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Pequenas decisões podem fazer grandes diferenças

Começou a temporada, começaram as queixas sobre a arbitragem. Foras de jogo que passam em claro, grandes penalidades por marcar, golos com a mão, falta de critério disciplinar ou conivência com anti-jogo, são alguns dos ingredientes desta discussão recorrente ano após ano. O Sporting cedo emergiu como cliente número um do muro das lamentações, ainda mais porque as suas queixas assumem proporções não bíblicas, mas pelo menos internacionais. As arbitragens do duplo confronto com os russos do CSKA deixou marcas, não só morais (dado o passado dos dois emblemas), mas principalmente materiais. E não obstante a legitimidade das queixas, o facto é que aconteceram jogadas estranhas, sendo que numa um defesa russo cortou uma bola com a mão em pleno vôo, nas barbas do árbitro de baliza (parece claro que anatomia deve passar a ser disciplina obrigatória da sua formação), e noutra um golo foi anulado devido a uma bola que terá saído de campo, sem que fosse possível aferir da justeza da decisão. Ora, e até como se está a falar de uma competição onde estão envolvidas verbas significativas, o treinador do Sporting queixou-se, o presidente estrebuchou, insultou e acusou, montou-se o circo do costume. Conclusão? Nenhuma. Mas nem tudo foi mau, pois no meio do turbilhão regressou à baila a questão das tecnologias como meio auxiliar dos árbitros. E aqui entra um parêntesis: não deixa de ser interessante que a comunicação social, que acusa os dirigentes de contribuir para o mau ambiente no futebol com as suas constantes diatribes, dê mais ênfase aos refilanços facebookianos do que propriamente a estes aspectos mais construtivos. Mas adiante, no meio de todos os lamentos, o Sporting reforça a necessidade de implementar mecanismos tecnológicos que ajudem o árbitro, e a transparência das suas decisões. Claro que o dito videoárbitro foi de imediato desvalorizado pelo país do futebol, e a postura do Presidente do Sporting (quiçá, se a ideia fosse lançado por outro que não o Trauliteiro de Carvalho, até era coisa para fazer grandes parangonas e desencadear discursos elogiosos) até chegou a ser enxovalhada por alguns dos mensageiros de serviço. Ao não discutir méritos ou defeitos, preferindo antes denegrir e ridicularizar, só se pode concluir que um certo grupo de pessoas está satisfeito com o status quo, não vendo razão para mudar. E aqui é pertinente referir que esta aversão à mudança não é exclusivo nacional. Porém, e para além de Bruno de Carvalho, não apareceu ainda qualquer dirigente de peso a discutir seriamente esta questão, qualquer que seja a sua posição, sendo que a táctica adoptada é a do silêncio até que o assunto morra por si, ou seja engolido pela gritaria que envolve a arbitragem. O que não faz sentido é o porquê dos dirigentes, nacionais ou internacionais, se sentirem confortáveis com o facto da arbitragem de um jogo continuar totalmente dependente da falibilidade do ser humano, quando existe tecnologia que reduz essa falibilidade. A tecnologia, que está presente diariamente na nossa vida, é criada em primeira instância para facilitar a vida do ser humano, e para reduzir a probabilidade do erro, o tal chamado “erro humano”. Essa máxima não se aplica ao futebol, no entanto, ao contrário de outros desportos, em que a sua presença se encaixa como algo de natural. Por exemplo, faria sentido um Mundial de atletismo sem cronometragem electrónica, photo-finish ou partidas controladas electronicamente? Na NBA, o recurso ao vídeo em determinadas jogadas (lançamentos em cima do apito, por exemplo) foi a resposta a uma série de erros arbitrais que colocavam em causa a confiança dos adeptos na legitimidade da competição, e ninguém se chateou com isso, nem os jogos passaram a ser menos emotivos. O futebol, não obstante gerar e gerir milhões de euros, e de adeptos, passa ao lado do progresso. Não parece que dinheiro seja motivo para não investir nesta área, nem parece que os adeptos se sintam felizes com os pitorescos erros de arbitragem que, muitos defendem, trazem indispensável sal ao jogo. Era bom que todos os agentes esclarecessem as suas posições perante o assunto, justificando o porquê de serem contra ou a favor. Para que finalmente possamos responder claramente à pergunta de um milhão. Ou de quatorze. Quem não quer tecnologia na arbitragem, e porquê.

Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar com o VM aqui!): Nuno R.

