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Portugal na final 4 da Liga das Nações; Equipa de Fernando Santos foi muito inferior na 1.ª parte mas melhorou no 2.º tempo; Patrício evitou o golo quando Itália dominou, Donnarumma impediu que melhoria portuguesa desse em vitória; André Silva foi “secado” por Chiellini, Verratti espalhou técnica

Itália 0-0 Portugal

Portugal empatou a zero em San Siro, garantindo a vitória no grupo 3 da Liga das Nações e a consequente presença na final 4 da competição, a qual se disputará em junho de 2019. A equipa de Fernando Santos (que apostou no XI habitual, com o regresso de Fonte à selecção devido à ausência do castigado Pepe) fez um péssimo 1.º tempo, não conseguindo ter bola e raramente aproximando-se de Donnarumma (ao intervalo estava 10-2 em remates e os italianos tinham 73% de posse de bola), valendo Rui Patrício, que tirou o golo a Insigne e Immobile. Na etapa complementar as coisas foram bem diferentes, a selecção nacional – com Pizzi na direita e Bernardo no meio – conseguiu controlar o jogo e até teve a possibilidade de levar os 3 pontos, mas o empate é um resultado que faz com que o primeiro objectivo nesta competição seja garantido.

No que respeita ao encontro, a Itália começou melhor, tendo Insigne obrigado Rui Patrício a uma boa defesa num remate de fora da área. A Squadra Azurra tinha mais iniciativa e mais posse, sendo que Portugal tinham bastantes dificuldades para ter bola e chegar à área contrária. Os homens da casa viriam a ter mais uma oportunidade quando Isigne isolou Immobile, mas Rui Patrício saiu bem da baliza e evitou o golo com uma boa mancha. Logo de seguida foi Bonucci, numa bola parada, a cabecear perto do poste. No entanto, o intervalo chegou mesmo com um nulo no marcador. Na segunda parte a toada manteve-se, com Barella a dar o primeiro aviso. Os minutos iam passando e Fernando Santos mexeu na equipa, lançando João Mário para o lugar de Pizzi. A turma das quinas cresceu na partida e viria a ter uma boa ocasião para marcar num disparo de William de pé esquerdo para excelente defesa de Donnarumma. Os transalpinos responderam, novamente por Insigne, num remate que saiu ao lado. Ainda houve tempo para as entradas de Guerreiro e Danilo (saíram Bruma e André Silva), mas o resultado estava feito.

Destaques:

Portugal – A formação lusa consegue o mais importante, garantindo um ponto em Itália e seguindo para a final 4 da prova, onde poderá conquistar mais um troféu. Contudo, a exibição não foi famosa, sobretudo na 1.ª parte, onde Portugal viu jogar e raramente conseguiu passar o meio-campo. Patrício manteve a equipa agarrada ao resultado com duas importantes defesas, sendo que na 2.ª parte a história foi outra, com Fernando Santos a ajustar posicionamentos (Portugal passou a defender com duas linhas de 4) e a equipa a conseguir melhorar e a chegar à frente, sobretudo após a entrada de João Mário, que trouxe outra capacidade ao meio-campo. Além de Patrício, que foi decisivo, e João Mário, Mário Rui fez uma excelente partida na lateral esquerda, cumprindo defensivamente e esticando algumas vezes na 2.ª parte, enquanto Rúben Dias e Fonte, apesar de alguns sobressaltos, foram conseguindo aguentar o ataque contrário. Já Cancelo teve uma noite complicada (a Itália castigou o seu flanco no melhor período), embora tenha tirado dois cruzamentos muito perigosos, tal como o trio de médios, sobretudo Pizzi, que, tal como Bernardo, nunca conseguiu entrar no jogo. Já William teve nos pés a melhor chance, mas viu Donnarumma negar-lhe o golo, ao passo que André Silva foi engolido pela dupla de centrais contrária, perdendo todos os duelos. Nota ainda para Bruma, que agitou a espaços e ajudou a defender, enquanto Guerreiro, que entrou para a ala esquerda, não esteve nada assertivo nas suas acções.

