E grave é eu conhecer alguém que trabalha num lar com perto de 100 utentes, foi de férias para o Algarve e quando voltou não foi testado pela instituição.
Fez o teste por descarga de consciência a título pessoal.
hortalica
Posted
Setembro 18, 2020 at
4:32 pm
Isso depende das instituições. Eu conheço gente a trabalhar em Centros de Dia e de Apoio a Idosos (e não só) que são IPSS (ou lá como se diz) em que o dinheiro não abunda e mesmo assim fazem testes regularmente e com muitos cuidados por parte das Instituições (desde as senhoras/es que tratam dos idosos, até assistentes sociais, motoristas, etc), porque se preocupam com os idosos e também sabem que são o negócio. O que se passa nesse lar é o que se passa em muitos lares, falta de profissionalismo por parte de quem os dirige. Se um idoso apanha convid e está num lar a probabilidade de sobreviver não é muito alta, logo a probabilidade de perderem um “cliente” não é muito baixa. Primeiro deviam ser preocupar com os idosos porque são pagos para isso, mas se não fosse por isso ao menos deviam-se preocupar com o negócio, porque podem perder clientes (morrer de convid) e é do interesse manter a casa cheia para entrar mais dinheiro (como em qualquer negócio). Qualquer dos casos é mau…
Miguel Marques
Posted
Setembro 18, 2020 at
5:04 pm
Vamos lá com calma.
Os testes devem ser feitos. Com criterio.
Agora o criterio nao deve ser – sou profissional de saude!
Para além disso há muito mais cuidados para alem do testar. esses sim de forma diaria, constante, sem falhas, sem excepções.
A exemplo, novamente o profissionalismo existe em todos os ramos. Com certeza que havera lares que nao cumprem as normas. Mas não será com certeza o problema maior a realização de testes. Até pq os testes com P1 (pedido do medico assistente) nao implica custos para as instituições (problema que levantas).
Rambum
Posted
Setembro 18, 2020 at
3:48 pm
Acho que o titulo da noticia diz tudo!!!
Reparem que um profissional de saude fez 0 testes!!!! Imaginem o impacto entre ele contaminar alguem ou um jogador!!
Mas calma que o que importa sao os jantares do Chaves que porpocionou o belo circo que foi a semana passada!!! Sera que a DGS sonha onde jantam e com quem e quantas os profissionais de saude.. que estao em verdadeiras zonas de alta probabilidade de infeção???
ENfim.. isto da pandemia so veio deixar mais a nu a quantidade de incompetentes que temos a gerir o nosso pais!!
Chico
Posted
Setembro 18, 2020 at
5:13 pm
Sim, a culpa é dos profissionais de saúde que andam a jantar com toda a gente por aí em zonas de alta de probabilidade de infeção. E claro que os jogadores de futebol usarão sistemas de proteção e distanciamento social durante a sua atividade profissional, tal como os médicos. O Benfica deu um bom exemplo disso mesmo durante a segunda parte contra o PAOK, só faltaram as máscaras e o Rafa com a barba que tem quase que nem precisava.
Mike-UK
Posted
Setembro 18, 2020 at
5:39 pm
já viste um profissional de saúde “equipado”?
entre máscara cirurgica, máscara de protecção, viseira e veste, achas que mesmo estando positivo mas assintomático, representam algum risco para as dezenas de pessoas com quem interagem diariamente?
Já viste um jogador de futebol equipado? Achas que mesmo estando positivo e assintomático, o facto de só usar uma máscara, que até a retira antes de entrar em campo, não representa um risco de contágio muito maior do que um médico?
Mas vocês prestam atenção às circunstancias ou para vocês chouriços e linguiças é tudo o mesmo por ser fumeiro?
Estigarribia
Posted
Setembro 18, 2020 at
3:54 pm
Cabe aos clubes tentarem minimizar o máximo que puderem eventuais danos causados pelo COVID-19 senão corre-se o risco desta temporada terminar só lá para 2022. Penso que, e espero não chocar ninguém, deveria-se proibir os festejos de jogadores todos ao monte e aos abraços e passar os bancos de suplentes para as bancadas de forma a tentar evitar ao máximo o contacto físico. Bem sei que durante o jogo é inevitável o contacto físico, mas nos festejos, no banco com a devida distância de segurança e evitar qualquer cumprimento ou abraço no final do jogo já é uma grande ajuda na luta contra o COVID-19.