0 Comentários

  • duartebvibe
    Posted Setembro 3, 2015 at 9:15 pm

    Meus amigos para mim era simples. Era atribuido o direito a ver 3 lances cruciais da partida a cada um dos dois clubes. Depois dependia dos clubes o uso ou não da tecnologia (videoarbitro). E como é obvio sou da opinião que esta tecnologia deve ser apenas instalada na 1ª liga, ou no maximo também à 2ª liga.

    Saudações Leoninas
    Duarte Baena

  • PedroL
    Posted Setembro 3, 2015 at 11:44 am

    Há uma regra que eu simplesmente NÃO compreendo como é que não foi implementada no futebol: quando a bola sai de jogo ou o jogo pára, porque é que o relógio não pára também, como qualquer outro desporto?

    Acabava-se de vez esta palhaçada de QUEIMAR tempo para os descontos e melhorava assim o futebol do nosso campeonato, tendo menos anti-jogo.

  • SCP SEMPRE-28
    Posted Setembro 3, 2015 at 5:52 am

    Os que estão contra têm razões para isso: estão satisfeitos com a corrupção no futebol.

  • Rui Miguel Ribeiro
    Posted Setembro 2, 2015 at 11:17 pm

    Totalmente de acordo quanto à tecnologia. Já incluir no argumentário um golo anulado porque não se consegue provar que foi legal é esticar de demasiado a corda.

  • Unknown
    Posted Setembro 2, 2015 at 9:51 pm

    Ainda não li. Estou me a guardar para quanto tiver mais tempo.

    Mas assim que li o titulo e vi a imagem pensei "Isto é de certeza do Nuno Ranito!" ahah ;)

    Drax

  • André Pinto
    Posted Setembro 2, 2015 at 8:22 pm

    Eu sou a favor de se instalar as novas tecnologias. Acho que seria um melhoramento como acontece noutros desportos.

    Mas também gostaria que começasse a existir castigos para o pessoal que só perde tempo. Vejamos, no jogo Maritimo-Porto, o Edgar Costa lesionou-se na mão e foi necessário maca para sair? Pois foi o que aconteceu. Dei este exemplo porque foi o último que vi. Acho que o fair play é uma treta usada como desculpa para muita coisa. Está na altura de ser justo. Está na altura de se ver futebol a sério e de ver porcarias de segundas partes, onde os jogadores só querem quebrar o tempo de jogo.

    Vejo Inglaterra e digo, aquilo vale a pena ver. Aquilo é qualidade. Vejo o campeonato Alemão e digo o mesmo.

  • Anónimo
    Posted Setembro 2, 2015 at 7:34 pm

    corruptos do futebol jamais autorizaram as inovações pois o seu poder acabava
    José

  • Anónimo
    Posted Setembro 2, 2015 at 6:54 pm

    O Futebol é isto, golos, foras de jogo, penalties, cartoes amarelos e vermelhos, etc. O Futebol é o desporto-rei devido ao espetaculo, porque arrasta multidões e muita controversia devido ao facto de estar sujeito ao erro-humano. A controversia dos lances mal assinalados alimenta o futebol e torna se motivo de conversa ao longo da semana das várias pessoas que seguem o futebol. Sou defensor do actual sistema e das actuais regras do jogo. O futebol é assim e assim deve continuar para o bem do espetaculo. Os que pedem novas tecnologias quando sao beneficiados já não metem posts no facebook a queixarem se que é injusto serem beneficiados e que exigem novas tecnologias…

    MDS

    • André Filipe
      Posted Setembro 2, 2015 at 7:47 pm

      O futebol é para se jogar dentro das 4 linhas de forma justa. Nao se pode estragar o trabalho diario de atletas por erros humanos so pq é giro ir para o cafe conversar sobre isso. O futebol é desporto competitivo e com grande peso a todos os niveis. Nao é uma tertulia cor de rosa. o teu argumento faz muito pouco sentido

  • Manuel
    Posted Setembro 2, 2015 at 6:52 pm

    O melhor critério a mim parece-me que seria o de o árbitro em dúvida sobre qualquer situação de jogo significativa, requerer ao quarto árbitro a análise das imagens. Isto passar-se ia em segundos.
    Dois reparos, a dúvida do árbitro como critério pressupõe fé na boa fé dos árbitros, que creio ser devida; situação de jogo significativa não pode ser um critério subjectivo e vazio, isso sim poderia trazer um critério larguíssimo, substituição do árbitro pelo quarto árbitro e inúmeras paragens.
    Por último, à partida sou total defensor da implementação da tecnologia no futebol; no entanto, temo que a ser implementada em Portugal o circo se mantivesse, não creio que fôssemos capazes de redigir e aplicar adequadamente as regras e normas subjacentes.

