Começaram hoje a Ligue 1 e a Bundesliga, com os dois campeões em acção. O PSG escorregou na estreia, cedendo um empate (1-1) em Montpellier. Cabella, um dos melhores em campo, deu vantagem à equipa da casa, Maxwell empatou no segundo tempo. Uma exibição fraca da turma de Laurent Blanc, idêntica à protagonizada na Supertaça. O 4-4-2 com Lucas e Pastore como falsos extremos não está a dar bons resultados. Para além de retirar influência aos dois criativos, torna a equipa demasiado dependente das subidas dos laterais e de rasgos individuais. É o que dá ter tantos jogadores para as posições ofensivas, obriga a adaptar o sistema, de forma a que possam jogar. No Le Mosson, os parisienses tiveram muita posse de bola mas pouca capacidade para criar situações de golo e pouca presença na área (Cavani estreou-se), frente a um conjunto aguerrido e que apresentou um bloco baixo. Parece claro que falta um médio de top a este plantel – Verrati cometeu muitos erros no passe. Quem poderá aproveitar é Rabiot, jovem francês com uma qualidade enorme.
Na Allianz Arena, o Bayern derrotou o B.Mönchengladbach por 3-1, com golos de Robben, Mandzukic e Alaba (Dante marcou na própria baliza). Em Munique, onde na época passada os bávaros trucidaram praticamente todos os adversários, disputou-se um encontro relativamente equilibrado. Guardiola optou por manter a base do último ano (ao contrário do que havia feito na Supertaça, também por algumas lesões) e a equipa respondeu, marcou cedo, dilatou a vantagem e geriu as incidências do encontro, sem apresentar, no entanto, aquele futebol asfixiante que a caracterizava. Do lado da equipa de Lucien Favre, que tem tudo para fazer um campeonato tranquilo, destaque para Raffael e Herrmann, que mostrou pormenores de grande qualidade.
Volta a Portugal – Rui Sousa venceu a segunda etapa da prova – algo injustamente, já que Joni Brandão e Danail Petrov chegaram ao final com vantagem, mas enganaram-se no percurso e tiveram uma queda que comprometeu o triunfo -, com chegada a Viana do Castelo. O ciclista da Efapel aproveitou e deu a primeira vitória aos portugueses, num dia em que Marcel Wyss (IAM Cycling) vestiu a camisola amarela.
Na Allianz Arena, o Bayern derrotou o B.Mönchengladbach por 3-1, com golos de Robben, Mandzukic e Alaba (Dante marcou na própria baliza). Em Munique, onde na época passada os bávaros trucidaram praticamente todos os adversários, disputou-se um encontro relativamente equilibrado. Guardiola optou por manter a base do último ano (ao contrário do que havia feito na Supertaça, também por algumas lesões) e a equipa respondeu, marcou cedo, dilatou a vantagem e geriu as incidências do encontro, sem apresentar, no entanto, aquele futebol asfixiante que a caracterizava. Do lado da equipa de Lucien Favre, que tem tudo para fazer um campeonato tranquilo, destaque para Raffael e Herrmann, que mostrou pormenores de grande qualidade.
Volta a Portugal – Rui Sousa venceu a segunda etapa da prova – algo injustamente, já que Joni Brandão e Danail Petrov chegaram ao final com vantagem, mas enganaram-se no percurso e tiveram uma queda que comprometeu o triunfo -, com chegada a Viana do Castelo. O ciclista da Efapel aproveitou e deu a primeira vitória aos portugueses, num dia em que Marcel Wyss (IAM Cycling) vestiu a camisola amarela.



34 Comentários
Bruno
Não gostei nada do Bayern. O Guardiola ainda vai estragar aquilo, se fizer um mau trabalho sai da Alemanha humilhado, com esse plantel tinha obrigação de ganhar tudo.
Paulo Almeida
mas se correr bem vai ser considerado (ainda mais) um génio que revolucionou o futebol
VascoMoreira
Sinceramente… um génio porquê? Não lhe consigo atribuir o mérito que o senhor lhe atribui.
