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Previsão Serie A: Inter campeão; Juventus em 2.º; Como, Milan e Roma vão discutir o 3.º lugar; Gonçalo Ramos será o melhor reforço

Está prestes a arrancar mais uma edição da Serie A. O Inter foi campeão na época passada com relativa facilidade, apesar das desconfianças em relação a Chivu, com a dupla Lautaro Martínez-Thuram em destaque, além de Dimarco, o rei das assistências, e mantém a base para tentar a reconquista do Scudetto, algo que não consegue desde 2010. Aliás, não existe um bicampeão desde a série triunfante da Juventus entre 2011/12 e 2020. Apenas saíram Sommer, na baliza; o suplente Frattesi e Denzel Dumfries, mas a manutenção das principais unidades e as chegadas de Djed Spence, Stones e Curtis Jones dão otimismo aos Nerazzurri, que esperam a época de confirmação de Sucic, Esposito e Josep Martínez. Na corrida segue também a Juventus, que mantém Spalletti à frente da equipa e apostou no regresso de Randal Kolo Muani para liderar o ataque, além de Lucumí, Vicario e o talentoso Alajbegovic, que deu nas vistas no Mundial. Em sentido inverso, Vlahovic foi embora, em fim de contrato, tal como Kostic, que já pouco contava, mas a Vecchia Signora tem plantel para incomodar e a ausência da Champions pode permitir uma aproximação a um lugar que foge há seis anos. Na luta pelo título querem também intrometer-se a Roma, o Como, o Nápoles e o AC Milan, ainda que com expectativas distintas. A Loba tem o treinador mais experiente da Serie A e investiu mais de 100 milhões de euros neste defeso. Santi Castro chega para melhorar o ataque, tal como o promissor Rodrigo Mora, que gerou muito entusiasmo na capital italiana, enquanto Molina e Koulierakis são nomes para aumentar a competitividade na linha defensiva. A permanência de Manu Koné e Malen é igualmente uma boa notícia para os Giallorossi, mas a Roma é um clube que vive muito entre o 8-80, o que tanto pode resultar numa super época como num fracasso. Já o Como é um dos projetos mais sólidos da Serie A nesta altura. Depois do surpreendente top-4 na época passada, que valerá a presença inédita na Champions, Fàbregas tem o desafio de manter a qualidade exibicional e os bons resultados. O emblema do Norte de Itália investiu forte em Nico Paz, a estrela da equipa e um dos principais do Calcio, sendo que Kaiki e Yan Couto são laterais que encaixam no modelo de jogo. Já Chalobah entra para dar mais força ao eixo defensivo, enquanto Liberali traz perfume nas botas para se juntar ao ’10’ e a Baturina. Qualidade não falta, mas a dúvida está na combinação entre campeonato e provas europeias. Por outro lado, o Nápoles viu Conte sair, que é uma garantia de resultados, e De Laurentiis apostou em Massimiliano Allegri para a sucessão. Muita experiência e currículo, mas os últimos trabalhos deixaram a desejar. O plantel é praticamente o mesmo, mas é uma incógnita o nível coletivo para 2026/27. Por fim, na piscina dos grandes importa olhar, ainda, para o AC Milan, de Rúben Amorim. O português entrou em San Siro com um discurso de esperança, já procurou revolucionar (afastou nomes como Fofana, Nkunku, Giménez e Tomori) e viu o clube gastar mais de 150 ME. Cerca de metade foram investidos em Gonçalo Ramos, bicampeão europeu, que deixou Paris para ser a estrela do ataque dos Rossoneri, ao passo que Diego Moreira, Diawara e Mario Gila procuram a afirmação internacional. Poderá haver espaço para alguns jovens da formação surgirem, no habitual 3-4-3 do ex-técnico do Man Utd; Modric e Rabiot também continuam (tal como Pulisic e Leão, para já), mas a pré-época deixou sinais intermitentes e que tornam o objetivo mais virado para o top-4 do que para o 1.º posto. Na luta pela Europa poderá ainda surgir mais um quarteto: Lazio, Atalanta, Fiorentina e Bolonha. A formação laziale entrou na época a ser eliminada na Taça frente a um adversário da Serie B, o que gera já pressão para Gattuso, e não existiram grandes recursos para melhorar o elenco. Já o Bolonha trouxe Domenico Tedesco para liderar no banco e a dupla Piccoli-Dovbyk para o ataque, sendo que continua a manter um plantel bastante equilibrado. Muita expectativa gera também a Fiorentina, de Fabio Grosso, possivelmente a equipa que mais mexeu, com mais de 120 ME desembolsados. Matteo Pellegrini, Mastantuono, Dragusin, Atta, Oulai ou o português João Mário são nomes que estão a animar as hostes do conjunto Viola e, caso Moise Kean fique, o ataque à Europa é real. Por fim, a Atalanta, agora de Maurizio Sarri, comprou pouco (Kristensen e Gaetano), mas não perdeu ninguém, além de Djimsiti, e, por isso, o italiano tem pressão para fechar no top-7. Na restante tabela classificativa, emblemas como o Sassuolo, o Torino e a Udinese devem proporcionar bons testes às principais equipas, ao passo que Génova, Parma; o Cagliari, de Zé Pedro; o Venezia (investiu em nomes cotados como Halhal, Bella-Kotchap, Tierry Correia, Sohm ou Akor Adams), Frosinone, o Lecce (ainda com Tiago Gabriel) e o Monza, de Mangas e Gustavo Varela, deverão lutar pela permanência. Com isto tudo, os colaboradores do Visão de Mercado arriscaram uma previsão e o Inter foi o mais votado para campeão. As escolhas:

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