Nuno Santos tem sido a unidade mais fraca do Sporting neste arranque de época, abusando dos maus cruzamentos e incapacidade técnica no 1 contra 1, e Amorim destacou que o esquerdino pensa demasiado no que jogou e no que não jogou. “O Nuno é um dos jogadores mais importantes desde que estamos cá, continua com a sua intensidade e continua com o seu grande problema, que é: ele joga este jogo e joga o jogo passado em que não jogou. Acabou este e de certeza que já está a pensar se joga o próximo, isso é um problema porque o afeta durante a semana, já lhe disse”.


3 Comentários
Antonio Clismo
Nuno Santos, Esgaio e Matheus Reis são os novos Coates, Neto e Adán.
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Têm que estar preparados para jogarem menos e terem mais responsabilidade no balneário a ajudar os mais novos a evoluir.
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Todos contribuem para ganhar jogos, por vezes de formas bem diferentes.
Pao com Presunto
Se calhar, porque o Nuno percebe que é neste momento o elo mais fraco da equipa, a par de Esgaio. Ao contrário do segundo, Nuno Santos terá um papel importante na equipa pela sua intensidade e experiência no grupo, mas em situação normal Araujo acabará por se afirmar, ficando Quenda (grande surpresa da época, quem o viu nas selecções jovens este verão não diria que poderia estar a ter este impacto tão depressa) e Geny a lutarem pela posição no outro lado.
Nuno Santos tem o cruzamento como a sua melhor arma, mas quem vê os jogos do Sporting sabe que o Gyokeres não é (pelo menos ainda) forte no cabeceamento (os melhores cabeceadores saíram, Coates e Paulinho). Ou seja, pólvora seca.
Mesmo nesta semana o RA foi instigado a falar sobre a situação do Esgaio, que fez os primeiros minutos, e comunicou bem que conta com o jogador, mas conta para “defesa”. Ora, neste esquema, como sempre se viu, não acrescenta o que quer (verticalidade de jogo, velocidade e facilidade de drible). Mesmo para central, já parte atrás de Fresneda (esse sim, um activo que tem de se tentar valorizar).
A posição de ala é, sempre foi, a mais fulcral no esquema de RA. E isso notou-se bem quando RA perdeu Nuno Mendes e Porro no espaço de pouco tempo. Neste sentido, Geny foi uma lufada de ar fresco no futebol praticado.
Freud
Basicamente sofre quando n joga. Psicologicamente fica condicionado por ficar na espectativa semana a semana se joga ou não e com o passar da semana cria as suas “deduções” se será titular ou não e ainda fica mais condicionado se achar que n ira jogar… Muita instabilidade emocional com uma pitada de imaturidade.
Se quer jogar tem que sempre dar o litro nos treinos e n deixar a mente lhe pregar partidas.
Foco… e auto gestão de espectativas esse é o seu “mal”