Saudações Leoninas
Antonio Clismo
Posted
Setembro 18, 2020 at
4:09 pm
Não se pode parar. É para isso que existem equipas B, sub23 e mesmo júniores e juvenis, se algum jogador tem o azar de ficar infectado e tem de ficar algumas semanas isolado, esse azar poderá ser a sorte de outro jogador, pode falhar, comprometer ou até mesmo impressionar e ganhar inequivocamente o lugar na equipa mas é isso que faz do futebol um desporto apaixonante, sempre em mutação e mudança.
E mesmo entrar com 8 jogadores em campo penso que isso não seria inédito no nosso futebol. Ainda há uns anos o União de Leiria teve que entrar em campo com apenas 8 jogadores.
Miguel Marques
Posted
Setembro 18, 2020 at
4:44 pm
Há demasiada confusão na cabeça das pessoas.
Sou médico e nunca fui testado. e bem!
Nao tive qualquer sintoma sugestivo desde Março.
Tenho todos os cuidados na minha pratica clínica diária.
O impacto de eu contaminar alguém é de facto enorme, mas por esse motivo, tenho comportamentos que minimizam esse risco. Material de proteção individual que me protege e protege os utentes que eu observo. Portanto na eventualidade de eu ser positivo (assintomatico) a probabilidade de eu ser um vector de transmissão é baixa pelo uso de material que minimiza essa possibilidade. Enquanto um Futebolista – inerente a sua pratica desportiva – nos treinos/jogos nao usa mascara e como tal é um vector importante.
Depois na minha vida fora do trabalho, mantenho as minhas preocupações, com uso de máscara sempre em qualquer tipo de actividade que envolva 3os. Não janto em espaços fechados publicos, nem com mais ninguém presente que não os meus familiares directos (e quando digo directos, são mesmo directos!)
Ao contrario do que vejo aqui escrito, os hospitais/CS não são verdadeiras zonas de alta probabilidade de infecção. Nesta fase, há maior risco na comunidade, inclusive houve semanas consecutivas onde nos hospitais no norte não havia casos positivos (das admissões na urgência) e na comunidade iam existindo.
O mesmo se poe nos Lares, onde tambem trabalho, e logicamente que se pode e deve minimizar contactos e desses contactos tornar menos provaveis o risco de infecao. Novamente testar nao é uma forma de prevenção mas sim de deteção.
Rambum
Posted
Setembro 18, 2020 at
5:20 pm
O Chaves esta a jogar agora, a sua equipa técnica mesmo com 3 testes negativos nao foi autorizada a estar presente!!
Penso não ser confusão achar que estão a fazer no futebol o que não se faz em mais lado nenhum!! Simplesmente é ridículo a disparidade de critérios usados..
Deixe-me acabar por parabenizar pela sua ética e cuidados no que toca fora de serviço.. mas nem todos sao como o Miguel, ate diria que a maioria nao tem metade desses cuidados no que toca a jantares, etc etc!!!
E digamos que se alguém for assintomatico.. é bem mais perigoso num profissional ou auxiliar de suade de qualquer jogador ou treinador!!! Ate porque no que toca a infetar familiares todos tem esse vector por norma.. mas no que toca a profissão penso que não é no futebol que esta o maior grupo de risco..
Alias se usassem os mesmos critérios que usam no futebol no resto da sociedade.. O PAIS parava em menos de um mes!!
Basta por exemplo reparar como no que toca a aviões..fecharam os olhos.. a taxa de ocupação ;) Claro que todos nos sabemos como são os avioes… e os bancos distam uns 4 ou 5 metros dos outros!!