  • FXF
    Posted Setembro 2, 2015 at 6:36 pm

    Infelizmente, não tenho tempo para ler os 110 comentários efectuados até ao momento, mas, o tema é muito interessante e polémico.

    Parece-me óbvio que qualquer pessoa que goste de futebol, quer não só que o futebol seja o mais limpo possível como também minimizar os erros cometidos na arbitragem dos jogos.

    A questão será então na forma como será eventualmente implementada a tecnologia. E aí, penso que existem alguns aspectos que poderiam ser resolvidos, outros que será muito complicada a sua introdução sem que comprometa o fluxo normal de um jogo de futebol.

    Assim, no que respeita a tecnologia para garantir que a bola está no terreno de jogo (incluindo linha de golo), parece-me que é de fácil aplicação e resolução e óbvio que deveria já estar implementada em todos os jogos possíveis.

    Agora, a introdução de vídeo-árbitro para avaliar faltas ou, mesmo que seja só penalties, será sempre muito complicado, não só devido ao momento de paragem, ou não, como também ao incentivo ainda maior que dará aos avançados para provocarem faltas…. imaginem os milhares de toques que acontecem num jogo analisados com o pormenor das câmaras de hoje em dia, quantas faltas passarão a existir? Adicionalmente, também há que ser considerado que mesmo com recurso a imagens, muitas vezes a opinião não é unânime entre todos os espectadores (isentos).

    Sobre os fora-de-jogo, acredito que poderia ser introduzido para avaliar apenas se o golo foi marcado em fora-de-jogo ou não. Desta forma, estava criado finalmente o incentivo aos fiscais de linha para, na dúvida, favoreceram o atacante, dado que estariam sempre salvaguardados em caso de golo. Por outro lado, não existia o momento da dúvida ou de paragem dado que o jogo não seria interrompido.

    Por último, uma nota, o rugby é, geralmente, apontado com o desporto exemplar neste capítulo, mas, são desportos totalmente diferentes. Além do que ritmo de um jogo de rugby ser consideravelmente mais lento e com um sem número de paragens, é também de considerar que no rugby não é possível simular faltas, pe.

  • FXF
    Posted Setembro 2, 2015 at 6:36 pm

    Infelizmente, não tenho tempo para ler os 110 comentários efectuados até ao momento, mas, o tema é muito interessante e polémico.

    Parece-me óbvio que qualquer pessoa que goste de futebol, quer não só que o futebol seja o mais limpo possível como também minimizar os erros cometidos na arbitragem dos jogos.

    A questão será então na forma como será eventualmente implementada a tecnologia. E aí, penso que existem alguns aspectos que poderiam ser resolvidos, outros que será muito complicada a sua introdução sem que comprometa o fluxo normal de um jogo de futebol.

    Assim, no que respeita a tecnologia para garantir que a bola está no terreno de jogo (incluindo linha de golo), parece-me que é de fácil aplicação e resolução e óbvio que deveria já estar implementada em todos os jogos possíveis.

    Agora, a introdução de vídeo-árbitro para avaliar faltas ou, mesmo que seja só penalties, será sempre muito complicado, não só devido ao momento de paragem, ou não, como também ao incentivo ainda maior que dará aos avançados para provocarem faltas…. imaginem os milhares de toques que acontecem num jogo analisados com o pormenor das câmaras de hoje em dia, quantas faltas passarão a existir? Adicionalmente, também há que ser considerado que mesmo com recurso a imagens, muitas vezes a opinião não é unânime entre todos os espectadores (isentos).

    Sobre os fora-de-jogo, acredito que poderia ser introduzido para avaliar apenas se o golo foi marcado em fora-de-jogo ou não. Desta forma, estava criado finalmente o incentivo aos fiscais de linha para, na dúvida, favoreceram o atacante, dado que estariam sempre salvaguardados em caso de golo. Por outro lado, não existia o momento da dúvida ou de paragem dado que o jogo não seria interrompido.

    Por último, uma nota, o rugby é, geralmente, apontado com o desporto exemplar neste capítulo, mas, são desportos totalmente diferentes. Além do que ritmo de um jogo de rugby ser consideravelmente mais lento e com um sem número de paragens, é também de considerar que no rugby não é possível simular faltas, pe.

