
O espanhol continua em busca da sua melhor forma (e resultados), ainda que a concorrência seja cada vez mais dura. No torneio de Pequim, que não contará com a presença de Novak Djokovic (lesionado), o antigo líder do ranking terá por certo uma palavra a dizer, ou não fosse ele conhecido pela sua resiliência e competitividade.
Rafael Nadal é claro e peremptório: o principal objectivo na sua participação no ATP 500 de Pequim, que começa na próxima semana, passa mais por recuperar o seu nível de jogo e não tanto por ser campeão. Na véspera de rumar a território chinês, e em entrevista à IB3, cadeia de radiotelevisão espanhola, o 4.º classificado da lista mundial mostrou-se satisfeito com a preparação realizada para os torneios asiáticos. “Estou feliz. Tive uma boa semana de treino. Esta [pequena] digressão é complicada, com dois torneios difíceis, mas estou com ganas de competir”, assegurou. Em 2015, Nadal foi finalista em Pequim e semifinalista em Xangai, mas ressalvou que o principal objectivo para as próximas semanas é voltar a encontrar o seu ténis, sem a preocupação se ganha ou não títulos. “O meu objectivo é regressar ao nível que apresentei antes de Roland Garros, que era muito bom. Os torneios de Pequim e Xangai são muito competitivos, é preciso estar a 100% desde a primeira ronda. Oxalá consiga repetir os resultados do ano passado”, indicou.
João Correia


4 Comentários
Renato
Nunca gostei muito do Nadal porque sempre fui grande fã do Federer e o tenista espanhol, aquando do seu auge, representou para mim a ínicio do fim do mito Roger Federer. Acabando com a imagem do Suiço de Extraterrestre.
Por outro lado, sempre preferi os jogadores mais espectaculares.
No entanto com o passar dos anos fui começando a apreciar o estilo de jogo do Maiorquino e neste momento é para mim um dos maiores exemplos no desporto mundial, sobretudo devido à sua forte força de vontade que o tornou um dos melhores tenistas de todos os tempo.
Kafka
Nunca mais teremos o Nadal dos 20/21 Anos que era um Animal e o único que foi realmente capaz de tratar por TU o melhor de todos (Federer), ainda assim gostava que regressasse a um nível em que pelo menos desse luta ao Djoko, para haver mais competitividade no circuito, pois actualmente quando Djoko esta a 100% só mesmo o Wawrinka lhe dá alguma luta..
Gostava ainda de o ver vencer o ATP Tour Finals, que é o único titulo que lhe falta vencer na carreira, mas é extremamente difícil ele conseguir isso, mas veremos
Joao Leal
O Nadal era movido a dopping. Se o ténis tivesse tanto escrutínio como o ciclismo ele já tinha sido apanhado há muito tempo
Paulo Monteiro
Com que facilidade que se diz uma barbaridade…
Provas? zero!
Acompanho a sua carreira desde os 18 anos (lesionou-se no pé no Estoril Open), e subiu a pulso, uma progressão extraordinária apesar de não ter os recursos do Federer.
Compara-o na sua ascensão como o CR7 e Messi. O talento nasceu com um e a progressão através do trabalho para o outro!
Falar em doping sem provas nem indícios, é inaceitável e inqualificável!