Houve uma batalha campal nas imediações do estádio, e há muitos relatos de roubos de bilhetes, dentro e fora do recinto.
O presidente do River Plate, Rodolfo D’Onofrio, viveu em directo a loucura que se apoderou do Monumental, tendo sido obrigado a fugir quando uma multidão desenfreada começou a correr.
Loucura no Monumental! Isto aconteceu enquanto entrevistavam o presidente do River Platepic.twitter.com/EWAUnVciyA
— Visão de Mercado (@visaomercado) November 24, 2018


4 Comentários
100Clubismo
Ainda querem continuar a perder tempo a fazer comparações? A dizer “na Europa isto e na Europa aquilo”, a usar ad hominem, a gabar tanto o futebol argentino (em particular) porque se explodem umas tochas coloridas e se grita a uns decibéis acima do normal nos estádios locais, a pegar em uma dúzia de clubes das grandes ligas da Europa para referir que o futebol cá está industrializado e que “perdeu a essência” (seja lá o que isso for), a dizer que este é “o maior jogo da história do futebol” (quando provável está atrás do RDA×RFA de 1982, jogo esse que envolvia questões muito mais profundas e importantes do que bola).
Acho que não vale a pena.
Estigarribia
100Clubismo, compreendo e aceito a tua opinião, mas não concordo. A rivalidade entre Boca Juniors e River Plate é, talvez, a rivalidade mais histórica e emblemática de toda a História do Futebol. Dois clubes e uma rivalidade muito intensa, que está muito à frente de um Sporting- Benfica ou de um Real Madrid-Barcelona.
É claro que os distúrbios de ontem não deveriam ter acontecido, mas em Portugal já se fizeram coisas do mesmo género: autocarros incendiados, cadeiras do Estádio da Luz incendiadas por meia dúzia de energúmenos das claques do Sporting, receção aos jogadores do Benfica com bolas de golfe, entre outros episódios lamentáveis (e não meto no assunto o ataque à Academia de Alcochete, porque é um caso à parte).
Além disso, grandes jogadores do futebol mundial passaram por Boca Juniors e River Plate. No emblema xeneize estiveram Diego Maradona, Juan Román Riquelme, Martín Palermo, Nicolás Gaitán, Pato Abbondanzieri, Claudio Morel Rodríguez, Gabriel Paletta ou Jesús Dátolo; enquanto que no River Plate jogaram grandes nomes, como, por exemplo, Javier Saviola, Pablo Aimar, Enzo Francescoli, Falcao, Lucho González, Germán Lux, Marcelo Gallardo, Fernando Belluschi, Gonzalo Higuaín ou Ariel Ortega.
Saudações Leoninas
André Dias
Em que te baseias para dizer que a rivalidade entre Boca e River é mais intensa que a rivalidade entre Real e Barça ou SLB e SCP? Como é que se mede algo assim? Não quero com isto implicar que estás errado, apenas tenho curiosidade.
Estigarribia
Mas um jogo entre River Plate e Boca Juniors acho que tem um ambiente, uma atmosfera diferente de um Sporting-Benfica ou de Real Madrid-Barcelona. Mas lá está é a minha opinião e respeito e aceito quem tenha uma opinião diferente.
Saudações Leoninas