Jogada de antecipação dos alemães, que apostam num dos guardiões mais promissores da atualidade para preparar, com bastante antecedência, a sucessão de Gulácsi.
O RB Leipzig anuncio a contratação de Maarten Vandevoordt junto do Genk. O jovem guardião, nascido em 2002, permanecerá, no entanto, nos belgas nas próximas duas temporadas, juntando-se ao conjunto alemão a partir da época 2024/2025. Apesar da juventude, Vandevoordt conquistou a titularidade no Genk no final da temporada transata, e esta época tornou-se um indiscutível (entrou de início em todas as partidas no campeonato e competições europeias).


9 Comentários
Borsalino
Meu GR fetiche no Football Manager.
Kacal
É assim que se gere uma equipa! Ter um GR titular e depois quando começa a chegar a hora de sucessão investir num dos mais promissores. O Leipzig é dos clubes que melhor trabalha neste aspecto.
João Lains
Teve uma estreia à Svilar, quando foi chamado para um jogo da Liga dos Campeões com 17 ou 18 anos, quando todos os outros guarda-redes estavam indisponíveis, com uma exibição absolutamente embaraçosa, com responsabilidade em quase todos os golos sofridos. Felizmente para ele, essa é a única semelhança com o Svilar…
Antonio Clismo
Todos os grandes GR se fazem com jogos e mais jogos. Vandevoordt é bom porque lhe deram a oportunidade de fazer 100 jogos a alto nível quando ainda só tem 20 anos. Não que seja muito melhor do que os outros neste momento mas pelo que pode vir a ser.
Só em Portugal é que parece que não há coragem de apostar em GR a titulares com menos de 23 anos.. apostaram no Diogo Costa este ano, ficaram todos escandalizados quando já era o melhor GR do Porto mesmo na época transacta.
Estivesse ele no Genk já seria titular desde os 16 ou 17 anos..
Tiago Silva
Percebo o que dizes, mas que clube aposta em guarda-redes sub 23? Há muito poucos atualmente. Diria que na Turquia é onde se tem apostado mais recentemente (Çakir, Ozer, Destanoglu), mas depois atualmente vejo o Donnarumma, o Alemdar no Rennes (por acaso também é turco), o Vandervoort e o Diogo Costa (peço desculpa se me escapou algum). Portanto não é uma coisa de cá.
E até se percebe, a posição de guarda-redes é muito importante e as suas ações não dependem de mais nenhum jogador de campo e um erro vale um golo quase. É normal que os clubes não queiram fazer experiências nesta posição, onde se exige muita experiência e liderança que por hábito não se vê em guarda-redes mais novos.
Manel Ferreira
Obvio. Até ele sabe que está a dizer disparates. O numero de GRS titulares nas principais ligas com menos de 23-24 anos nem deve chegar aos 10 por cento. Entao em equipas que lutam pela permanência é quase suicídio. Como dizes e bem, um erro ou uma abordagem mal pensada pode deitar a perder todo o trabalho dos outros 10. E isso muitas vezes só a experiencia ajuda. Ou a defesa é mesmo muito boa ou não dá.
Lourenco Oliveira
Guarda-redes deve ser a única posição onde não é possível haver preparação. É um lugar onde não há rotação por norma, com exceção para os jogos das Taças, e, por isso, um ou dois anos sem jogar podem resultar na perda do potencial que é visto no momento da contratação. Lembro-me de inúmeros casos de guarda-redes que chegaram com o rótulo de substituto de um x titular, mas que depois nunca se afirmaram e, muitas vezes, até se perderam. A nível nacional o caso do Svilar é paradigmático. Lá fora temos outros como o Lunin. Caminho diferente seguem os emprestados, mas muitas vezes acabam por nunca se afirmar também (Henderson, Nubel, Perin). O Diogo Costa é, neste sentido, uma exceção. Os guarda-redes é muito jogar e afirmar ou jogar e desaparecer do clube (diferença entre Ederson e Max).
Antonio Clismo
João Valido ou Gonçalo Tabuaço a virem de escalões inferiores mas sempre a titulares onde são postos à prova todos os fins de semana vão chegar mais longe na carreira do que o João Virgínia que anda por grandes clubes mas sempre a suplente (Arsenal, Everton, Sporting).
Periklis
O Leipzig ainda anda à procura de treinador.
Falou se de Amorim em Janeiro, depois Roger Shmidt e agora Tem Hag.
Que bom seria que voltassem à primeira opção, mas agora com sucesso.
Isso mais o apagamento do VAR ou a introdução de árbitros estrangeiros em todos os jogos é eu passaria a estar mais esperançoso em relação ao futuro do Benfica a curto prazo, independentemente do treinador que venha.