Pedro R,
O Bayern no meio campo está com um problema similar ao que vemos no Braga, falta intensidade e equilíbrio defensivo
Rodrigo
PSG a escorregar logo no 1º jogo, mas acredito que com o plantel que tem, nomeadamente com a qualidade das soluçoes ofensivas que possuem (Lavezzi, Menez, Lucas, Pastore, Ibrahimovic ou Cavani), serao os campeoes franceses no final da temporada. O Monaco fez algumas boas aquisiçoes, mas ainda esta longe do actual campeao em termos de qualidade e de profundidade de plantel, embora possa beneficiar da total concentraçao no campeonato, enquanto que Marselha, Bordeus e Lyon poderao dar luta, mas correrao por fora.
Em relaçao ao Bayern, entrada vitoriosa de Guardiola no campeonato e frente a um adversario que tem dado problemas aos bavaros nos ultimos anos. Guardiola pediu tempo no final da partida, uma vez que ira alterar um pouco a forma de jogar da equipa nos ultimos anos, sendo que eu era um particular fa do futebol de transiçoes, velocidade e potencia fisica do Heynckes. Veremos como correra esta experiencia, mas com o grande plantel que tem a disposiçao a massa associativa querera resultados de grande dimensao esta epoca novamente.
Por fim, indo a Volta a Portugal, nao gostei nada da vitoria do Rui Sousa hoje. Depois de uma fuga o Joni Brandao entrou bem na frente na ultima subida e nao merecia que a sua propria equipa impusesse ritmo e atacasse na parte final com o Rui Sousa, sendo que a isso nao e alheia a inexistencia de comunicaçoes. O Joni manifestou-se triste no final e parece-me que tem razao para tal, sendo que veremos que impacto tera esta vitoria no equilibrio do grupo da Efapel, uma autentica "Dream Team" do pelotao nacional e que e a principal candidata a vitoria (Rui Sousa, Hernani Broco, Arkaitz Duran ou Cesar Fonte sao excelentes opçoes).
Por outro lado, o Danail Petrov seria o vencedor natural da etapa se nao se tivesse enganado no caminho, sendo que a trajectoria involuntaria do Joni nao o ajudou nada, uma vez que o bulgaro estava ja com alguma vantagem a poucos metros da meta. Tambem ele se manifestou frustrado naturalmente.
Por fim, Wyss, um dos ciclistas estrangeiros mais mediaticos da prova, assumiu a liderença, mas no Domingo, na Srª da Graça, poderemos ver a primeira selecçao e aferir quem sao os ciclistas em boa forma e quais aqueles que começarao a desiludir.
Fábio Teixeira
Excelente análise Rodrigo. Concordo com tudo.
Anónimo
Tou curioso para ver que vai acontecer com o Bayern esta temporada. Tenho a sensação também que o Guardiola pode vir a estragar este plantel de sonho, da qualidade dos galácticos do Real Madrid, ainda para mais quando estão a despontar imensos talentos da academia, como o Can por exemplo. Ainda mais importante que golear em todas as jornadas, vai ser interessante ver como é que o treinador vai gerir os egos, pois até com outro 11 que não o que jogou hoje, continuava a golear equipa atrás de equipa. É provavelmente dos melhores desafios dos últimos anos no futebol, trocar um sistema de jogo que goleava sucessivamente até uma das melhores equipas de todos os tempos (Barcelona).
Nuno Barros
Rodrigo
Se ha alguem que sabe lidar com jovens e o Guardiola, sendo que o Can que referiu foi emprestado ao Leverkusen.
Enak
Correção: O Can foi vendido ao Leverkusen (assinou por 4 épocas creio) e o Bayern tem cláusula de recompra ;)
Rodrigo
O PSG podia atacar o Witsel ou o Matic para o meio-campo.
Fábio Teixeira
Corrijam-me se estiver enganado, mas parece-me que o Bayern jogou numa espécie de 4-1-4-1 com Schweinsteiger a médio defensivo e Kroos e Müller mais avançados no centro do terreno (isto referindo-me apenas ao meio-campo). Robben e Ribery nas linhas, mas sempre em alta rotação, ocupando muito bem o corredor. Destaque para as substituições, que pareceram todas de cariz defensivo (em 3 substituições, Guardiola retirou Schweinsteiger, Müller e Kroos para por a jogar dois defesas e um médio defensivo).