Tiagok66
Posted
Setembro 18, 2020 at
5:40 pm
Que saudades de ver um comentário de um profissional de saúde ponderado e com não apela ao caos. O director do serviço de Infeciologia do S.João explicava há uns meses que estava totalmente tranquilo precisamente porque sabia que tomavam todas as precauções e mais algumas. ENquanto houve falta de EPI’s aí sim qualquer contacto com um infectado se torna de alto risto, a partir do momento em que existem EPIs e procedimentos estabelecidos o perigo é mais na comunidade do que na prática clinica propriamente.
Tiagok66
Posted
Setembro 18, 2020 at
5:44 pm
Aliás para termos tido os casos que tivemos no Gil e no Sporting é porque de facto ou falta de zelo nos cuidados a ter. Ter 1, 2 ou 3 infectados ok, a partir do momento em que são mais de 10 só prova que os testes acabaram por dar uma falsa sensação de segurança aos profissionais, sejam jogadores seja equipa tecnica. Eu posso fazer o teste, já estar infectado e dar negativo, assim como ser infectado 5 minutos após o ter feito. E o comportamento dos jogadores é como se os testes lhe conferissem imunidade, espero que isto sirva para consciencializar os jogadores e restante equipa tecnica
Miguel Marques
Posted
Setembro 18, 2020 at
7:10 pm
Se me permites Tiagok66 acrescento:
A pratica desportiva per se é factor de risco. Porque os jogadores têm actividade sem máscara. Ou seja de facto os jogadores (todos atletas que tenham actividade) são um grupo com maior probabilidade de serem infectados.
Chico
Posted
Setembro 18, 2020 at
9:34 pm
Sinceramente, acho que esta situação do Sporting foi deliberada para não terem problemas para a frente. Ficam com uma boa percentagem do plantel imunizada e lá mais para a frente compensam os jogos adiados agora.
For Dummies
Posted
Setembro 19, 2020 at
10:32 am
O desenvolvimento de anticorpos não torna o corpo imune ao vírus.
Como já foi descrito pela comunidade científica, houve casos (mínimos é certo) em que relataram re-infeção por SARS-Cov-2.
Ainda se sabe pouco sobre este vírus.
Mantorras
Posted
Setembro 18, 2020 at
4:47 pm
E nao e que o Carvalhal e capaz de ter sido o gajo que melhor resumiu isto tudo numa frase? Sem espinhas.
Pdmartins
Posted
Setembro 18, 2020 at
5:11 pm
Percebo o que o Carvalhal quer dizer, mas não tem razão nenhuma. Ninguém deve ser testado a não ser que tenha algum sintoma ou que tenha estado em contacto com alguém que acusou positivo. Os médicos apesar de estarem em contacto com muita gente, estão sempre devidamente protegidos, os jogadores de futebol suam uns para cima dos outros e andam aos abraços dentro de campo…
O mundo do futebol está a passar ao lado das regras, devemos sentir-nos priveligiados de estarem ao menos a tentar que as coisas andem para a frente. As regras da DGS são claras: caso tenhamos contacto com alguém que acusou positivo devemos entrar em quarentena profilática durante 15 dias, quando alguém é positivo, é questionado pelo seu centro de saúde quais as pessoas com quem teve contacto nos últimos dias, para que estes possam ser contactados pelos profissionais de saúde de maneira a serem aconselhados a resguardar-se.
No futebol apenas se está a isolar o positivo, mas não se está a isolar os contactos de risco. Isto é óbvio que irá originar vários casos dentro dos plantéis, porque hoje não estamos positivos mas podemos estar a incubar o vírus e daqui a 48h durante o jogo posso estar a passar o vírus a qualquer outro jogador.
Isto é uma situação muito delicada, o futebol não pode parar, mas a saúde está acima de tudo.
joaodjesus
Posted
Setembro 18, 2020 at
5:53 pm
o penultimo paragrafo diz tudo, e muita gente nao tem sequer nocao disso. dai a lenga lenga de jogar com os que deram negativo. Como se o negativo fosse garantia de seguranca.
Pulga
Posted
Setembro 18, 2020 at
6:04 pm
É a hipocrisia da sociedade. O que faz movimentar muito dinheiro não pode parar.
DNowitzki
Posted
Setembro 18, 2020 at
6:08 pm
Todos opinamos sobre tudo e, como é evidente, dizemos asneira atrás de asneira.