  • Chester Field
    Posted Setembro 2, 2015 at 6:30 pm

    O passado fim de semana terá sido único no que toca ao panorama da arbitragem em Portugal. Todos os três grandes saíram claramente prejudicados dos seus jogos apesar de todos terem vencido. Foi obra.

    Pessoalmente não acredito em perseguições. Não acredito que haja uma clara tentativa de prejudicar um só clube em prol de outros. O que só me leva a crer numa questão – os árbitros portugueses são claramente incompetentes face ao que consideramos a elite europeia. Os árbitros bons, em Portugal, são uma raridade. É nisto que acredito.

    Mais que comentar a introdução da tecnologia no futebol (que apoio totalmente, desde que ponderada e bem elaborada), prefiro cingir-me àquilo que considero mais "palpável" – o modelo de controlo de performance dos árbitros. Acho honestamente que é neste conceito que reside o busílis da arbitragem.

    A falta de transparência de tudo o que é avaliações, observadores e formação técnica dos árbitros aflige-me. Mas lá está, que eu saiba, nenhum país civilizado (em termos futebolísticos) demonstra publicamente estes elementos. Presumo que seja com o sentido de proteger a figura que é o árbitro de toda uma discussão pública. A pergunta que coloco é simples: será necessária tanta protecção?

    O meu argumento é que os próprios árbitros se sentem "confortáveis" com os erros que cometem porque sabem que são protegidos. E com isto, a motivação que deveria partir dessa figura para melhorar a sua performance é reduzida. Ponto final. Na minha opinião, era nisto que a discussão se devia centrar, mais do que nas possíveis tecnologias a implementar, que levarão muitos anos a entrar em vigor (se é que entrarão…).

  • afl!
    Posted Setembro 2, 2015 at 6:24 pm

    Os meus parabéns. Bonito texto.

  • Anónimo
    Posted Setembro 2, 2015 at 5:49 pm

    Muita gente fala do vídeo-árbitro como algo em que ninguém quer pegar, quando já foram tomadas iniciativas para este tipo de tecnologia se tornar uma realidade neste desporto. Acho muito importante referir isto;

    A federação Holandesa já pôs mãos à obra e fez testes nos jogos do campeonato Nacional de duas épocas atrás. Limitaram-se a colocar um conjunto de árbitros numa carrinha às portas do estádio, a avaliar as jogadas através das repetições. Verificavam se jogadas "chave" eram bem ajuizadas, sem podendo comunicar com o árbitro principal (não é permitido).

    Este teste e os seus resultados não foram difundidos pelos media (a um nível europeu, não só nacional), sendo que passou completamente despercebido.

    A federação Holandesa apresentou os seus resultados à IFAB (entidade que dita as leis do desporto), sendo estes deram esta resposta:
    https://english.knvb.nl/news/495/ifab-refers-video-assistant-issue-advisory-panels
    Estão recetivos, mas precisa de mais debate, que irá acontecer.

    Para mim, é a única forma de se introduzir tecnologia para ajuizar foras-de-jogo, golos mal anulados, etc.
    A meu ver, a única forma de isto puder ser implementável é se for um processo absolutamente transparente, que não obrigue a parar o jogo. Não é preciso os treinadores pedirem para ajuizarem lances, uma vez que as decisões do árbitro principal estarão constantemente a ser analisadas. As regras do jogo não podem ser alteradas para acolher tecnologia, a não ser que seja possíveis a uma escala mundial, mesmo ao nível amador.

    De salientar que implementar um sistema destes não é fácil. É algo que será limitado pelo número e pela posição das câmaras no estádio, algo que não é possível "standardizar" para todos os estádios Mundiais, Europeus, nem sequer nacionais; uns têm mais condições do que outros (o mesmo se aplica para a tecnologia da linha de golo)
    No panorama nacional actual, há jogos do escalão principal que têm apenas um par de câmaras (ou um número muito reduzido), algo que não permitiria este sistema.
    Fico pasmado quando vejo gente a dizer que seria tão fácil trazer isto para os jogos profissionais (uma vez que já há outros desportos que o fazem), quando há muita logística que é preciso debater e resolver.

    Não é fácil trazer esta tecnologia para o futebol, mas é apenas uma questão de tempo para que tal aconteça. É o próximo passo e já anda nas cogitações de quem pode, efectivamente, implementar isto.