Quanto ao PSG, o 4-4-2 de Blanc parece ser o sistema tático que irá prevalecer para esta época, com um avançado mais recuado (Lavezzi primeiramente) no apoio ao ponta de lança (Ibracadabra). Verratti (que na minha opinião esteve muito faltoso) e Matuidi continuam a ser a dupla de médios que ocupa o espaço central do meio campo. Lucas e Pastore mantêm-se como titulares (acabaram muito bem a época transata). Marquinhos e Digne não foram utilizados.
Visão e Desporto
Por acaso hoje foi o Ibra que jogou mais recuado. Para a segunda parte o Blanc mudou, o sueco jogou mais como referência e a equipa esteve melhor.
Fábio Teixeira
O Lavezzi tem características de segundo avançado. Já o Ibra, gosta de receber e pegar na bola, e isso vê-se pois ocupa muitas vezes o meio campo da equipa. Joga muito bem de costas para a baliza, pelo que ser a referência no ataque não é um problema para ele.
Luís Borges
Não vi o jogo do PSG. Penso que a equipa ainda vai ter tempo para assimilar as ideias do Blanc e também para integrar algumas das aquisições desta época que têm tudo para ser titulares. Penso é que este sistema expõe muito a equipa defensivamente… Pastore na direita é obrigado a grandes esforços aos quais nunca teve de se habituar anteriormente, os dois avançados também não gostam muito de ajudar na altura de recuar (aí o Cavani já vai ser um upgrade porque na Taça das Confederações percebi que o uruguaio não nega quando realmente tem o dever de dar uma mão no processo defensivo). Basicamente é a dupla Verratti-Matuidi (especialmente o francês) que aguenta com o peso da equipa. Na defesa, nunca compreendi a aposta no Alex… No plantel já havia Sakho e agora chegou Marquinhos. Tudo bem, não têm tanta experiência, mas certamente o dobro da qualidade. Contudo, penso que ao longo da época o onze andará perto disto: Sirigu; Maxwell, Thiago, Marquinhos, Jallet; Matuidi, Verratti, Pastore, Lucas; Cavani e Ibrahimovic. No banco ainda há Sakho, Digne, Van der Wiel, Thiago Motta, Chantôme, Ménez e Lavezzi… Incrível.
Quanto ao Bayern, vi cerca de 30 minutos do encontro. A equipa apresentou um onze próximo daquele que considero ser o melhor. A defesa é aquela, sem dúvida. Com um Dante com confiança e a jogar como na época passada, é talvez o quarteto defensivo mais forte do mundo. O trio de ataque também é o esperado. No meio-campo é que se podem tirar algumas ilações: jogar com Kroos e Muller a médios interiores à frente de um homem que nem trinco puro é (Schweinii) é sinónimo de dar pouca consistência defensiva e capacidade de recuperação. A entrada do Javi Martinez é imperial, na minha opinião. A equipa ainda não está com a capacidade ideal de manter a bola e aquele trio médio ainda não está a dar aquilo que o Guardiola quer, disso não duvido. Aliás, os melhores momentos que observei foram os ataques rápidos conduzidos pelo incontornável Ribery que parece ter realizado uma excelente exibição. Gostava de ver um onze do género: Neuer; Alaba, Dante, Boateng, Lahm; Martinez, Schweinsteiger, Thiago Alcantara; Ribery, Robben e Muller. Isto porque vi na pré-epoca este trio de ataque e gostei muito. O Muller é um jogador inteligente, com golo, e encaixa bem a falso 9 (trocando muitas vezes com o Robben). Vamos esperar para ver a evolução da equipa.
Luís Borges
Correção: o Pastore atua, isso sim, pela faixa esquerda. Pequeno lapso.
Rodrigo
Vi um jogo contra o City penso eu em que o Muller jogou a 9 e nao me pareceu uma boa opçao. Parece-me inadaptado a essa posiçao e o alemao e um jogador que precisa de metros para galgar, onde possa impor a sua tremenda capacidade fisica, sendo que me parece que podera ser mais uma opçao para o lugar do Robben.