Onde quer chegar o Carvalhal? O futebol é a atividade mais controlada e o Gil tem quase uma vintena de infetados e o Sporting vai a caminho?
Por que razão disse ele “não” ao Flamengo, argumentando com questões de saúde familiares relacionadas com a COVID-19?
Ele deveria agradecer ter sido controlado 19 vezes (apesar do teste ser horrível de fazer). Casais que conheço que são professores quiseram testar-se e aos filhos bebés e recusaram-lhe sempre os testes.
O Carvalhal tem de treinar o Braga e deixar as questões de saúde para quem delas percebe, sendo que tem todo o direito a falar.
pedrorafael47@hotmail.com
Posted
Setembro 18, 2020 at
8:39 pm
Entao e o Carvalhal não pode alertar para as diferenças realçando que os medicos deviam fazer testes?
Onde é que ele se queixa? Alias ele ate diz que o futebol tem de dar o exemplo…
Respondendo concretamente o Carvalhal quer chegar onde chegou… Que ha testes pra uns que movimentam dinheiro e nao ha pra quem devia haver
oMeuUserName
Posted
Setembro 18, 2020 at
7:58 pm
Eu acho que a maioria está a interpretar mal o sentido das palavras do Carvalhal. No meu entender, ele não estava a criticar a falta de testes nos médicos nem a quantidade de testes que fez. Ele estava a querer dizer que na opinião dele o futebol é controlado o suficiente, por isso que ele falou do futebol estar a dar o exemplo…
No entanto, ele tem de compreender uma coisa na comparação que faz: os profissionais de saúde que são testados, são para prevenir contágios nos hospitais por uma questão de saúde. Os profissionais do futebol são testados para que o futebol possa continuar a realizar-se, é uma motivação diferente. Porque o profissional de saúde, em caso de infecção, fica em casa isolado e pronto. O jogador de futebol infectado pode levar a adiamento de jogos ou, no limite de haverem muitos casos, pode levar ao cancelamento de competições. A motivação dum lado é a saúde pública, do outro é a continuidade dum desporto que gera milhões.
ESC
Posted
Setembro 18, 2020 at
8:07 pm
Falar muito e dizer pouco já tem sido habitual no Carvalhal, mais do mesmo aqui.
Um profissional de saúde tem recurso de todos os cuidados e objetos de prevenção/proteção, os jogadores de futebol praticam um desporto de contacto diariamente com mais 20/30 atletas e defrontam outras equipas semanalmente.
Ser testado é sinal de sintomas ou a pessoa em causa ser um vetor de transmissão muito provável. Um médico cumpridor dos regulamentos não o deve ser, um jogador é com certeza.
Jorx17
Posted
Setembro 18, 2020 at
8:56 pm
Carvalhal, o demagogo do costume. O mesmo que andou a chorar por não poder entrar em casa devido à Pandemia, agora diz que o controlo é demasiado. O mesmo que diz nunca falar de arbitragem, e passado uns meses anuncia numa flash interview que vai abandonar o rio ave porque as arbitragens não o deixam fazer aquilo a que se propôs. Como qualquer demagogo lá vai conseguindo amealhar mais alguns fãs desatentos com estes discursos.
Os médicos não precisam de ser controlados visto os hospitais serem dos locais com mais regras de segurança e com menos taxa de peopagaçao do vírus, ao contrário do futebol. Que se limite a opinar sobre o que domina se não arrisca-se a fazer estas figuras tristes
andresilvac
Posted
Setembro 19, 2020 at
4:08 am
É assim como é óbvio a quase toda a gente o futebol é o “parente pobre” em Portugal foi descriminado, e se em Junho era compreensível não ter público (e ao dia de hoje também) alturas ouve em que era possível e foi sempre recusado, e isto contra qualquer especialista argumento é 100x mais seguro ter 8 ou 10 mil pessoas num estádio moderno, com um sem número de entradas e saídas, setores independentes e um sem número de casas de banho que 16mil num qualquer descampado com casas de banho portáteis sem qualquer barreira física entre as pessoas (seja em Almada ou em Fátima).
