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“Vencer Grand Slams na era do Big 4 torna-se mais especial”

stan-wawrinka-could-be-novak-djokovics-biggest-threat-at-the-australian-open-1453132633Não há como negar que o suíço saltou definitivamente para a ribalta em janeiro de 2014, pós-conquista do seu primeiro torneio do Grand Slam. Fazê-lo numa era dominada principalmente por Federer, Nadal e Djokovic (sem esquecer Murray) realça ainda mais as conquistas do 3.º classificado do ranking.

A carreira de Stan Wawrinka conheceu um patamar superior em 2014, quando o suíço venceu o título de campeão do Open da Austrália. A partir desse momento, o atual número 3 do Mundo começou a ser encarado com outros olhos, assumindo-se como um dos principais candidatos ao troféu de qualquer torneio que dispute.

“Desfrutar do título que conquistei em Nova Iorque tem sido fácil para mim, ao contrário do que aconteceu em Melbourne onde tinha várias interrogações na minha cabeça. Não fazia ideia do que iria acontecer”, admitiu o suíço de 31 anos, em entrevista ao jornal diário suíço “Neue Zürcher Zeitung”.

Wawrinka conta com três títulos do Grand Slam no currículo (Open da Austrália 2014, Roland Garros 2015 e Open dos Estados Unidos 2016) e recusa-se a compará-los. “Cada título é especial e, definitivamente, eu não esperava ganhar três em três anos. Consegui-lo na mesma era de Nadal, Djokovic, Murray e Federer faz com que seja ainda mais especial”, sublinhou.

A competir esta semana no torneio de Basileia, onde defende o estatuto de cabeça de série número 1, Stan Wawrinka procura conquistar a prova pela primeira vez na carreira, depois de ter alcançado as meias-finais em 2006 e 2011. E este ano não há Roger Federer em ação. “É uma pena o Roger não estar aqui, especialmente para o torneio e fãs. Ele esteve presente nas últimas dez finais [sete títulos averbados], é de loucos”.

O tenista natural de Lausana não deixou de comentar a suspensão do circuito de Nick Kyrgios. “Ele será um dos melhores jogadores do mundo no futuro. No entanto, um jogador precisa de ser punido quando faz algo de errado. Trabalhar com um psicólogo pode ser uma boa opção para ele. Kyrgios tem uma personalidade forte, para o bem ou para o mal”, observou.

João Correia
Author: João Correia

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