    Daniel Barbosa

  • M Freitas
    Posted Setembro 2, 2015 at 5:36 pm

    Quanto ao facto de ninguém ligar por ser o Bruno de Carvalho a referir o assunto, é óbvio que com a excepção dos Sportinguistas já ninguém liga ao que ele diz.
    É o que dá andar dia sim, dia não a mandar bitaites por tudo e por nada, e depois quando tem alguma coisa realmente importante a dizer, e por acaso é bastante pertinente, ninguém liga puto.
    Grande política de comunicação….
    Quanto à substância da coisa, para aqueles que dizem que ía adulterar o futebol o uso de tecnologia, aconselho apenas a uma coisa: vejam um jogo da NFL.
    Uma coisa é certa, com o auxílio das tecnologias aquela cambada toda que invadiu as TV's e que passa horas a comentar os lances duvidosos em super slow-motion e insultam a inteligência dos portugueses civilizados era toda corrida e depois tinhamos que levar com programas a falar realmente de futebol o que para a maior parte dos tugas era uma chatice…
    Acredito ainda que no nosso país mesmo com as tecnologias no futebol ía haver problemas pois a seguir havia guerra contra o operador de video, ou o tipo que estava na bancada para decidir o lance era primo de um gajo do Benfica, ou havia manipulação de imagens etc.
    Isto só vai mudar quando os tipos que entram com o dinheiro à grande, ou seja, os patrocinadores das grandes equipas e das grandes competições, disserem à UEFA e à FIFA, meus meninos mudem lá a regras porque não metemos dinheiro em competições desvirtuadas e seguirem o exemplo dos americanos que neste aspecto não brincam em serviço.
    Até lá, o Bruno de Carvalho pode escrever todos os dias no face que não vai mudar nada…

  • CTC
    Posted Setembro 2, 2015 at 5:27 pm

    Boas,

    A questão-que-não-deve-ser-mencionada…. tecnologias ao serviço do futebol!
    Sou totalmente a favor. Se algo pode tornar o jogo mais "honesto" porque não usar?
    Existem várias situações:
    * 1 paragem de jogo para visionar jogadas (desde que satisfaçam certas condições, por ex, golo que poderia estar em fora de jogo, mão na bola na área e que depois o jogo ficou parado) por parte
    * cronómetro oficial (ridiculo o tempo de jogar estar dependente dos caprichos de uma pessoa). Poder-se-ia até reduzir o tempo de jogo para qualquer coisa como 70/80m se o cronómetro parasse nas substituições, "lesões" e lesões. Dizer que o jogo tem 90m e querem ver a bola a rolar é muito bonito mas de certeza que não vêm jogos de futebol da Liga Nos onde temos tempos ÚTEIS de 40/45m na melhor das hipóteses!

    Claro que teria que ser tudo muito bem estudado porque também eu tenho receio relativamente ao ritmo do jogo- Seria mais lento? Não se notaria? Ritmo, não tempo útil de jogo que isso já referi.

    E a emoção do jogo? Como ficaria? Mais robótico como foi falado nos comentários? E o "ódio" (no bom sentido) ao árbitro e equipa adversária?
    Nestes pontos concordo, aliás, acho que não deve haver melhor sensação e emoção do que perder um campeonato porque o central da outra equipa estava claramente em fora-de-jogo ou uma final de uma qualquer competição europeia porque o redes lembra-se de defender 2 metros à frente da linha da baliza, ou ver a sua equipa ser roubada de 14M€ e espoliada do seu pretígio internacional. Sim…..nada como estas emoções futebolisticas!
    Queremos mais emoção na bola? Fica uma ideia, baixem os preços dos bilhetes que a malta já não fica em casa a ver bola pirata cada um no seu pc/tablet/tv. Ou melhor ainda, tornem o jogo honesto e se calhar o interesse dos mais jovens voltará!

    P.S.
    Relativamente à tecnologia vs. emoção, nunca vi um jogo da NBA, NFL, ténis e atletismo que não tivesse emoção. E tenho a impressão que existe mais emoção até….a incerteza do vencedor é maior do que um jogo onde sabemos que aquele árbitro sempre apitou mal contra nós e ajuda os outros, [introduzir as 1001 razões para o árbitro ver só o que quer]

    P.P.S.
    Quando escrevo árbitro, falo da equipa de arbitragem. Todos os 4 ou 6.

    • João
      Posted Setembro 2, 2015 at 6:37 pm

      O central da outra equipa estava claramente em fora-de-jogo depois de um avançado ter claramente dado uma manchete de volley na sua própria área 10 minutos antes. Está a ver? Isso as tecnologias não resolvem.

  • JSC
    Posted Setembro 2, 2015 at 5:21 pm

    Como fã de desportos americanos, o modelo a aplicar no futebol seria parecido ao do futebol americano. Dois timeout em vez de Três. Se o challenge se verificar não se perde o timeout. Simples.

