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A Bundesliga regressou e Falcao deixou uma crítica

Concorda?

Após o jogo entre B. Dortmund e Schalke 04, que terminou com um triunfo de 4-0 da turma de Favre, Radamel Falcao expressou nas redes sociais uma crítica à proibição dos jogadores se abraçarem após marcarem um golo. Segundo o colombiano, tal medida não faz sentido quando no futebol existem muitas outras situações de contacto durante o jogo: “Vendo o regresso do futebol pergunto-me: haverá alguma razão técnica para que não sejam permitidos abraços nos golos? Durante todo o jogo estamos em permanente contacto. Nos cantos, os defesas estão em cima de ti e nas barreiras estão todos juntos”. Recorde-se que esta foi uma das medidas obrigatórias para a Bundesliga regressar.

28 Comentários

  • Hirok "The Truth"
    Posted Maio 16, 2020 at 7:05 pm

    Concordo totalmente com o Falcão e já o disse no post do jogo do Dortmund.. os jogadores são todos testados antes do jogo a partir do momento que estão negativos podem andar aos beijos e abraços a vontade.. é como a situação de cuspir outra tolice.. apanharam o Hummels a “assoar-se” para o chão e foi logo um escândalo.. enfim deixem os jogadores a vontade que eles têm médicos 24/24 para os tratarem, estão eles mais seguros ali uma em cima dos outros do que uma pessoa normal a andar na rua de uma cidade

    • Rui Miguel Ribeiro
      Posted Maio 16, 2020 at 8:40 pm

      É exactamente isso que escreveu e o Falcão tem carradas de razão.

    • andrerbranco
      Posted Maio 17, 2020 at 4:08 am

      Hirok, o facto de terem testado negativo não garante que não contenham carga viral no organismo. Embora seja uma hipótese remota, podem acusar negativo e ainda assim transmitir o vírus. Daí, creio que seja perfeitamente normal evitar qualquer tipo de comportamento de risco, que seja acessório à prática desportiva, nomeadamente abraços de grupo em celebrações de golo. Só referir também que cuspir para o chão, como é lógico, não é acessório à prática desportiva, é necessário.

  • Kacal
    Posted Maio 16, 2020 at 7:14 pm

    Concordo a 100%. Não cancelando o futebol e permitindo o regresso, não faz qualquer sentido este impedimento, uma forma de “mascarar” as coisas.

  • Tiago Silva
    Posted Maio 16, 2020 at 7:18 pm

    Nem mais, se os jogadores podem estar em contacto com outros durante o jogo, porque razão não se podem abraçar? Se é permitido o futebol, então deveria ser permitido o contacto, ponto. Se há perigo de contágio enquanto os jogadores se abraçam, também o há durante o jogo e se há perigo então não se deveria retomar o futebol.

    • Jay-Jay Okocha
      Posted Maio 17, 2020 at 3:00 pm

      e se é permitido o contacto no futebol, então tem de ser na sociedade, e se é permitido na sociedade, então as mascaras ja não são utéis e se é permitido tirar as máscaras, então já não faz sentido considerar o virús uma ameaça… e por aí fora..
      Isto é simples, é uma questão de respeito para com a sociedade e de exemplo para quem vê.

      • Tiago Silva
        Posted Maio 17, 2020 at 7:05 pm

        Percebo o que dizes, mas não é toda a gente que é testada quase diariamente de forma a controlar-se este vírus. E os jogadores estão em contacto apenas uns com os outros e controlados e restringidos com os máximos cuidados, não são cidadãos normais.

        • Jay-Jay Okocha
          Posted Maio 17, 2020 at 8:07 pm

          Não são cidadões normais porque são os unicos ou dos poucos que se sujeitam diaramente ao contacto físico. Nos cidadãos comuns apenas dependemos de nos, podemos manter uma certa distância.
          E os jogadores não estão apenas em contacto uns com os outros. Ha uma centena de funcionários num clube, que têm familias etc… daí serem testados diaramente. O futebol é de maior risco, e a recomeçar então tem de ser com o máximo dos cuidados.

  • Filipe Ferreira
    Posted Maio 16, 2020 at 7:19 pm

    Concordo, no jogo do Borussia aquando da entrada do Sancho nem cumprimentou o colega, mas depois ajudam-se uns aos outros a levantar do chão, fazem marcação cerrada nos cantos, estão juntos uns aos outros nas barreiras. Não é por aí

  • Antonio Clismo
    Posted Maio 16, 2020 at 7:34 pm

    Haver futebol já é uma sorte, Radamel.
    Deram uma mão, não queiram já o braço.

    Um passo de cada vez.

  • AndreChaves9
    Posted Maio 16, 2020 at 7:47 pm

    Obviamente

  • Claudio V.
    Posted Maio 16, 2020 at 8:30 pm

    Percebo que haja que reduzir ao extremo necessário o contacto e também dar o exemplo para a sociedade civil, mas, de facto, não deixa de parecer muito hipócrita, frio e desprovido de emoções. E o futebol deve ser quente, próximo, humano…

  • Rui Silva
    Posted Maio 16, 2020 at 8:59 pm

    O Falcao devia aprender com o Kopp, e não falar do que não sabe. É só lógico que se evite todo o contacto que se pode evitar, porque quanto mais contacto, maior a probabilidade…é matemática muito básica. O contacto “normal” (marcações, barreiras, etc) é inevitável (assumindo-se que se retoma o futebol); os abraços, etc não – de facto não servem para nada na prática. E se isso aumenta a probabilidade de contágio, por que motivo não se há de evitar? É só ter 2 dedos de testa. Já agora – cuspidelas para o chão etc, também seria de evitar…

    • Chico
      Posted Maio 16, 2020 at 9:29 pm

      Sim, já que há futebol, é ter o cuidado nessas coisas desnecessários e, acima de tudo, dar o exemplo e demonstrar respeito pela sociedade civil.