Acho mais seguro estar num estádio com setores separados que num cinema com pessoas a comer e beber ou num teatro ou na plateia do Zoomarine.
Até compreendo que seria um assunto sensível devido às claques e tudo o que elas são e como se comportam, mas foi vergonhosa a forma como trataram o futebol dentro e fora do campo.
O CC não é burro e toda a gente percebe onde ele quis chegar e para mim é claro que a DGS exige muito mais aos clubes de futebol que as restantes atividades por um pressuposto que eu não estou a perceber um surto geral no futebol seria grave mas perdoem me um surto num hospital ou numa escola seria muito mais grave para a sociedade.
Mas isto é apenas a minha opinião.
Cumprimentos
25 Comentários
Ramon Caetano
E grave é eu conhecer alguém que trabalha num lar com perto de 100 utentes, foi de férias para o Algarve e quando voltou não foi testado pela instituição.
Fez o teste por descarga de consciência a título pessoal.
hortalica
Isso depende das instituições. Eu conheço gente a trabalhar em Centros de Dia e de Apoio a Idosos (e não só) que são IPSS (ou lá como se diz) em que o dinheiro não abunda e mesmo assim fazem testes regularmente e com muitos cuidados por parte das Instituições (desde as senhoras/es que tratam dos idosos, até assistentes sociais, motoristas, etc), porque se preocupam com os idosos e também sabem que são o negócio. O que se passa nesse lar é o que se passa em muitos lares, falta de profissionalismo por parte de quem os dirige. Se um idoso apanha convid e está num lar a probabilidade de sobreviver não é muito alta, logo a probabilidade de perderem um “cliente” não é muito baixa. Primeiro deviam ser preocupar com os idosos porque são pagos para isso, mas se não fosse por isso ao menos deviam-se preocupar com o negócio, porque podem perder clientes (morrer de convid) e é do interesse manter a casa cheia para entrar mais dinheiro (como em qualquer negócio). Qualquer dos casos é mau…
Miguel Marques
Vamos lá com calma.
Os testes devem ser feitos. Com criterio.
Agora o criterio nao deve ser – sou profissional de saude!
Para além disso há muito mais cuidados para alem do testar. esses sim de forma diaria, constante, sem falhas, sem excepções.
A exemplo, novamente o profissionalismo existe em todos os ramos. Com certeza que havera lares que nao cumprem as normas. Mas não será com certeza o problema maior a realização de testes. Até pq os testes com P1 (pedido do medico assistente) nao implica custos para as instituições (problema que levantas).
Rambum
Acho que o titulo da noticia diz tudo!!!
Reparem que um profissional de saude fez 0 testes!!!! Imaginem o impacto entre ele contaminar alguem ou um jogador!!
Mas calma que o que importa sao os jantares do Chaves que porpocionou o belo circo que foi a semana passada!!! Sera que a DGS sonha onde jantam e com quem e quantas os profissionais de saude.. que estao em verdadeiras zonas de alta probabilidade de infeção???
ENfim.. isto da pandemia so veio deixar mais a nu a quantidade de incompetentes que temos a gerir o nosso pais!!
Chico
Sim, a culpa é dos profissionais de saúde que andam a jantar com toda a gente por aí em zonas de alta de probabilidade de infeção. E claro que os jogadores de futebol usarão sistemas de proteção e distanciamento social durante a sua atividade profissional, tal como os médicos. O Benfica deu um bom exemplo disso mesmo durante a segunda parte contra o PAOK, só faltaram as máscaras e o Rafa com a barba que tem quase que nem precisava.
Mike-UK
já viste um profissional de saúde “equipado”?
entre máscara cirurgica, máscara de protecção, viseira e veste, achas que mesmo estando positivo mas assintomático, representam algum risco para as dezenas de pessoas com quem interagem diariamente?
Já viste um jogador de futebol equipado? Achas que mesmo estando positivo e assintomático, o facto de só usar uma máscara, que até a retira antes de entrar em campo, não representa um risco de contágio muito maior do que um médico?
Mas vocês prestam atenção às circunstancias ou para vocês chouriços e linguiças é tudo o mesmo por ser fumeiro?