  • João
    Posted Setembro 2, 2015 at 5:11 pm

    Já agora, e porque revi o lance há pouco tempo: o alnce do 3º golo do CSKA em Avalade é algo que em menos de 10segs vai de uma área à outra. O Sporting cruza, falha por pouco, alguém alivia para o Daniel Carvalho já quase na linha do outro lado, Vágner Love e saco. 3-1.

    Agora imagine-se que o Sporting tem queixas (das conjugações mais utilizadas do léxico português) de um penalty no lance anterior (não foi o caso). O árbitro:
    – pára o lance de contra-ataque do CSKA? (correndo o risco de ser uma decisão errada e prejudicar gravemente o CSKA)
    – espera que o CSKA marque e assinala o penalty a seguir, inutilizando a vantagem do Sporting na decisão (estavam desfalcados cá atrás precisamente por estarem em desvantagem no momento do lance)

    Estou a perguntar por curiosidade mesmo porque já estive a tentar arranjar uma solução plausível e não consigo.

    • João
      Posted Setembro 2, 2015 at 10:41 pm

      João (assim é complicado, parecemos um maluquinho a responder a si próprio) reveja o lance, está no youtube "pior minuto da história do Sporting" ou algo desse tipo. Quase não dá para a transmissão passar a repetição do lance, quanto mais da falta, muito menos tempo para um árbitro avaliar a jogada antes do golo do CSKA. Foi de matraquilhos autenticamente.

    • João
      Posted Setembro 2, 2015 at 9:26 pm

      se o árbitro de campo não visse penalti mesmo sendo de duvida deixava seguir e parava o jogo só se recebesse uma indicação em como tinha sido penalti

    • João
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:50 pm

      Esqueçam, entretanto caiu-me a ficha. Deixava seguir e depois anulava o golo, se tivesse havido penalty.

  • Rodrigo Ferreira
    Posted Setembro 2, 2015 at 4:55 pm

    Concordo contigo Nuno, bom texto.

  • RF
    Posted Setembro 2, 2015 at 4:29 pm

    Como adepto da tecnologia tenho pensado varias vezes em como solucionar a questao mais dificil o fora de jogo. Acho que com a tecnologia do GPS, chips na camisola, software e uma bozina automatica, nao deveria ser muito dificil la chegar. Ate digo mais, lançando um concurso numa Universidade , e nem precisava de ser o MIT, resolvia-se este problema num semestre.

  • Rui Amaral
    Posted Setembro 2, 2015 at 4:28 pm

    com este texto comparo-te a Zeca Afonso antes do 25 Abril

    sem papas na lingua !

  • João
    Posted Setembro 2, 2015 at 4:27 pm

    A esmagadora maioria dos problemas no futebol seriam resolvidos caso o jogo fosse cronometrado.
    Tudo que fossem falsas lesões, atrasos em reposições de bola e palermices que tem como objetivo fazer passar o tempo acabariam porque, simplesmente, não valeria a pena. A dinâmica dos jogos aumentaria exponencialmente.
    A juntar a isto, creio que duas coisas muito simples resolveriam o resto dos problemas:
    Video para tirar a limpo apenas lances capitais, isto é, lances que dão golo. (Foras de jogo, lances como aquele canto do SCP vs CSKA, e por aí).
    Um numero limitado de "eagleviews" por equipa, tal como no ténis. Assim, cada equipa seria inteligente a usa-los, não refilando constantemente por tudo e por nada. Se o jogador tem a certeza que sofreu falta dentro da área ou que foi agarrado e por isso não se isolou, etc, etc, irá pedir. Caso contrário não e o jogo continua e não se fala mais nisso.

  • João
    Posted Setembro 2, 2015 at 4:20 pm

    e porque não utilizar os vídeos para lances de golo, fora de jogo e os lances dentro de área? era só os lances mais importantes e deste modo não ia existir grandes paragens e os erros iam diminuir bastante no futebol

  • RF
    Posted Setembro 2, 2015 at 4:10 pm

    Concordo a 100 %. Quem fala em tempo de jogo perdido nunca deve ter perdido 5s a olhar para as estatisticas no fim do jogo e olhar para o tempo util que la aparece. Devem ter uma grande surpresa.
    com video arbitro acabam os meinhos a volta do arbitro, as simulações, as expulsões de elementos dos bancos que 15s depois ja viram a imagem no telemovel. Etc…

