alvo interessante para o Sporting. No Porto teria a vantagem de contar como formado e poderia encaixar bem a jogar a médio interior direito ou a segundo avançado.
NCM
Aqui está a tendência de futuro na gestão da carreira dos jogadores: Não renovarem os contratos msm que andem meses a arrastar as negociações para enganar dirigentes e adeptos e depois saírem a custo zero com o passe na mão. Isto vai aumentar o número de clubes interessados e recebem um prémio de assinatura chorudo. E o empresário ainda exige uma comissão maior por negociar um jogador sem contrato. O ridículo é se os clubes tentarem precaver-se desta situação e fizerem contratos longos (5 anos, pelo menos) caso o jogador se lesione ou perca o foco e a ambição o clube nada pode fazer. Vai ter de pagar o contrato até ao final e o jogador pode sempre recusar-se a sair para outro clube pq a decisão final é sempre sua. Actualmente o poder está quase todo na mão dos jogadores e seus empresários. Isto é nojento.
Joga_Bonito
Subscrevo. É preciso inverter isto com leis mais apertadas.
Tdog35
Nojento como assim?
Os jogadores, como todos os trabalhadores, têm o direito de optar pelas melhores opções disponiveis para a sua vida e os projetos que lhes sejam mais interessantes. Eu sei que eles jogam á bola, mas jogar à bola é o seu trabalho, como tal têm esse direito. Por exemplo, na NBA os jogadores têm sempre a opção de optar pela free agency e nunca ninguém se chateou porque é compreensivel. Como qualquer trabalhador os jogadores também têm esse direito.
(P.S: Até sou portista e estes assuntos prejudicaram o meu clube, mas tem que se compreender as situações e os direitos dos trabalhadores lol)
NCM
Não falo desta situação em voga no futebol por causa do Porto. O clube tem responsabilidades pela saída de vários jogadores a custo zero. Muitas vezes falhou o timing de saída ou msm da negociação de um novo contrato com vários jogadores. Falo porque não gosto que deste futebol que cada vez me so é um desporto e cada vez mais um negócio desregulado. Deste um bom exemplo da NBA, mas a verdade é que msm sendo o país mais capitalista do mundo o seu desporto é regulado, ao contrário do futebol. Cumprimentos.
Antonio Clismo
c’est la vie
Foi no ano 21
Não percebi o que é nojento aí…talvez a sua postura esclavagista sobre os jogadores de futebol!
Queria ver se a proposta fosse na sua vida profissional, se também não ia ou queria dar algum ao seu patrão por ele ser bom moço…
Menos, muito menos..
NCM
PS: estamos a falar da vida profissional de um jogador de futebol que deve ganhar em 1 ano o que a maior parte ganha em 10 anos (o ordenado médio em Portugal não chega aos 900 euros)? O menos, muito menos é só paternalista e desnecessário. Agradeço que leia todo o comentário e não se concentre só na palavra nojento. Cumprimentos.
Foi no ano 21
Li o comentário todo e continuo a dizer o mesmo!
Os jogadores ganham muito acima do ordenado médio por vários motivos:
1- têm uma carreira muito curta;
2- pode ser ainda mais curta pois estão sujeitos a uma lesão e nesse caso ficam “descalcos” de “um dia para o outro”;
3- trabalham numa área com milhões de consumidores, com exposição pública e mediática muito grande e isso trás mais desvantagens que vantagens;
4- por ser um meio com milhões de consumidores, gera muito dinheiro que acaba por ser repartido pelos diferentes intervenientes.
Posto isto, e continuando o que não justifiquei, os contratos têm os seus prós bem contras para cada lado e a sua duração tem riscos quer para o jogador como para o clube, mas os negócios são mesmo assim, acarretam riscos, sejam estes maiores ou menores.
Contudo, os jogadores são pessoas e têm direito a várias coisas como todos os trabalhadores, como por exemplo, gerir a quem querem estar ligados contratualmente e durante quanto tempo, sendo obrigados a ser profissionais e cumprindo centenas de regras de cada clube.
Desde que dê tudo durante o contrato ninguém o pode acusar de nada! E o rapaz deu tudo pelo vitória!
Espero ter agora explicado o porquê de achar o seu comentário completamente esclavagista, desprestigiante para com a classe de jogadores de futebol e até algo fanático ( não fosse futebol e imagino que nem colocaria a questão).
NCM
O seu raciocínio não está errado, mas existe um ponto nele que cada vez se verifica menos que é a questão dos contratos terem prós e contras para os jogadores e clubes. A relação de poder está completamente desequilibrada e neste momento os contras que os jogadores têm (contratos longos ou cláusulas de rescisão muito altas por exemplo) são facilmente contornáveis, bastando para isso o jogador entrar em conflito com o clube para garantir a saída. Vamos ver se na questão do NEYMAR-PSG o jogador não vai levar avante a sua pretensão e sair, msm contra a vontade do clube. Veja o post acerca da contratação da Juventus e as opiniões acerca do Mino Raiola vão no mesmo sentido: comportamento predatório (se preferir este termo ao outro) de um mero comissionista. Cumprimentos.
Foi no ano 21
Mas isso é algo que condeno, e muito, como é óbvio! E esses casos sim, merecem repreensão e necessitam ser revistos! Mas aí a solução tem de passar por clausulas assinadas no contrato que contemplem a devolução parcial do salário em caso de “amuo”…Quando lhes forem ao bolso esquecem logo o amuo e vontade de se porem a andar! E Aí acho legitimo, agora jogadores que sempre deram tudo pelo clube e acabam contratos só têm é de