Sendo assim, gostava de ver o seguinte 11:
GR: Neuer
DD: Lahm
DC: Boateng
DC: Dante
DE: Alaba
MDF: Javi Martinez
MC: Thiago Alcantara
MC: Kroos
MD: Muller
ME: Ribery
PL: Mandzukic
PS: E dificil deixar Robben, Schweinsteiger e Luiz Gustavo (ao que tudo indica esta no mercado) de fora, mas so podem jogar 11 e acredito que estes jogadores jogarao bastante numa epoca longa. Parece-me tambem que frente a adversarios mais frageis que o Javi Martinez podera ser central e o Schweini entrar para trinco. No entanto, seria importante os bavaros adquirirem um central de topo se houver essa capacidade.
Fábio Teixeira
Concordo com o teu comentário Luís Borges.
Aquando da transferência do Thiago Alcântara para o Bayern disse que o 11 de Guardiola ia ser:
GR: Manuel Neuer
DD: Philipp Lahm
DC: Javi Martínez
DC: Dante
DE: David Alaba
MD: Bastian Schweinsteiger
MC: Toni Kroos
MC: Thiago Alcântara
ED: Arjen Robben
EE: Franck Ribery
AV: Mario Götze
Vamos ver se não ando muito longe da realidade.
Fábio Teixeira
Concordo em parte com o que dizes Rodrigo, mas não me parece que o Schweinsteiger vá ficar de fora do 11 base. Mais depressa vai o Kroos.
Luís Borges
Também pensei nesse onze que referiste. O Schweinsteiger é dos meus jogadores preferidos já de há muito tempo… E por isso gosto sempre de o ver jogar, nem que a sua forma não seja a mais indicada (neste momento ainda está 2 ou 3 "rotações" atrás relativamente ao seu auge na época passada). Um central seria bem vindo, é certo, até porque o Van Buyten já não dá para este nível e o Badstuber está um crónico lesionado. Mas lá está, é difícil escalonar um onze com tanta qualidade. Seja como for, o Thiago é indiscutível (até para Guardiola). Nos sub-21 espanhóis ele jogou à frente do Illarramendi e do Koke, e gostei muito do resultado… Aqui podia funcionar da mesma forma, ou até com um Schweini ao seu lado e o Javi mais recuado. Quem pegou de estaca e neste momento não sairá da linha da frente da equipa é o Robben. Dificilmente ficará no banco enquanto estiver saudável, até porque tem feito pela vida.
Luís Borges
Fábio, como é possível: olha que até me esqueci do Gotze… Tamanha é a qualidade deste plantel!
Rodrigo
Sim e verdade, mas a epoca e longa e duvido que o Robben consiga ter uma epoca sempre com um rendimento elevado e sem lesoes. Gosto bastante do Muller, pelo que me custa deixa-lo de fora, mas admito que nesta fase e suplente.
Em relaçao ao Schweini, e verdade que e um historico do Bayern e que em principio nunca sairia do 11, mas face ao que Guardiola quer Thiago e Kroos sao jogadores com maior capacidade para ter bola e a fazer circular com grande qualidade. Gotze quando estiver restabelecido podera ser tambem um elemento a ter em conta, pelo que a qualidade do plantel do Bayern e tanta que o Guardiola mudara o 11 praticamente todas as semanas.
Fábio Teixeira
O Götze é um dos meus jogadores favoritos. Pessoalmente, até sou parecido com ele (salvas a diferenças qualitativas) – jogo a 10 em 4-2-3-1 e a falso avançado em 4-3-3.
Rodrigo
Tambem me tinha esquecido do Gotze xD
miguel santos
para mim o bayern necessita de um ponta lanço… mas aquele meio campo deve ser javi, schweinsteiger, ribery, robben e depois um dos outros 3. Guardiola vai ter um trabalho muito dificil para saber quem vai deixar de fora. Gotze, robben ribry, javi, schweins, kroos, muller, thiago ate mete medo
Luís Borges
Estou a ver o tipo, em que clube jogas? Eu cá sou mais um extremo na terminologia portuguesa ou, ao bom estilo americano, um Small Forward (SF). Também posso dar uns toques a shooting guard, mas aí já os apanho mais rápidos e sujeito-me a "ficar nas covas" como o Luisão bem me habitua no meu Benfica. ahah
Fábio Teixeira
Eu também tenho essa opinião miguel santos, mas não me parece que seja isso que Guardiola pretenda. Ou se for atacar um avançado deverá ser só para o ano (Lewandowski é um sonho antigo).