Estigarribia
Cabe aos clubes tentarem minimizar o máximo que puderem eventuais danos causados pelo COVID-19 senão corre-se o risco desta temporada terminar só lá para 2022. Penso que, e espero não chocar ninguém, deveria-se proibir os festejos de jogadores todos ao monte e aos abraços e passar os bancos de suplentes para as bancadas de forma a tentar evitar ao máximo o contacto físico. Bem sei que durante o jogo é inevitável o contacto físico, mas nos festejos, no banco com a devida distância de segurança e evitar qualquer cumprimento ou abraço no final do jogo já é uma grande ajuda na luta contra o COVID-19.
Saudações Leoninas
Antonio Clismo
Não se pode parar. É para isso que existem equipas B, sub23 e mesmo júniores e juvenis, se algum jogador tem o azar de ficar infectado e tem de ficar algumas semanas isolado, esse azar poderá ser a sorte de outro jogador, pode falhar, comprometer ou até mesmo impressionar e ganhar inequivocamente o lugar na equipa mas é isso que faz do futebol um desporto apaixonante, sempre em mutação e mudança.
E mesmo entrar com 8 jogadores em campo penso que isso não seria inédito no nosso futebol. Ainda há uns anos o União de Leiria teve que entrar em campo com apenas 8 jogadores.
Miguel Marques
Há demasiada confusão na cabeça das pessoas.
Sou médico e nunca fui testado. e bem!
Nao tive qualquer sintoma sugestivo desde Março.
Tenho todos os cuidados na minha pratica clínica diária.
O impacto de eu contaminar alguém é de facto enorme, mas por esse motivo, tenho comportamentos que minimizam esse risco. Material de proteção individual que me protege e protege os utentes que eu observo. Portanto na eventualidade de eu ser positivo (assintomatico) a probabilidade de eu ser um vector de transmissão é baixa pelo uso de material que minimiza essa possibilidade. Enquanto um Futebolista – inerente a sua pratica desportiva – nos treinos/jogos nao usa mascara e como tal é um vector importante.
Depois na minha vida fora do trabalho, mantenho as minhas preocupações, com uso de máscara sempre em qualquer tipo de actividade que envolva 3os. Não janto em espaços fechados publicos, nem com mais ninguém presente que não os meus familiares directos (e quando digo directos, são mesmo directos!)
Ao contrario do que vejo aqui escrito, os hospitais/CS não são verdadeiras zonas de alta probabilidade de infecção. Nesta fase, há maior risco na comunidade, inclusive houve semanas consecutivas onde nos hospitais no norte não havia casos positivos (das admissões na urgência) e na comunidade iam existindo.
O mesmo se poe nos Lares, onde tambem trabalho, e logicamente que se pode e deve minimizar contactos e desses contactos tornar menos provaveis o risco de infecao. Novamente testar nao é uma forma de prevenção mas sim de deteção.
Rambum
O Chaves esta a jogar agora, a sua equipa técnica mesmo com 3 testes negativos nao foi autorizada a estar presente!!
Penso não ser confusão achar que estão a fazer no futebol o que não se faz em mais lado nenhum!! Simplesmente é ridículo a disparidade de critérios usados..
Deixe-me acabar por parabenizar pela sua ética e cuidados no que toca fora de serviço.. mas nem todos sao como o Miguel, ate diria que a maioria nao tem metade desses cuidados no que toca a jantares, etc etc!!!
E digamos que se alguém for assintomatico.. é bem mais perigoso num profissional ou auxiliar de suade de qualquer jogador ou treinador!!! Ate porque no que toca a infetar familiares todos tem esse vector por norma.. mas no que toca a profissão penso que não é no futebol que esta o maior grupo de risco..
Alias se usassem os mesmos critérios que usam no futebol no resto da sociedade.. O PAIS parava em menos de um mes!!
Basta por exemplo reparar como no que toca a aviões..fecharam os olhos.. a taxa de ocupação ;) Claro que todos nos sabemos como são os avioes… e os bancos distam uns 4 ou 5 metros dos outros!!
