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Paciência bisou mas Nacional respondeu

Santa Clara e Nacional fecharam a 1.ª jornada com um empate a duas bolas. Gonçalo Paciência marcou aos 19′ e chegou ao bis dois minutos depois. O conjunto madeirense, no entanto, fez o 2-2 ainda na 1.ª parte através de Liziero (penálti) e Baeza.

7 Comentários

  • Antonio Clismo II
    Posted Agosto 10, 2026 at 9:57 pm

    2 equipas altamente subsidiadas com dinheiro dos impostos dos portugueses e nem se dignam a fazer uma aposta convincente em jogadores portugueses…

    Então este Nacional é por demais… Esperava que o Gião fosse bater o pé ele que gosta de trabalhar com jovens mas já todos sabemos que o Rui Alves é aquela base e no brinquedo dele (nacional) é ele quem contrata os jogadores, recebe as comissões e é ele quem dá a tática e diz ao treinador quem joga. O treinador que se insurgir pode fazer as malas no dia seguinte.

    • _Mushy_
      Posted Agosto 11, 2026 at 8:06 pm

      Mas então tirar o brinquedo…
      Quando deu o governo, administração central aos 3 grandes para os seus estádios..
      Valores estimados e diretos (sem mencionar outros apoios):
      Porto -> +/- 17.5M
      Sporting -> +/- 16.5M
      Benfica -> +/- 21M

      Podes dizer que os 6 digitos que o Sta Clara ou Nacional recebem, equivale a 55 anos de apoio a cada um dessas equipas…
      Os de Lisboa equivalia a quase 40anos a cada uma dessas equipas..

      Se juntarmos os apoios das autarquias na construção dos estádios, estaríamos então a falar de uns 60anos de apoio para cada um dos clubes, é isso???

      Sta Clara 1M por ano, tendo custos enormes que o subsidio não consegue comportar durante 18 saídas para jogadores, técnicos etc..
      Nacional recebe 2M..

      Oh jovem, sai dessa bolha

      Para meteres nessa cabeça doente e perceberes uma vez por todas..
      O investimento de 1M no Açores, traz um impacto economico de 20M e 6M em impostos
      Na Madeira 8.5M de impacto economico.

      Para evitares continuas a fazer essas figuras ridiculas
      O rally de Portugal que tem tem um custo a rondar os 3M traz um impacto/retorno financeiro de 190M e um lucro fiscal de +20M

      Agora deixa de fazer figuras ridículas a penar que sabes o que dizes, dizendo uns chavões que na tua cabeça são verdade..
      ESTUDA!!
      ESTUDO é base de tudo para não passares por essas figuras ridículas que teimas em fazer

      Aula gratuita o resto fica para ti, aprendes ou continuas a fazer essas tristes figuras

      • Antonio Clismo II
        Posted Agosto 12, 2026 at 9:37 am

        Tentar dar “aulas gratuitas” quando nem sequer se sabe distinguir um investimento público infraestrutural e pontual de um subsídio operacional perpétuo a uma empresa privada (SAD) é o cúmulo da arrogância e do analfabetismo económico.

        Os subsídios de mobilidade e apoio às deslocações já existem exatamente para anular o custo das 18 viagens. Usar a insularidade como desculpa constante para justificar o financiamento público de folhas salariais de plantéis sem um único português no 11 titular é uma falta de honestidade intelectual gritante.

        Afirmar que 1M€ de subsídio público gera “20M€ de impacto e 6M€ em impostos” é atirar números ao ar sem qualquer rigor científico. Mas aceitando a tua lógica absurda…se uma SAD gera 20M€ de impacto e 6M€ em impostos, porque é que precisa de 1M€ a 2M€ do contribuinte todos os anos para sobreviver? Se a rentabilidade é essa, os privados que fiquem com o negócio sem precisar da “esmola” do Estado.

        E dizes que o Rally de Portugal custa 3M e dá 190M de retorno… eu despediria quem fez esse estudo custo/benefício porque está claramente alucinado…

    • MrCatanho
      Posted Agosto 11, 2026 at 10:49 am

      Tá lá Clismo, continuas a bater na mesma tecla como se todos os clubes tivessem de operar exatamente da mesma maneira, por mais vezes que te explique a razão pela qual os clubes recebem apoios regionais

      • Antonio Clismo II
        Posted Agosto 11, 2026 at 11:33 am

        Recebem de todos os lados, recebem o subsídio de mobilidade da FPF e depois recebem diretamente dos governos regionais e estamos a falar de valores com 6 dígitos por ano.

        Ora, tudo bem, olhamos para um clube como o Nacional da Madeira (até o nome é excelente de tão cómica que é a situação) deviam poder optar. Ou recebem os apoios estatais e no mínimo apostam em jogadores portugueses ou então não recebem os apoios estatais e podem jogar como quiserem e se quiserem ir jogar para a série C do Brasileirão podem ir também, até acredito que estariam muito mais ambientados nessa competição e por cá ninguém iriam dar por falta deles.

        • MrCatanho
          Posted Agosto 11, 2026 at 1:45 pm

          Primeiro, esse subsídio é transversal (tal como já te expliquei) a todos os clubes. Segundo, esses clubes não possuem só a modalidade de futebol (como já te expliquei). Terceiro, a realidade económica é completamente diferente da nacional (mais uma vez, como já te expliquei). Quarto, há um princípio de continuidade territorial que tem de ser garantido a nível regional e nacional (que guess what? Já te expliquei).
          Queres continuar nessa bolha? Força. Enquanto os três grandes continuarem a secar os restantes clubes nacionais (melhor que eucaliptos) a formação a nível nacional nunca vai melhorar. Faz o exercício de ver onde é que os jogadores da seleção começaram as suas carreiras (nem precisas de ir aos clubes, basta as associações de futebol) e depois falamos

          • Antonio Clismo II
            Posted Agosto 12, 2026 at 9:31 am

            Tenho uma novidade para ti… vai ver quem investiu e construiu os estádios de São Miguel e da Madeira… quase tudo erário público…

            Além das comparticipações de mobilidade, as SADs insulares beneficiam de contratos-programa e fundos milionários atribuídos pelos Governos Regionais (como o PRAD na Madeira). Nenhum clube médio do continente recebe diretamente do poder local apoios públicos dessa dimensão para o futebol profissional.

            Misturar as modalidades amadoras e o clube fundador com a SAD do futebol profissional é demagogia barata. Ninguém contesta o apoio ao ecletismo ou à formação de base. O que se questiona é a utilização de recursos públicos diretos ou indiretos para viabilizar e sustentar plantéis profissionais compostos por 70% a 80% de jogadores estrangeiros, onde o atleta português é mero figurante.

            A continuidade territorial serve para garantir que clubes insulares competem em igualdade de circunstâncias logísticas com o continente. Não é, nem nunca pode ser, um cheque em branco para subsidiar entrepostos de importação de futebolistas. Se a comunidade e o Estado asseguram a viabilidade económica e de deslocação dessas equipas, existe um dever moral e social de dar retorno ao desporto nacional.

            Se preferem operar sem qualquer compromisso com o desenvolvimento do jogador nacional, que o façam exclusivamente com capital privado e sem a almofada financeira do Estado e da Região.

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