Itália – Os transalpinos entraram nesta prova em fase de renovação e ainda combalidos pelo não apuramento para o Mundial, pelo que, apesar do historial da Itália, não se pode dizer que seja uma surpresa o facto de não conseguir bater Portugal em nenhum dos jogos. Todavia, Mancini garante a permanência na Liga A e irá agora concentrar forças no apuramento para o Europeu. A Squadra Azzurra entrou muito bem no encontro, pressionando alto e conseguindo colocar várias unidades entre linhas, castigando o adversário com uma circulação curta e apoiada, mas as oportunidades criadas não foram aproveitadas e no 2.º tempo a equipa perdeu gás, começou a ter os blocos mais distantes e acabou a partida por baixo. Nota para a grande exibição de Verratti na primeira hora de jogo, encontrando linhas de passe com facilidade e espalhando técnica, sempre bem secundado por Jorginho, que também foi fazendo passes verticais de qualidade. Barella também continua a consolidar-se no miolo, mas é claramente a unidade menos, enquanto Chiesa e Immobile não conseguiram fazer a diferença, tendo o avançado da Lazio desperdiçado duas boas ocasiões. Melhor esteve Insigne, que desequilibrou bastante com as suas diagonais e qualidade entre linhas e no remate, enquanto Biraghi foi um dínamo do lado esquerdo na 1.ª parte, perdendo alguma capacidade na etapa complementar do jogo. Já Florenzi não apresentou o mesmo discernimento no último terço, mas venceu vários duelos, enquanto Bonucci e Chiellini voltaram a rubricar uma excelente exibição (o canhoto deu ainda nas vistas na saída de bola), metendo André Silva “no bolso”. Já Donnarumma respondeu bem na única situação em que foi chamado a intervir, negando o golo a William numa grande estirada. Por fim, Lasagna não entrou bem no encontro, ao contrário de Pellegrini, que trouxe outra objectividade ao miolo já numa fase pouco consistente da equipa, tendo ainda a hipótese de marcar numa bola parada.

XI de Itália: Donnarumma; Florenzi, Bonucci, Chiellini, Biraghi; Jorginho, Verratti, Barella; Chiesa, Insigne, Immobile.

Xi de Portugal: Patrício, Cancelo, Fonte, Rúben Dias, Marío Rui; Rúben Neves, William Carvalho, Pizzi; Bernardo Silva, Bruma, André Silva

49 Comentários

  • Quinhas
    Posted Novembro 18, 2018 at 2:58 pm

    Primeira questão,o Sr “Inginheiro” quis ganhar o jogo???NÃO!!!É certo que a Itália entrou forte…compreendemosdos que o empate chegava para as nossas pretensões ,mas pelo que vi(acompanhei a espaços) poderíamos ter feito melhor….!!!Bem antes da entrada do João Mário ,já estavam os melhor porque a Itália estava conformada e impotente,mas…O Sr “Inginheiro” fez questão de dar dar um forcing a Itália fazendo substituições defensivas,quando podia reforçar o maior controlo do meio campo com a entrada do Renato Sanches,mas como há algo contra o puto…não o fez.A Itália estavaconformada rendida e ele a ml ir ou com substituições defensivas eh eh well done!!!Com wc,João Mário,Renato Sanches o controlo seria absoluto mas preferiu ficar por não sofrer golos …any way,good job…!!!

  • NunoLFC
    Posted Novembro 18, 2018 at 8:28 am

    Nada de surpreendente. Portugal joga apenas o que é preciso. Se o empate chega, jogamos para o empate. É assim desde que Fernando Santos entrou, e continuará a ser até ele sair.

