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Polaca de 19 anos ‘limpa’ Roland Garros

O primeiro de quantos? Se conseguir manter este nível não vai ser fácil alguém bater a polaca em terra batida. A maneira como despachou todas as adversárias foi incrível (vai ficar na memória a vitória frente a Halep nos oitavos-de-final), e apesar de nos últimos tempos termos tido várias tenistas a surpreenderem, como Ostapenko em 2017, Świątek tem muito mais recursos e, até pelo seu trajecto nos juniores, já se percebia que ia chegar a este patamar.

Iga Świątek conquistou o torneio feminino de Roland Garros ao bater na final Sofia Kenin por 6-4 e 6-1. A polaca, de apenas 19 anos, actual 54.ª do Mundo, que nunca tinha conquistado um torneio como profissional, não perdeu qualquer set neste Major, sendo que nunca cedeu mais do que 5 jogos nos duelos que teve.

9 Comentários

  • DNowitzki
    Posted Outubro 11, 2020 at 6:34 pm

    O campo do ténis é outro exemplo da falibilidade da questão dos GOAT. Por exemplo, a Chris Evert ganhou 18 títulos, muito menos do que a Serena, só que não participou, durante a carreira, em cerca de 20 torneios, a maioria por opção. A Martina ganhou o mesmo, mas não participou em cerca de 25 torneios. É um absurdo, o que significa que, se o tivessem feito, teriam caminhado para os 30 singulares ganhos. No entanto, a Serena é considerada como a maior de sempre por muito boa gente, quando a Martina, não obstante falhar todos aqueles torneios, é a maior vencedora de sempre.

  • RMSO
    Posted Outubro 11, 2020 at 5:17 pm

    Vamos lá ver se consegue manter a consistência, parece ter algo distinto, foi realmente um domínio avassalador em todo o torneio, mas estamos fartos de casos semelhantes no ténis feminino, embora, se não me falha a memória, nunca nestes moldes (nem um set perdido é incrível).

  • Joga_Bonito
    Posted Outubro 11, 2020 at 3:02 pm

    Ups, ficou cortado!
    E também parece-me que no ténis feminino há Serena (que dominou durante muito tempo) e depois um punhado de craques mas que são todas de um nível similar. Nenhuma consegue superar claramente e sempre as outras e todas parece-me que têm um prime mais curto que nos homens. E ainda não consegui perceber bem o porquê disto…

    • Sporting1906
      Posted Outubro 11, 2020 at 10:12 pm

      Eu diria que isso se deve acima de tudo a Serena ser a única tenista ainda no activo que é uma das melhores de sempre, enquanto no ténis masculino 3 dos melhores de sempre ainda estão no activo e quase não dão hipóteses a mais ninguém há cerca de 15 anos.

  • Joga_Bonito
    Posted Outubro 11, 2020 at 2:58 pm

    Deixo uma questão. Porque se vêm mais prodígios femininos adolescentes a ganharem GS do que nos homens? Mesmo a Serena que dominou o ténis durante muitos anos não evitou algumas surpresas que sempre se deram nos GS. Parece-me que o ténis feminino tem um top 20 mais diverso, onde várias jogadoras podem ganhar. E também parece-me

    • Chico
      Posted Outubro 12, 2020 at 4:34 pm

      Porque neste momento não há nenhuma tenista bem estabelecida no topo, Torna-se mais imprevisível. Também pode ser por motivos hormonais, não faço a mínima ideia, as mulheres podem ter mais dificuldade em manter-se no seu auge físico. O ciclo hormonal também pode afetar, é uma variável que não é colocada em causa nos desportos masculinos. Não é raro as maratonistas deixaram de menstruar quando estão em períodos competitivos intensos, o que não pode ser positivo.

  • Chestar
    Posted Outubro 11, 2020 at 11:16 am

    Na final a Kenin estava bastante limitada fisicamente, que é a sua maior arma. Mas isso não tira em nada o mérito da Swiatek, que para mim era totalmente desconhecida até este Roland Garros. Impressionates “banana” shots e a consistência que demonstrou só com 19 anos.

  • Gunnerz
    Posted Outubro 10, 2020 at 8:01 pm

    Vai chegar rápido ao topo. Vi 3 jogos dela e não engana, além de que tem concentração e maturidade fora do normal para a idade e joga muito. Foi tudo muito fácil e a vitória era uma formalidade. Fiquei com pena por Podoroska, gostaria de a ter visto na final, mas vir das qualifications e fazer meia final já é gigante. Vai subir uns bons lugares no ranking e em termos d prémios monetários já ganha um prémio espectacular para a vida, até pq acredito que não repete a meia final num grand slam.

  • DNowitzki
    Posted Outubro 10, 2020 at 7:44 pm

    Confesso que nunca tinha ouvido falar nela. Por outro lado, apostava as minhas fichas na Halep, mas, quando a vi nos últimos dois desafios antes da final, disse para comigo: se “isto” é o seu jogo “normal”, vai limpar o torneio sem espinhas.

    A talhe de foice, cada vez mais afirmo que o torneio feminino é muito mais interessante no que à diversidade diz respeito que o feminino, mesmo com o monstro Serena ainda por aí. Hoje, ninguém sabe quem vai ganhar o próximo torneio.

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