Fábio Teixeira
Jogo no clube da minha terrinha (Sobrosa), mas já tive algumas ditas "propostas" (Lousada, Paredes, Freamunde), mas não estou para investir grande coisa no futebol. Estou mais virado para a faculdade.
diogoribeiro
O PSG num 4-2-3-1 com Ibramovich como 10 ficava muito melhor na minha opinião.
Rodrigo
Nao me parece que isso seja possivel. Quanto muito encostava-se o Cavani para uma ala fazendo movimentos interiores.
Trust3r
À muito tempo que Herrmann apresenta qualidade. Bom jogador.
Ricardo Ricard
Ou muito me engano ou o Guardiola não ganha nada esta época…
Anónimo
As duas questões que de momento que se colocam a Guardiola têm a ver com a inclusão de Javi Martinez como titular, conferindo uma maior consistência defensiva e maior capacidade de pressão ainda no meio-campo adversário e tirando um dos médios mais ofensivos (Kroos ou T. Muller) e ainda o facto de jogar ou não com um PL como Mandzukic ou em opção, tal como no Barcelona, inventar uma espécie de Messi que funcione como pivot atacante, mais móvel, com maior rapidez de movimentos, o homem do penúltimo toque, mas sem poder dar o corpo ao manifesto, e que poderá ser o lugar destinado a M. Gotze. Uma coisa me parece certa, o tiki-taka á espanhola, dificilmente resultará quer no B. Munique quer no campeonato alemão e ontem eram audíveis alguns assobios quando a equipa retinha a bola demasiado tempo sem visar a progressão no terreno.
Fernando Silva
nando
É uma aberração essa de não haver rádios durante as etapas.
O que seria no Futebol, Hoquei Patins, Basquetebol, Andebol, Futsal etc, se não pudesse ir ninguém para o banco dar orientações às equipas.
Quanto à etapa de ontem, não acho que a Efapel tenha conduzido mal a corrida e dessa forma terem tirado a hipótese do Joni Brandão ter vencido a etapa.
1º- O Joni Brandão não é um trepador.
2º – O Joni Brandão já vinha isolado há muitos km e desta forma cansado.
3º – Com a falta dos rádios para comunicação, o recuo do carro de apoio que acompanhava o Joni, indicava que o ciclista se encontrava a menos de 1 minuto.
4º – O endurecer a corrida logo no inicio da subida, teve o condão de reduzir drásticamente o plutão, ficando com mais hipóteses de êxito.
5º – Reparou-se que na altura que o ciclista que acompanhava o Joni Brandão na fuga foi apanhado pelo plutão comandado pelos homens da Efapel, esta equipa saiu da frente deste mesmo plutão.
6º – Não acho nada injusta a vitória do Rui Sousa pois ele foi dos que mais lutou para a consegui-la.
7º – Rui Sousa nada teve a ver com o que aconteceu ao Petrov.
8º – Saber aproveitar os erros dos outros também é uma virtude e Rui Sousa teve o mérito de o saber fazer.
9º – Rui Sousa ganhou numa montanha nada adequada ao perfil dele, o que ainda dá mais brilho à sua vitória.
Por tudo isso acho que foi justíssima a vitória do Rui Sousa apesar de reconhecer que o Joni Brandão depois de ter feito cento e tal km em fuga, também a merecia.
Rodrigo
Ninguem discute a vitoria do Rui Sousa. A verdade e que numa equipa deve-se trabalhar em conjunto e a Efapel nao deveria ter feito nada enquanto o Joni estava na frente. No entanto, sem radios, vou acreditar que isso estava planeado a partida e que nao havia nada a fazer, mas percebo completamente a frustraçao do Joni e acho que isto pode criar barreiras no equilibrio de grupo.