Sepp Kuss falou sobre a sua luta com Roglic e Vingegaard depois da polémica etapa 17 da Vuelta, em que foi atacado pelo próprio companheiro de equipa.
Sepp Kuss se pronuncia sobre su lucha con Roglic y Vingegaard:
🗣️"No es una competición entre nosotros. Para mí son amigos"
🥹"Quizás sea mi única oportunidad de ganar una vuelta grande, pero quiero saber que he ganado la carrera de verdad"#VueltaRTVE13S #LaVuelta23 pic.twitter.com/ggTThQ0O58
— Teledeporte (@teledeporte) September 13, 2023


2 Comentários
Hirok "The Truth"
Percebo o Kuss, o Vingegaard basicamente ontem não quis passar a ser camisola vermelha e para o Kuss deve ser por um lado bom, saber que o colega tbem é capaz de o apoiar depois de tudo que fez por ele, mas tem o outro lado em que sabe que não é melhor e o outro está a conter-se para o deixar vencer a Vuelta..
É um mix-feelings, mas no final se vencer terá sempre mérito porque foi capaz de ser camisola vermelha até agora
Jan the Man
Ainda não tinha abordado este assunto aqui no blog, até pela nuvem de fumo à volta do tema e pelas desconfianças criadas, mas estas palavras são esclarecedoras.
Por mais simpatia que se nutra por Kuss e se queira ver um underdog a ganhar uma grande volta, é perfeitamente compreensível que este não a queira de mão beijada, sentindo que os colegas estão a conter-se para basicamente escolta-lo até à meta.
O ciclismo é um desporto colectivo mas os louros são individuais, e daqui a uns anos o que vai ficar é se Vingegaard ganhou Tour e Vuelta no mesmo ano, se Roglic juntou uma 4a edição ao seu palmarés (igualando o recorde de Heras) ou se o gregário americano conseguiu superar-se a si próprio e aos seus líderes.
Posto isto, gostava muito que Kuss fosse feliz no domingo mas tenho algumas dúvidas que consiga sobreviver à alta montanha de hoje.