Tiagok66
Que saudades de ver um comentário de um profissional de saúde ponderado e com não apela ao caos. O director do serviço de Infeciologia do S.João explicava há uns meses que estava totalmente tranquilo precisamente porque sabia que tomavam todas as precauções e mais algumas. ENquanto houve falta de EPI’s aí sim qualquer contacto com um infectado se torna de alto risto, a partir do momento em que existem EPIs e procedimentos estabelecidos o perigo é mais na comunidade do que na prática clinica propriamente.
Tiagok66
Aliás para termos tido os casos que tivemos no Gil e no Sporting é porque de facto ou falta de zelo nos cuidados a ter. Ter 1, 2 ou 3 infectados ok, a partir do momento em que são mais de 10 só prova que os testes acabaram por dar uma falsa sensação de segurança aos profissionais, sejam jogadores seja equipa tecnica. Eu posso fazer o teste, já estar infectado e dar negativo, assim como ser infectado 5 minutos após o ter feito. E o comportamento dos jogadores é como se os testes lhe conferissem imunidade, espero que isto sirva para consciencializar os jogadores e restante equipa tecnica
Miguel Marques
Se me permites Tiagok66 acrescento:
A pratica desportiva per se é factor de risco. Porque os jogadores têm actividade sem máscara. Ou seja de facto os jogadores (todos atletas que tenham actividade) são um grupo com maior probabilidade de serem infectados.
Chico
Sinceramente, acho que esta situação do Sporting foi deliberada para não terem problemas para a frente. Ficam com uma boa percentagem do plantel imunizada e lá mais para a frente compensam os jogos adiados agora.
For Dummies
O desenvolvimento de anticorpos não torna o corpo imune ao vírus.
Como já foi descrito pela comunidade científica, houve casos (mínimos é certo) em que relataram re-infeção por SARS-Cov-2.
Ainda se sabe pouco sobre este vírus.
Mantorras
E nao e que o Carvalhal e capaz de ter sido o gajo que melhor resumiu isto tudo numa frase? Sem espinhas.
Pdmartins
Percebo o que o Carvalhal quer dizer, mas não tem razão nenhuma. Ninguém deve ser testado a não ser que tenha algum sintoma ou que tenha estado em contacto com alguém que acusou positivo. Os médicos apesar de estarem em contacto com muita gente, estão sempre devidamente protegidos, os jogadores de futebol suam uns para cima dos outros e andam aos abraços dentro de campo…
O mundo do futebol está a passar ao lado das regras, devemos sentir-nos priveligiados de estarem ao menos a tentar que as coisas andem para a frente. As regras da DGS são claras: caso tenhamos contacto com alguém que acusou positivo devemos entrar em quarentena profilática durante 15 dias, quando alguém é positivo, é questionado pelo seu centro de saúde quais as pessoas com quem teve contacto nos últimos dias, para que estes possam ser contactados pelos profissionais de saúde de maneira a serem aconselhados a resguardar-se.
No futebol apenas se está a isolar o positivo, mas não se está a isolar os contactos de risco. Isto é óbvio que irá originar vários casos dentro dos plantéis, porque hoje não estamos positivos mas podemos estar a incubar o vírus e daqui a 48h durante o jogo posso estar a passar o vírus a qualquer outro jogador.
Isto é uma situação muito delicada, o futebol não pode parar, mas a saúde está acima de tudo.
joaodjesus
o penultimo paragrafo diz tudo, e muita gente nao tem sequer nocao disso. dai a lenga lenga de jogar com os que deram negativo. Como se o negativo fosse garantia de seguranca.
Pulga
É a hipocrisia da sociedade. O que faz movimentar muito dinheiro não pode parar.
DNowitzki
Todos opinamos sobre tudo e, como é evidente, dizemos asneira atrás de asneira.
Onde quer chegar o Carvalhal? O futebol é a atividade mais controlada e o Gil tem quase uma vintena de infetados e o Sporting vai a caminho?
Por que razão disse ele “não” ao Flamengo, argumentando com questões de saúde familiares relacionadas com a COVID-19?
