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Vídeo: «Para ver pessoas no chão mais vale judo e karaté… a culpa é da mentalidade dos treinadores portugueses»

Uma vénia às palavras do ministro.

Costinha lançou duras críticas, não só ao Gil Vicente como ao futebol português em geral, depois do empate a 0 a Académica frente à equipa de Álvaro Magalhães na última jornada da II Liga. “As equipas chegam à segunda parte, o guarda-redes cai e os treinadores dão a desculpa de que têm de jogar à quarta-feira. Se não querem jogar à quarta-feira, não assumam o comando das equipas. Treinem uma equipa que jogue de domingo a domingo. Se não querem, deixem a profissão. Se for para ver pessoas a atirarem-se ao chão mais vale judo e karaté. Se as equipa forem treinadas por treinadores positivos, que correm sempre o risco, e bem, de poderem sofrer o golo porque têm uma forma de jogar diferente, certamente que teremos mais gente nos estádios e não há esta pouca vergonha que aconteceu aqui na segunda parte”, disse o timoneiro da Briosa.

17 Comentários

  • Nuno R
    Posted Novembro 1, 2016 at 12:07 am

    O erro é as pessoas pensarem que o anti-jogo só é feito pelos pequenos quando defrontam candidatos ao título

  • João Pereira
    Posted Novembro 1, 2016 at 12:16 am

    Tomada de posição interessante, um risco, um assumir de responsabilidades. Não é algo que desgoste, vamos a isso, que há muitos anos que a Académica está a precisar de ideias de jogo e de alguém com mentalidade forte. Alguns empates recentes mas está na primeira metade da tabela, já esteve no vai não vai para assaltar o 4º lugar, pode ser que seja possível este ano. Se o controlo de balneário for metade do jogo de Insta…pode ser uma boa época

  • Ricardo Ricard
    Posted Novembro 1, 2016 at 12:20 am

    Deve ter sido por essa mentalidade positiva que venceu 2 jogos em 14 pelo Paços de Ferreira. Agora virou moda justificar os resultados com esta conversa. Jogaram meia hora contra 10 e já vão a 13 pontos do primeiro classificado! A verdade é que o Costinha está bem longe de ser um treinador minimamente bom.

  • David Gomes
    Posted Novembro 1, 2016 at 12:24 am

    Pode – se questionar as ideias mas que ele segue os seus próprios princípios, e neste caso são acertadíssimos a meu ver.

  • Numero 10
    Posted Novembro 1, 2016 at 12:30 am

    Estive no estádio a ver este jogo e tudo o que o Costinha referiu é a mais pura das verdades.
    A certa altura o GR do Gil atirava-se para o chão sem motivo aparente, a cada jogada que passava algum jogador do Gil tinha problemas com cãibras, etc. É pena, porque o futebol só tinha a ganhar se se deixasse de fazer este tipo de teatros.

    Thumbs up para as palavras do Costinha!

    • Bernardo
      Posted Novembro 1, 2016 at 10:13 am

      A minha pergunta é: o Gil Vicente não vai subir para o ano? Porque é que anda a fazer antijogo então?

  • Paulo Pereira
    Posted Novembro 1, 2016 at 12:33 am

    Eu não tenho problema nenhum com o facto de haver equipas que jogam “à defesa”, ou “para o empate” (sobretudo quando enfrentam adversários imensuravelmente superiores). Não consigo respeitar e aceitar, seja em que circunstâncias forem, é o anti-jogo puro.

    Fingir lesões, demorar 2 minutos a sair aquando de uma substituição, mais 2 minutos para repor a bola em jogo sempre que há um pontapé de baliza ou um lançamento, etc., etc.; isso, para mim, não é futebol.

    Algo tem de mudar. Façam-se jogos de 70 minutos (35 cada parte), mas cronometrados. Só conta quando há jogo. Assim deixa de haver anti-jogo (porque não há qualquer benefício) e as pessoas pagam bilhete para ver realmente aqueles X minutos de futebol. E esta medida não impediria as equipas pequenas de jogar à defesa, ou de tentar “congelar” o jogo, ou afins.