    • Kafka
      Posted Maio 16, 2020 at 11:52 pm

      Ora nem mais Rui Silva e Chico… Trata-se primeiro uma questão de probabilidades, e depois sendo isto visionado por milhões de pessoas há que dar ao máximo o exemplo, logo senão é preciso tocar não se toca

    • andrerbranco
      Posted Maio 17, 2020 at 4:18 am

      Concordo contigo Rui, e foi o que respondi anteriormente a outro comentário. Só gostava era de mencionar a questão de cuspir. É de evitar mas creio que punir os jogadores com cartões ou mesmo com repreensões não faz sentido nenhum. É algo perfeitamente intrínseco no corpo de um atleta, e é normal que no decorrer de uma partida essas situações aconteçam, o que não quer dizer que não faça sentido sensibilizar os jogadores no início da partida e dos treinos.

      • Rui Silva
        Posted Maio 17, 2020 at 6:46 pm

        Sim, andrerbanco, concordo que o cuspir é mais difícil e que o amarelo é capaz de ser demais. Mas talvez devesse dar direito a advertência e à segunda ou 3a vez um amarelo. Os jogadores não têm de cuspir, é só um hábito pouco higiénico que não sei porquê toda a gente acha normal…

        • andrerbranco
          Posted Maio 17, 2020 at 7:47 pm

          Que não é higiénico, principalmente nos tempos que correm, concordo contigo. Não posso concordar que seja um hábito que não serve para nada. É uma necessidade fisiológica tal como muitos ex-jogadores já afirmaram em entrevistas. Basta pensar o que nos aconteceria se andássemos a correr a meia maratona e ocasionalmente, numa questão de segundos, fizéssemos arrancadas a 30km/h.

          • Rui Silva
            Posted Maio 17, 2020 at 9:10 pm

            Não sei… Eles não têm propriamente de cuspir. Percebo que os pulmões “produzem” aquele muco, mas (e não quero ferir suscetibilidades lol) eles podem engolir, não precisam de cuspir…

            • Bruno Cunha
              Posted Maio 17, 2020 at 10:49 pm

              Sem ofensa mas já fizeste desporto de alta intensidade?
              Se sim não puxaste por o corpo o suficiente porque há alturas que com o esforço o muco é tão espesso que até a cuspir custa a sair da tua boca e muitas vezes até fica um fio agarrado.

              Cuspir nunca pode ser proibido no futebol.

              • Rui Silva
                Posted Maio 17, 2020 at 10:55 pm

                De facto não, e percebo o que dizes, mas há muitos desportos de alta intensidade em que os jogadores não cospem, como é natural (desde logo desportos de pavilhão – seria complicado se cuspissem)… Daí achar que é evitável, por muito “difícil” que seja.

                • Bruno Cunha
                  Posted Maio 17, 2020 at 11:35 pm

                  Isso é porque é diferente correr em ambientes fechados e num estádio exposto aos elementos como humidade e calor. Fazem com que te seque mais a boca tornando o cuspo necessário até para respirar melhor.

                  Outro fator é os timeouts que no futebol não existem porque se um jogador fosse autorizado a beber de vez em quando não teria necessidade de cuspir

  • Hugorr
    Posted Maio 17, 2020 at 12:03 am

    Confesso que acho curioso o contraste entre não se poderem cumprimentar, festejar em conjunto e afins, mas logo a seguir numa bola parada estão todos em total contacto uns com os outros… ajudam-se a levantar, formam barreiras, nas marcações homem a homem estão literalmente em contacto total.

    Sim, o objectivo é ‘reduzir’ as chances de contágio ao máximo, mas acaba por ser um contraste absurdo.

    Dito isso, estou é contente por finalmente termos algum futebol de volta, mais um passo no regresso à normalidade possível.

    Cumprimentos

  • Pedro Rosa
    Posted Maio 17, 2020 at 1:08 pm

    Claramente a tapar o sol com a peneira. Mas totalmente compreensível, o efeito psicológico na aceitação do regresso do futebol. Uma mentira aceite, ou efeito placebo?

    A pergunta seria se que os que imaginaram nessas regras fizeram-no propositalmente a enganar tolos, visto que o futebol faz correr muito €€, ou fizeram inocentemente com a mente toldada pelo futebol fazer muito €€?

  • Jay-Jay Okocha
    Posted Maio 17, 2020 at 3:14 pm

    Qualquer zé do tasco pode constatar isso. Esta analise é muito básica. O futebol recomeçou como recomeçaram inúmeras atividades profissionais. O factor risco é bem maior mas, por razões de força maior, ou seja razões económicas ( o que se entende perfeitamente sendo que o futebol emprega milhões de pessoas ) o campeonato foi dado por terminado na liga alemã. Sendo assim, e como o é em maior parte das profissões, certos comportamentos tiveram de ser alterados. É uma questão de probabilidade de contágio e de respeito para com as restantes profissões e para com quem está a ver. A possibilidade de o Hakimi transmitir o vírus ao Guerreiro durante a partida é menor se não houver um abraço ou um contacto físico entre ambos numa celebração de golos. Por isso penso que as medidas fazem todo o sentido, sendo que impedir um eventual contágio é algo impossível, a ideia visa a dimininuir ao máximo essas probabilidades.

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