  • Pedro Rosa
    Posted Novembro 18, 2018 at 4:04 am

    Infelizmente não vi os primeiros 20 minutos, mas o que vi foi uma Itália a Correr Como loucos a pressionar, sem conseguir fazer qualquer mossa e pareceu-me sempre tudo controlado por Portugal, a defender muito bem, sem se cansarem muito, enquanto os italianos queimavam as reservas de energia. Sobretudo a jogar com menos 1. No entanto, a sair dos balneários o eng lá se lembrou que a classe do Bernardo é no centro do terreno que sobressai, e que o Pizzi é um extremo adaptado a 8, vi um futebol que não via na seleção à muitos anos, (em boa verdade não vejo a seleção desde o mundial, estava aborrecido de morte) a bola a rodar por todos, triangulações, passes a rasgar, velocidade de execução, técnica a dar com um pau.. lindo! Sendo honesto, dos minutos que vi do jogo, sentia-se uma confiança nos jogadores (a jogar contra Itália atenção) que parecia que se quisessem mesmo acelerar, ganhavam o jogo. Mas bem em se certificarem que passavam o grupo, e jogar para rasgar é deixar para a final. Adorei a confiança do William, que de facto com a companhia do menino Ruben Neves parece outro jogador. O Bruma continua muito competitivo (admito que pouco o vi depois de sair de Portugal) excelentes pés, mas tentar fintar 4 não vale a pena. Visão de jogo e pés de luxo do Bernardo, inteligentíssimo a fazer a bola rodar, a perceber que o jogo não era para ganhar: a posse sempre bem guardada. Por favor sr eng.. o Bernardo para jogar em contra ataque não pode ser extremo! O rapaz não tem velocidade para isso… mas é colocar no meio campo com as motas que temos tanto a extremos quanto a laterais e a bola vai sempre cair redondinha para o melhor espaço. Bem lamento ir contra a corrente dos comentários, mas pelo que percebi no que a turma portuguesa precisava (1ponto), foi nota 10 (exepto o Pizzi, esse não o consigo ver à frente).

  • Kacal
    Posted Novembro 18, 2018 at 12:51 am

    Vitória e mais um resultado positivo na UEFA Nations League, permite-nos a qualificação para a Final 4 e o mais importante foi feito, mas foi mais eficaz que bonito. Valeu pelo resultado, não pela exibição. Voltamos a ter um futebol limitado hoje. Há jogos assim e importante é não fazer disto uma regra e sim uma excepção, continuar a trabalhar em melhorar o nosso futebol e dar azo ao talento de que dispomos. 1ª parte em que sofremos muito nos minutos iniciais com uma pressão asfixiante da Itália, tivemos alguma sorte em aguentar o 0-0.

    A verdade é que a Itália foi superior, teve mais posse e procurou mais a vitória até à entrada de João Mário que revolucionou a equipa, embora na 2ª parte a Itália não tenha estado tão pressionante e agressiva ofensivamente. Mas João Mário veio trazer outro controlo ao meio-campo e sobretudo lucidez a ter bola e circula-la, sobretudo trazer outra inspiração já que Pizzi teve uma noite apagada. Aí crescemos e tivemos a melhor oportunidade da 2ª parte nessa fase. A Itália até merecia mais, o empate acaba por ser positivo para nós. Temos que voltar a relançar o nosso futebol e fazer disto uma excepção.

    Individualmente, Cancelo tem melhorado defensivamente como era de esperar com a ida para Itália, sobretudo agora na Juve. A tendência será melhorar cada vez mais e com a experiência vem a maturidade competitiva e a “matreirice”. Só precisa é de ser menos imprudente e fervoroso, por vezes comete demasiadas faltas e peca por entradas fora de tempo. Ofensivamente por vezes também toma a pior decisão e é muito impulsivo. Tecnicamente está lá tudo, mas ainda tem muito a melhorar, ainda não o considero top3, muito menos o melhor. Mas tem potencial para lá chegar, embora hoje não tenha sido das suas melhores exibições, ofensivamente não acrescentou o de costume.

    Mário esteve competente defensivamente, é raçudo e sabe usar bem o corpo mas também cometeu algumas faltas e leva muitos cartões, voltou a levar um. Ofensivamente nunca acrescenta muito.

    Patrício esteve ao seu nível e foi importantíssimo, a dupla de centrais também esteve muito competente e os restantes foram medianos. Bruma um pouco acima do meio-campo para a frente, foi dos que fez mais alguma coisita. Destaque vai para o João Mário que vindo de jogar no Inter onde voltou a render, ser chamado à selecção e entrar assim, pode ser o momento de viragem dele já que a qualidade e QI futebolístico estão lá. Espero que aconteça! Temos que começar a utilizar o Bernardo Silva no meio, uma coisa nas selecções tem sido sinónimo de sucesso que é utilizar trabalho de Guardiola, foi assim na Espanha, Alemanha e Inglaterra com a sua passagem pelos respectivos clubes desses países, aqui não temos uma série de jogadores mas temos Bernardo, quem sabe não teremos Rúben Neves, temos que apostar no Bernardo no meio.