  • MosqueteiroSLB
    Posted Novembro 1, 2016 at 12:36 am

    O treinador da Académica criticar o anti-jogo? Esta é nova… Se regressarem à primeira liga espera-se que a atitude se mantenha.
    De resto, óptimo discurso e não há nada a dizer. O problema é que por algum motivo se tornou aceite. Os árbitros permitem de tudo. Aparentemente um gr que faça tempo desde os primeiros minutos só pode apanhar um amarelo a 10 minutos do fim… curiosamente lembro-me de um jogo do Benfica onde o árbitro sacou mais rápido do amarelo e lá vieram os rivais criticar porque o árbitro condicionou a perda de tempo. O problema do anti-jogo é que só incomoda quando é a nossa equipa a sofrer, caso contrário ignora-se e até se aplaude. Eu não me importo de ver jogadores a perder tempo de forma legal (cantos onde ficam a proteger a bola, etc), mas há limites. As constantes simulações de lesão então são simplesmente irritantes. Desde o gajo que chama a maca e sai a pé, os coitados dos gr’s que têm um desgaste muito grande e estão sempre no chão- estes são também uns valentes heróis pois mal levam um golo sacrificam-se pela equipa e aguentam as dores-, o gajo que cai com um sopro, faltas que demoram minutos a ser marcadas, etc. Os árbitros são cúmplices porque pouco fazem para acabar com este comportamento. O Costinha tem razão quando diz que muito passa pelos treinadores, mas o poder está mesmo nos árbitros. Basta 1/2 jornadas onde todos os árbitros assumam um compromisso contra certos comportamentos e acaba-se logo isto. Se os árbitros forem rígidos só resta a um treinador obrigar os jogadores a parar pois não compensa ver os inúmeros cartões a voar e mesmo o próprio número de expulsões. Era melhor se punissem isto do que um tirar de camisola ou um jogador bater com a bola no chão por discordar do árbitro- para divas egocêntricas já bastam certos jogadores!

    • Dca
      Posted Novembro 1, 2016 at 1:00 am

      Foi o Costinha. Não tem a ver com a Académica.

    • The Sporting Fan
      Posted Novembro 1, 2016 at 1:39 am

      Eu entendo perfeitamente o futebol defensivo, o futebol feio e o futebol de chutão para a frente (eu prefiro o futebol de classe, ofensivo e bonito, mas isto são preferências de cada um).

      Agora o que eu não tolero é anti jogo e perdas de tempo por simulação de lesões. Isto é gozar com a cara das pessoas.

    • AndreM
      Posted Novembro 1, 2016 at 1:47 am

      Subscrevo o comentário acima….Alguém falou da Académica? Passado não é para aqui chamado. O treinador da Académica agora é Costinha e é contra o anti-jogo! Se subirmos, o que acho difícil mas é possível, e se continuar ao comandar a Briosa, espero ver um Costinha a ter a mesma mentalidade!! Isto sim, vale a pena e aumenta o nosso futebol!

  • Ricardo Ricard
    Posted Novembro 1, 2016 at 12:40 am

    Já agora…Em vez de andarem a criar cartões brancos e outras palermices, comecem a parar o cronômetro em todas as faltas,lesões e substituições.

  • Ricardo Vedor
    Posted Novembro 1, 2016 at 12:44 am

    Deste fim-de-semana podemos tirar outro jogo onde se passou exactamente a mesma situação: Portimonense – Vizela

  • B0SS
    Posted Novembro 1, 2016 at 1:27 am

    Ponto prévio: eu não gosto do Costinha enquanto treinador. É do mais fraco do que vi e não me lembro de uma equipa dele praticar bom futebol.

    No entanto, revejo-me nesta conferência de imprensa. Óbvio que existe uma enorme diferença entre as equipas pequenas e as grandes! A diferença de orçamentos é abismal e usam todos os argumentos que podem para conquistar o máximo de pontos que consigam mas, no entanto, uma coisa é jogar à defesa, mesmo que seja “estacionando o autocarro”, outra é praticar o anti-jogo.

    Apesar de compreender, não posso apoiar isso! É errado, é sem ética e é prejudicial para o desporto… As constantes lesões na 2ª parte, as demoras em repor a bola em jogo, as substituições a passo de caracol não são dignas de um espetáculo que as pessoas pagam. No meu entender, deveriam ser adotadas duas soluções: no caso português, a centralização dos direitos para tornar a liga mais competitiva; no caso mundial, a cronometração do tempo perdido, acabando com o tempo extra (que causa tantas diferenças entre os adeptos, dependendo da equipa que apoiam) e seguindo o exemplo do futsal.

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