  • Naza
    Posted Setembro 2, 2015 at 4:09 pm

    Com a implementação destas tecnologias, o futebol ia perder muito da sua mística. O futebol é emoção desde o primeiro minuto até ao fim do jogo, é uma coisa que não se explica é uma coisa que sente. Com essas tecnologias certamente não terá metade da emoção, vamos parar jogos 4x para ver se o arbitro decidiu bem ou mal?! Sentir os nervos a flor da pele, estar revoltado com as decisões do árbitro, sentir quase " ódio" no bom sentido, tudo isso irá se perder com essa implementação. Vou dar um exemplo do que acontece actualmente no nosso quotidiano. Agora estamos perante enormíssima variedade de tecnologia cada um de nós tem no mínimo em casa 1 televisão, 2 computadores e 2 telemoveis, com isto as novas gerações vão sentindo menos o valor da amizade, as brincadeiras, as dores sei lá todas as emoções de estar com os amigos a vaguear pela aldeia ou floresta. Agora onde eles vagueiam é na internet, nos jogos, etc. Na minha opinião as gerações que estão a vir ficarão cada vez piores como humanos. Claro que é a minha opinião.
    Em relação desta ideia vir do Sporting, mais exactamente do presidente Bruno Carvalho, a minha opinião é que eles deviam olhar para si antes de propor estas ideias ridículas. O Sporting a estar por cima da eliminatória ao intervalo, vem fazer uma segunda parte daquelas?! O primeiro golo do CSKA é legítimo pois o braço estava encostado ao corpo e se não tivesse batido no braço batia no corpo e acabava por entrar na mesma. O golo do Slimani que foi anulado, deixa dúvidas pois não há nenhum video que dissipe todas as dúvidas, tanto pode ter saído como não ter saído. Em relação ao arbitro ter assinalado depois de a bola ter entrado. Pode ser que o arbitro vou que tinha saído mas deixou seguir, para não parar o jogo, mas cmo viu que o cska ia ser prejudicado voltou com a decisão atrás.
    O seguinte ponto que vou falar é a ridícula acusação bque a UEFA tem alguma coisa contra o Sporting. Por que razão teria a UEFA alguma coisa contra o Sporting?! Uma equipa que na penúltima vez que teve na Champions fez piores figuras do que equipas de Chipre ou Croácia. Se são assim tão prejudicados lutai contra isso dentro do campo, não validaram um golo marquem outro. O Sporting não é tal equipa que é tudo transparente, tudo tão perfeito. Lutai mostrai aos outros como deve ser, mas é dentro das quatro linhas e não com comunicados ridículos ou ameaças ( como na taça da liga).

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 7:57 pm

      Quando calhar ao Benfica? Bolas não chegou o roubo do Brych contra o Sevilla. Realmente estes Sportinguistas não querem arbitragens isentas, o que eles querem é ser beneficiados! E está a verdade desportiva do Sporting!?
      André Sousa

    • Naza
      Posted Setembro 2, 2015 at 7:48 pm

      Pedro Costa e Jorge Costa
      Vocês estão a insinuar que sou do Benfica, mas não sou por acaso apenas sou simpatizante do Braga, mas não deixam de ter razão sobre o Benfica mas como este post só se referia ao Sporting decidi não por ao barulho outros clubes sem ser o mesmo.

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 6:01 pm

      Piores figuras que equipas de Chipre e Croácia?.
      Na ultima CL um clube português fez pior figura que clubes da Suiça, Grécia, Bélgica, etc.

      Jorge Costa

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:56 pm

      Naza, parei de ler a meio.
      Quando calhar ao Benfica arbitragens , como as que prejudicaram o Sporting na Russia e em Alvalade, aposto o que quiser que não escreverá o mesmo.
      Quanto a ideias ridiculas de Bruno de Carvalho, ele pelo menos menos ainda não levou nenhum DVD de supostos erros de arbitragens a um Ministro.

      Pedro Costa

    • João Magalhães
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:46 pm

      O pior é que há gente que acredita que a UEFA tem algo contra o Sporting.

  • João Lains
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:45 pm

    Chamem o Mark Cuban para a FIFA. Para além de ser um homem da NBA – habituado a estas coisas, é um impulsionador das tecnologias, nomeadamente de todos os dispositivos sensoriais, já que o segundo ele, o futuro passa por eles.

    Agora a sério, eu sou a favor da introdução cada vez mais das tecnologias no futebol, desde que isso não tenha grandes repercussões no tempo de jogo. Foras de jogo, bola sobre ou além da linha, tentativas de agressão. Acho que todos estes lances poderiam ser solucionados com o recurso a tecnologias, que permitiriam à equipa de arbitragem tomar uma decisão em menos de 10 segundos.

