Partida (e eliminatória) tranquila para os Cityzens, que mataram cedo o jogo, não dando espaço para qualquer tipo de surpresa, e ainda conseguiram fazer alguma gestão de esforço na segunda parte (ainda têm uma difícil deslocação ao campo do Everton antes da paragem para seleções). Nâo fosse esse retirada do pé no acelerador e a equipa de Guardiola até podia ter conseguido aqui uma grande goleada, pelo grande nível que apresentaram na 1.ª parte, dominando por completo o Gladbach e criando chances com facilidade (há 2 anos, num jogo de contornos semelhantes, deram 7 ao Schalke) e pelo desperdício demonstrado no segundo tempo (só Mahrez perdeu 4/5 chances). Já o conjunto de Rose, apesar da derrota incontestável, esteve perto de marcar e sairá certamente satisfeito com o que fez nesta edição da Champions.
O Manchester City carimbou a passagem aos quartos-de-final da Liga dos Campeões ao vencer o Borussia Mönchengladbach por 2-0, repetindo o resultado da 1.ª mão. Kevin de Bruyne inaugurou o marcador com um golaço de pé esquerdo aos 12′, tendo Gündoğan aumentado pouco depois, praticamente sentenciando em definitivo a eliminatória. Na segunda metade, o conjunto de Guardiola baixou um pouco ritmo, aproveitando para gerir, mas ainda somou várias oportunidades para dilatar o resultado.
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XI Man City: Ederson: Walker, Stones, Rúben Dias, João Cancelo; Bernardo Silva, Rodri, Gündoğan; Mahrez, De Bruyne, Foden.
XI Borussia Mönchengladbach: Sommer; Lainer, Ginter, Elvedi, Bensebaini; Hofmann, Neuhaus, Zakaría; Stindl; Embolo, Thuram.


8 Comentários
Pulga
O Guardiola, que tem demonstrado dificuldade a tirar o melhor do De Bruyne e do Bernardo a jogarem ao mesmo tempo, hoje deve-lhes ter dito na palestra para irem lá para dentro e fazerem o que bem lhes apetecer. Foi o que fizeram e que bonito é.
Ora temos o De Bruyne extremo esquerdo com Bernardo médio, ora temos Bernardo médio defensivo com De Bruyne a médio, ora temos os 2 a avançado, ora temos tudo o que eles quiserem.
Aquele 4.4.2 vincado e feinho a defender é que não gosto nada mas o Pep parece gostar porque tem sido o seu go to em bastantes jogos nas últimas temporadas, especialmente na Champions.
João Lains
Gostava que Rose não terminasse a temporada no Gladbach, mas Eberl tem rejeitado essa hipótese. Desde o anúncio da mudança, contam-se por derrotas todos os jogos disputados, nos quais se incluem o afastamento de duas competições. Não sei até que ponto um mau resultado perante um Schalke, ainda para mais antes de uma pausa internacional, não possa vir mexer com isto.
Tiago Silva
Concordo, desceram imenso o nível. Não sei até que ponto seria melhor começarem já a preparar a sua sucessão e fazerem uma espécie de pré-época no que resta da época até porque já estão a 7 pontos do Leverkusen que está no último lugar que os leva às competições europeias. O Rose já não parece comprometido com o projeto e até poderia entrar já no Dortmund para começar a preparar-se.
Kafka
O Porto é a única equipa a ter marcado 1 golo ao City nesta época até este momento
Este Borussia é muito fraquinho, a questão aqui é como é que uma equipa tão fraca como o Borussia conseguiu na mesma ficar à frente do actual líder isolado da Série A
Sporting1906
Se calhar a resposta à “questão” é que o Borussia fez uma fase de grupos de grande nível. Incluindo ganhar 6-0 e 4-0 a um Shakhtar que ganhou os 2 jogos ao Real.
Bernardo Guerreiro
Southampton? Wolves? Manchester United? West Ham? Hehe, o português é tramado. E não estou a falar do Rubén Dias, é mesmo da língua.
Bem, o Inter também não estava no melhor dos momentos na altura. E o plantel não dá para lutar por várias competições. Especialmente a Champions, é melhor focarem-se em objetivos mais realistas e aproveitarem a má época da Juventus
El Pipito
Mete lá o Borussia a jogar ao dia de hoje contra o Inter.
Kahn
Acho que da mesma maneira que o 2 classificado da liga nos a 10 pontos do 1 também o conseguiu, são competições diferentes…