Ele deveria agradecer ter sido controlado 19 vezes (apesar do teste ser horrível de fazer). Casais que conheço que são professores quiseram testar-se e aos filhos bebés e recusaram-lhe sempre os testes.
O Carvalhal tem de treinar o Braga e deixar as questões de saúde para quem delas percebe, sendo que tem todo o direito a falar.
pedrorafael47@hotmail.com
Entao e o Carvalhal não pode alertar para as diferenças realçando que os medicos deviam fazer testes?
Onde é que ele se queixa? Alias ele ate diz que o futebol tem de dar o exemplo…
Respondendo concretamente o Carvalhal quer chegar onde chegou… Que ha testes pra uns que movimentam dinheiro e nao ha pra quem devia haver
oMeuUserName
Eu acho que a maioria está a interpretar mal o sentido das palavras do Carvalhal. No meu entender, ele não estava a criticar a falta de testes nos médicos nem a quantidade de testes que fez. Ele estava a querer dizer que na opinião dele o futebol é controlado o suficiente, por isso que ele falou do futebol estar a dar o exemplo…
No entanto, ele tem de compreender uma coisa na comparação que faz: os profissionais de saúde que são testados, são para prevenir contágios nos hospitais por uma questão de saúde. Os profissionais do futebol são testados para que o futebol possa continuar a realizar-se, é uma motivação diferente. Porque o profissional de saúde, em caso de infecção, fica em casa isolado e pronto. O jogador de futebol infectado pode levar a adiamento de jogos ou, no limite de haverem muitos casos, pode levar ao cancelamento de competições. A motivação dum lado é a saúde pública, do outro é a continuidade dum desporto que gera milhões.
ESC
Falar muito e dizer pouco já tem sido habitual no Carvalhal, mais do mesmo aqui.
Um profissional de saúde tem recurso de todos os cuidados e objetos de prevenção/proteção, os jogadores de futebol praticam um desporto de contacto diariamente com mais 20/30 atletas e defrontam outras equipas semanalmente.
Ser testado é sinal de sintomas ou a pessoa em causa ser um vetor de transmissão muito provável. Um médico cumpridor dos regulamentos não o deve ser, um jogador é com certeza.
Jorx17
Carvalhal, o demagogo do costume. O mesmo que andou a chorar por não poder entrar em casa devido à Pandemia, agora diz que o controlo é demasiado. O mesmo que diz nunca falar de arbitragem, e passado uns meses anuncia numa flash interview que vai abandonar o rio ave porque as arbitragens não o deixam fazer aquilo a que se propôs. Como qualquer demagogo lá vai conseguindo amealhar mais alguns fãs desatentos com estes discursos.
Os médicos não precisam de ser controlados visto os hospitais serem dos locais com mais regras de segurança e com menos taxa de peopagaçao do vírus, ao contrário do futebol. Que se limite a opinar sobre o que domina se não arrisca-se a fazer estas figuras tristes
andresilvac
É assim como é óbvio a quase toda a gente o futebol é o “parente pobre” em Portugal foi descriminado, e se em Junho era compreensível não ter público (e ao dia de hoje também) alturas ouve em que era possível e foi sempre recusado, e isto contra qualquer especialista argumento é 100x mais seguro ter 8 ou 10 mil pessoas num estádio moderno, com um sem número de entradas e saídas, setores independentes e um sem número de casas de banho que 16mil num qualquer descampado com casas de banho portáteis sem qualquer barreira física entre as pessoas (seja em Almada ou em Fátima).
Acho mais seguro estar num estádio com setores separados que num cinema com pessoas a comer e beber ou num teatro ou na plateia do Zoomarine.
Até compreendo que seria um assunto sensível devido às claques e tudo o que elas são e como se comportam, mas foi vergonhosa a forma como trataram o futebol dentro e fora do campo.
O CC não é burro e toda a gente percebe onde ele quis chegar e para mim é claro que a DGS exige muito mais aos clubes de futebol que as restantes atividades por um pressuposto que eu não estou a perceber um surto geral no futebol seria grave mas perdoem me um surto num hospital ou numa escola seria muito mais grave para a sociedade.
Mas isto é apenas a minha opinião.
Cumprimentos