  • Flavio Trindade
    Posted Novembro 17, 2018 at 10:33 pm

    Qualidade exibicional sofrível, mas…há quem esteja na segunda divisão já, outros para lá caminham e Portugal está qualificado quando ainda tem um jogo em casa para fazer e depois de fazer todo o percurso sem o seu melhor jogador… Há quem se queixe de barriga cheia.

    Mas pronto, lá temos de fazer sacrifício de jogar a fase final…

    A exibição foi de facto paupérrima e dividida em duas metades.

    A defesa, muito bem, com um super Rui Patrício (defesas monstruosas) uma dupla de centrais quase infalível e muito certinha, dois laterais competentes com Mário Rui melhor que Cancelo, e…Bruma, o único que fazia pela vida. Do meio campo para a frente foi uma absoluta nulidade.

    Péssimo jogo de Bernardo Silva, jogo muito fraco de Rúben Neves e William e André Silva absolutamente engolido pelos professores de Harvard como diria Mourinho (sim, Bonucci e Chiellini continuam a ser por larga margem a melhor dupla de centrais do mundo).

    Muita Itália no primeiro tempo, muito bem em organização ofensiva, com destaque para Verrati e Jorginho que mandaram no miolo.

    No segundo tempo a pressão muito alta de Itália dos primeiros 45m começou a ter impacto na rotação dos italianos que comecaram a acusar a fadiga e coincidentemente Fernando Santos coloca João Mário (grande exibição) no lugar do totalmente desnecessário e apagado Pizzi e Portugal ganhou o meio campo e com isso o controle do jogo, acabando a partida até bem confortável.

    Não foi bonito, mas foi eficaz.

    • hortalica
      Posted Novembro 17, 2018 at 10:49 pm

      O Mário Rui para mim foi o pior jogador da selecção como tem sido habitual, nem qualidade para ser convocado tem, se Guerreiro não estiver em condições que se chame 4 defesas direitos. Defensivamente é muito fraco, recorre quase sempre à falta para travar os jogadores e ofensivamente escolhe quase sempre a pior solução.

      O Cancelo cometeu algumas infantilidades e faltas desnecessárias e neste aspecto é um jogador burro, podia ter ido para a rua, já com amarelo refilou um bocado e ainda deu chutos desnecessários na bola com o jogo parado que podiam ter custado o segundo amarelo.

  • Kafka
    Posted Novembro 17, 2018 at 10:19 pm

    Sobe um pouco que seja o nível, e Pizzi mostra toda a sua mediocridade, mas há aqui no blogue quem diga que é de classe Mundial e é batota jogar com ele…

  • WildFury
    Posted Novembro 17, 2018 at 10:18 pm

    Os Benfiquistas aguentam ver o Pizzi assim em todos os jogos ?
    Só se ele jogar melhor no Benfica, tem de ser, é a única explicação possível.

    • Kafka
      Posted Novembro 17, 2018 at 10:24 pm

      Ele no Benfica joga igual, a diferença é que o Benfica joga contra mortos em Portugal então isso leva alguns cegos a achar que o Pizzi afinal é bom… Mas depois sempre que o Benfica defrontou o Ser Vigo, lá fica exposta toda a mediocridade do Pizzi

  • Rodrigo Ferreira
    Posted Novembro 17, 2018 at 10:08 pm

    Cumprimos a nossa obrigação neste grupo e seguimos para a final 4, que será em casa. Temos forte hipótese de ganhar na estreia da competição, sendo que o ideal seria França e Espanha serem eliminadas. Agora há um jogo com a Polónia, sendo que Fernando Santos deverá aproveitar para testar algumas unidades.

    Quanto a este jogo, 1.ª parte horrenda, onde não conseguimos suster a pressão e o ataque da Itália, que nos remeteu ao nosso meio-campo durante o tempo todo. Na 2.ª parte a passagem para 4-4-2 foi importante, ficando os blocos mais juntos e com a formação transalpina a passar a ter mais dificuldade em colocar bolas entre linhas, mesmo que Jorginho e Verratti sejam dos melhores no futebol mundial nesse aspecto. Penso que com outra audácia (esperava ver Renato entrar para o lugar de Bernardo, que teve sempre muita dificuldade hoje, tal como Pizzi e André Silva) podíamos ter tentado vencer, mas face ao sofrimento do 1.º tempo o 0-0 é positiva. Registo também para a boa entrada do João Mário, que poderá ser titular com a Polónia.

