Entre 1988 e 1994 foi o ídolo de uma boa parte dos portugueses.
Há precisamente 26 anos, Ayrton Senna – tricampeão mundial de Fórmula 1 nos anos 1988, 1990 e 1991 – foi vítima de um acidente fatal no Grande Prémio [GP] de San Marino, a 3ª prova do campeonato. O brasileiro embateu contra o muro da curva Tamburello a 230 quilómetros por hora, no Grande Prémio de San Marino, em Ímola.


7 Comentários
Mantorras
“If you dont go for a gap that exists, you are no longer a racing driver.”
Ha pilotos e ha corridas, depois ha pilotos de corridas :)
Saudades do Senna, do motoGP e da minha menina que esta tao polida que ainda vai perder a cor.
M'difh
Cá está… A prova que para se ser considerado o Melhor de Sempre não é preciso ter os números ou os títulos. Este Homem (é assim que merece ser tratado) deixou a sua marca, até entre os seus maiores rivais, e NUNCA existirá, repito NUNCA existirá piloto mais lendário que Ayrton Senna. O legado que ele deixou é muito maior do que qualquer Fangio, Villeneuve, Prost, Schumacher ou Hamilton desta vida, sem querer tirar mérito aos mesmos. Temos Ayrton Senna… E o resto… RIP LEGEND
Gunnerz
Nunca é uma palavra muito forte.
VettelF1
Na minha opinião o Jim Clark foi mais lendário que o Ayrton Senna. Não teve foi a visibilidade do brasileiro. Creio até que o Clark era o ídolo do Senna
TheGolden
Este GP nunca deveria ter sido realizado.
Através do documentário “Senna” dá para perceber o medo nesse fim de semana.
Não abriram os olhos a tempo de salvar o brasileiro e outros que faleceram, mas foi preciso isto para salvaguardarem de uma vez por todas os principais protagonistas da F1, os pilotos.
AGomes
e foi por muito pouco que rubens barrichello também não morreu, no mesmo gp.
joaoazevedo952
foi preciso morrer um dos maiores para que a segurança na F1 fosse revista, nos dias de hoje, o acidente do Senna, não passaria de um abandono frustrante, é bom saber que hoje em dia estes pilotos são muito mais atletas do que, malucos que andam às voltas em pistas a arriscar a própria vida… infelizmente as excepções Bianchi e Hubert fazem a regra