    Quanto à Itália, dizer que este 2.º lugar já é positivo, já que a equipa há poucos meses atrás estava mergulhada numa crise profunda, pelo que permanecem na Liga A e agora têm de atacar a qualificação para o Euro de forma incisiva. Há talento e jogadores para garantir o apuramento.

  • Nunop
    Posted Novembro 17, 2018 at 10:03 pm

    Acho q não ha muitas razões para preocupação. Jogámos claramente com o facto de só precisarmos do empate. Continuo a achar esta selecção da Liga das Nações, em futebol jogado, muito superior à que jogou no Mundial e até à que ganhou o Euro.

  • Mike-UK
    Posted Novembro 17, 2018 at 10:02 pm

    A exibição do Pizzi devia dar direito a entrada na Wikipédia.
    Nao se aproveitou um passe, não se fez nada com os seus , vamos chamar-lhes, cruzamentos, nada.
    Completo vácuo em campo.
    Ainda é crédito dos bons primeiros 5 minutos da época ou o que é que justifica isto?
    E não, não estou a ser clubista. Ruben Dias esteve muito bem, ok?

  • Estigarribia
    Posted Novembro 17, 2018 at 10:01 pm

    Exibição fraquinha de Portugal. Aliás, é a nossa pior exibição nesta Liga das Nações (e espero bem que seja a última). Na primeira parte levámos um banho da Itália e os nossos jogadores andaram 45 minutos a correr desenfreadamente atrás da bola, como se estivéssemos a jogar à rabia; depois, na segunda parte, parecia que ia ser “vira o disco e toca o mesmo”, mas a entrada do João Mário deu outra vida à equipa e passámos a jogar um pouco, sendo que a melhor oportunidade foi um remate de ressaca do William Carvalho para uma grande defesa de Gianluigi Donnarumma. Posto isto, a exibição foi medíocre, mas, pelo menos, o objetivo da passagem à Final Four foi conseguido e isso é o mais importante.

    Ainda assim há alguns apontamentos sobre o jogo que gostaria aqui de partilhar:

    1 – Hoje Pizzi passou muito ao lado do jogo e mereceu, claramente, ser substituído, apesar de oferecer mais coisas ao jogo a nível ofensivo, como o remate e a capacidade de passe. Mas hoje não era o seu dia;

    2 – Tal como Pizzi, o Bernardo Silva hoje foi uma desilusão e este jogo não era o mais indicado para o jogador dos Citizens, já que o Bernardo é jogador para ter a bola no pé e não para andar a correr atrás dela;

    3 – O Rafa Silva tinha de ter sido o titular neste jogo para, juntamente com o Bruma, aproveitar o espaço livre nas costas da defesa, mas o Fernando Santos não conseguiu perceber isso mesmo;

    4 – Rúben Dias, a cada jogo que passa, mostra mais qualidade e daqui a uns anos será o nosso líder da defesa em substituição do Pepe. Classe e qualidade que transpiram no central benfiquista;

    5 – William Carvalho, hoje, encheu completamente o campo e, na segunda parte, acho que merecia que a aquela bola, remata de ressaca à entrada da área, resultasse em golo e não numa defesa de Gigi Donnarumma;

    6 – Do lado italiano, a equipa trocou muito bem a bola nas duas partes e, por momento, pensei que estivesse a ver um jogo do Manchester City. Marco Verratti, Biraghi, Chiellini, Bonucci, Insigne, Chiesa e Jorginho foram os dinamizadores da equipa transalpina e com um selecionador a sério (e não com o Mancini) podem ser uma agradável surpresa em futuros Europeus e Mundiais.

  • zebenfas
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:56 pm

    Ter uma equipa Italiana com aquela intensidade no jogo e do outro lado ter William e Pizzi…é ridiculo…Depois quando a italia quebra aos 70m, Portugal estabilizar com a entrada do joao Mario , as duas substituições seguintes de Portugal só me fez desejar que resolvêssemos a final four com a Polónia, estes treinadores andam no futebol ha uma dezena de anos e continuam em determinadas alturas jogar para não perder,recuando a equipa quando o jogo estava a virar para o nosso lado..hj por acaso nao aconteceu, não perdemos, mas quantas vexes ja vimos este filme…mas mais uma vez, ridículo o sr engenheiro a fazer me lembrar o meu prof de ginástica

  • ACT7
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:53 pm

    Agora a maior dúvida é, se este jogo foi uma excepção ou os outros dois.
    Patrício em destaque, que sorte ter um gr desta categoria.
    Depois a linha defensiva esteve bastante competente nos duelos, mas esteve muito recuada o que beneficiou a circulação da Itália entre linhas.
    No meio campo, William, Pizzi e Rúben Neves vão ter sempre dificuldades contra equipas mais intensas, para mim seria William, Pizzi e um Renato/Gedson.
    Pizzi então foi para esquecer.
    Na frente Bernardo apagado porque a bola também raramente lhe chegava.
    Jogo bastante injusto para o André Silva, não se pode apontar o dedo a um jogador que é solicitado constantemente nos duelos físicos contra os centrais da Juventus.
    Boa entrada do J.Mário, sinceramente não esperava e até pedia o Renato.

    Com este empate/exibição Portugal embala para trazer o caneco, agora é só seguir o exemplo do Euro.

  • f0ra de Jogo
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:52 pm

    A primeira fase de pressão estava a ser muito mal feita. Melhorámos consideravelmente com o JMário.
    Esta dupla de centrais não envergonha ninguém, estiverem assertivos.
    Gostei da dinâmica mostrada por WC-RNeves-Bernardo, tratam muito bem a bola e saem a jogar com qualidade e pelo meio, dando asas a que quem esteja nas laterais consiga procurar terrenos mais avançados para receber a bola.
    De resto, a selecção Italiana também se bateu muito bem e mostra claros sinais de vida.

  • Lourenco Vaz
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:52 pm

    Grande jogo do Cancelo, sem dúvida o melhor português. Destaque pela negativa para Bernardo já que sendo o melhor jogador deveria ter assumido a batuta, mas que no entanto foi o nosso pior jogador juntamente com Pizzi.

    André Silva cada vez me dá mais certezas que nunca chegará a um outro patamar, tem muito pouca cabeça nos momentos a doer, parece que continua a ser lançado aos leões enquanto já tem experiencia para muito mais.

    Fernando Santos também tem que ser mencionado pela negativa já que o futebol praticado pela selecção foi sempre muito pobre e nunca pareceu haver intenções para o alterar.

    João Mário foi uma agradável surpresa, a selecção melhou muito com a sua entrada, aparecendo como o elemento mais combativo da selecção e dos poucos a querer levar a selecção para a frente.

    Na Itália, houve muita qualidade, principalmente no miolo com muitas trocas de bola e uma facilidade assustador em quebrar as linhas portuguesas – a bola chegava com muita facilidade aos jogadores da frente, que infelizmente, ou felizmente não estiveram eficazes no último terço.

    Ultima nota para o italiano Barella que mostrou muita qualidade e capacidade de assumir o jogo. Sem dúvida um jogador a seguir de perto.

  • Pablo
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:49 pm

    Só deu Itália…

  • Xefe
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:48 pm

    1ª parte completamente oferecida por Portugal. Fernando Santos disse que ia jogar para ganhar mas não foi o que me pareceu.

    Na 2ª parte a equipa melhorou quando passou a jogar em 4x4x2 com Bernardo no meio e Pizzi à direita, pois passou a pressionar com 4 homens em vez de 3 e a Itália que até então podia trocar a bola à vontade passou a ter mais dificuldades.

    Depois J. Mário entrou muito bem, com 10/15 minutos de grande qualidade, a lembrar os tempos do Europeu.

    Os últimos 15 minutos foram mais calmos, pois os Italianos já não tinham pilhas, embora ainda ameaçassem aqui e acolá.

  • Fallen Angels
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:47 pm

    Jesus… até doeu ver mas mais uma vez o resultado sorri a Portugal. Pepe e Ronaldo são os dois grandes pilares desta seleção e hoje não estavam por isso nem vou reclamar muito, mas este futebol é impossivel de ser apreciado. Jogamos a bola longa para André Silva, Bruma e Bernardo Silva, perdemo-la sempre mas continuamos a fazer o mesmo.

    Ficar em primeiro pode ser visto com um bom resultado mas a verdade é que tanto a Polónia como a Itália são equipas fracas, não acredito que dê para mais.

  • Pulga
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:46 pm

    O Bernardo… Coitado.

    90 minutos atrás da chicha.

  • Bino Costa
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:46 pm

    Ninguém perceber colocar o Pizzi a titular, jogar com menos 1 no meio campo é um passo para a derrota. Felizmente, esta Itália é inofensiva e a defesa esteve bem. Logo quando entrou o J. Mário se notou a diferença!

  • R1906
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:45 pm

    Jogo muito fraco. Chegou a ser constrangedor na primeira parte, comparecência uma Malta.
    A entrada do João Mário foi bastante boa e tivemos a partir daí alguns bons momentos no ataque, mas lá conseguimos o necessário para a final 4.

    Os comentadores da Sporttv já davam como adquirido que a final 4 ia ser cá no Estádio do Dragão e D. Afonso Henriques, mas fui procurar noticias e nada está confirmado, ou será que já está com esta passagem?

  • Pulga
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:43 pm

    Hoje assistiu-se ao já conhecido fenómeno de jogar 65 minutos com 10.

    Depois o Pizzi sai e passamos a jogar com 11.

    • Fernando neves _36
      Posted Novembro 19, 2018 at 12:31 pm

      Subscrevo Pulga.

    • coach407
      Posted Novembro 17, 2018 at 10:20 pm

      Sim, um fenómeno conhecido. Nos quatro jogos após o Mundial em que Pizzi jogou (não jogou no amigável contra a Escócia) os jogadores da seleção portuguesa com maior participação direta em golos foram André Silva e… Pizzi.

      Mais. Nesses jogos sabes quantos jogos marcou Portugal sem o Pizzi? Eu poupo-te as contas. Zero.

      • Fernando neves _36
        Posted Novembro 19, 2018 at 12:32 pm

        No Europeu notou-se a falta que o Pizzi faz. Nem fomos campeões Europeus nem nada sem ele.

      • ThatMan
        Posted Novembro 17, 2018 at 11:33 pm

        Agora o Pizzi é bom porque esteve ligado aos golos, há umas semanas, um gr não podia ser avaliado pelos golos sofridos… Não sei em que ficamos.

        • coach407
          Posted Novembro 18, 2018 at 12:06 pm

          Eu não percebo como alguém faz este tipo de perguntas.

          É assim tão difícil perceber que se a bola nunca chega à baliza é óbvio que estares tu ou o Oblak é igual?

          Por essa lógica, o Bruno Varela era melhor que o De Gea já que sofreu menos golos por jogo no Benfica.

          • ThatMan
            Posted Novembro 18, 2018 at 2:19 pm

            A lógica foi tua, no post do Benfica vs Ajax…

            • coach407
              Posted Novembro 18, 2018 at 4:22 pm

              A lógica foi minha? Estás mesmo perdido.

              Tu é que me vens tentar provar que o Vlachodimos é melhor que o Onana pelo número de golos sofridos e a lógica é minha. Está certo.

      • Xefe
        Posted Novembro 17, 2018 at 11:18 pm

        Nem mais!

  • Paulo Ribeiro
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:42 pm

    Que exibição deplorável do pizzi, a maneira como estava a pressionar parecia de um menino dos infantis, nem tentava chegar perto deles nem meter o pé… que diferença o João Mário

  • Amigos e bola
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:42 pm

    Depois do amasso que levámos da Itália na 1 parte, conseguimos estabilizar e tentar qualquer coisa. Mas infelizmente não conseguimos ter criatividade.

    William o melhor, Bernardo e Pizzi muito mas mesmo muito apagados.

    Grande apoio dos adeptos portugueses em Milão.

    • react
      Posted Novembro 17, 2018 at 9:51 pm

      Nao sei se concordo com o William ser o melhor. Não tem o minimo poder de explosão e 75% dos passes são para trás. E a partir dos 60 minutos fica sempre sem pernas para defender. Acho o William bom para a posiçao 6 desta seleçao, a 8 nem por isso.

  • Pulga
    Posted Novembro 17, 2018 at 9:39 pm

    Rui Vitória será um digno sucessor de Fernando Santos.

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