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 11:46 pm

      Na minha opinião o João vai ao cerne da questão. Porém o que eu prefiro é queimar 1 minuto para clarificar uma potencial grande penalidade do que ver um gajo saltar para a piscina e fazer contorcionismo
      Afonso

    • Kafka I
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:07 pm

      Concordo contigo, dai não ter ainda uma opinião exacta quanto a implementação ou não das tecnologias, é que se isso não interferir significativamente com o tempo de jogo sou a favor, se interferir em demasia com o tempo de jogo e com o próprio desenrolar do mesmo sou contra…

  • Octávio Alvarez
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:38 pm

    Extraordinário texto com, permita-me, uma grande falha, o termo de comparação. Eu daria o exemplo daquele que é o meu desporto de eleição, o Rugby. Porquê? Pela dimensão do campo de jogo (praticamente idêntico), pelo tempo de jogo (90 contra 80), e sobretudo por ter conseguido responder ás imensas questões, leiam-se obstáculos, que os adeptos do futebol colocam. Param-se todos os lances? Não, apenas aqueles em que qualquer um dos árbitros se questiona sobre a legalidade do lance. Perde-se muito tempo? Não, num jogo de excepção repleto de lances como por exemplo foi o AAC x SCP poderíamos estar a falar de 10/15 minutos para todas as análises. Quem decide no caso da utilização da tecnologia? O árbitro que visiona pela televisão o lance, sendo soberano, responsável e posteriormente também avaliado. É utilizado em todos os jogos de Rugby? Não, e isto responde á grande questão dos adeptos, é utilizado sempre que possível, não se pode nem deve discutir justiça ou injustiça consoante os recursos existentes, deve-se antes questionar se tiver 10 câmaras a filmar utilizo todas, se tiver 2 a mesma coisa, numa situação ou noutra estaremos sempre mais próximos da verdade desportiva. Infelizmente o futebol, atenção que sou grande adepto, fervoroso e sócio com game box do meu Sporting, tem muito mais para aprender do Rugby do que apenas a utilização de tecnologia. Cumprimentos.

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 11:43 pm

      Caro Otávio outro factor que infelizmente já não existe no futebol é a qualidade do árbitro em si, isto é, o futebol não tem nenhum Nigel Owens para por os jogadores na linha. Qual seria a dificuldade de interromper um jogo devido a potencial grande penalidade e tirar a prova dos nove
      -ps- go springboks
      Afonso

    • Octávio Alvarez
      Posted Setembro 2, 2015 at 9:28 pm

      Caro Nuno tem uma oportunidade de ouro dentro de 15 dias com o Campeonato do Mundo. Veja e acredito que vamos ganhar um fã. Depois comprovamos seguramente. Abraço

    • Nuno R
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:16 pm

      Não percebo o suficiente ou sigo o desporto, para o poder usar como objecto de comparação. É mesmo ignorância. Não má vontade :)

  • dgenio
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:34 pm

    Não pude ler todos os comentarios, mas o texto é excelente e vai de encontro ao meu comentario feito no post do ultimo jogo de Sporting.
    Penso que uma das principais objeções é a diferença de tratamento entre divisões mais ricas e mais pobres (sem transmição televisiva). No entanto eu acredito que esse é um falso argumento.
    A implementação do telearbitro não seria uma alteração das regras do jogo em si, mas uma alteração na capacidade dos arbitros de analizarem o jogo. Assim, na ausencia de transmição televisiva não haveria esse arbitro, mas havendo não existe nenhum problema em te-lo.

    Penso que a forma mais simples de implementar as novas tecnologias (e não percebo como se justifica algo deste genero ainda não ter sido feito) seria ter um arbitro a ver a transmição do jogo e em comunicação directa com o arbitro principal. Este por sua vez teria um criterio mais largo. Um erro cometido pelo arbitro principal poderia ser imediatamente corrigido pelo telearbitro….

  • Flávio Trindade
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:33 pm

    Tocaste na ferida Nuno.

    De facto o futebol evoluiu em todos os capítulos, menos na arbitragem.

    Aliás não só não evoluiu como ficou ainda pior!

    A resposta das entidades que regulam o futebol para com os os descontentes foi a introdução de mais dois árbitros no jogo, o que não só não minimizou o erro como o aumentou, porque o árbitro principal está mais à vontade para errar porque à partida tem mais olhos a ver a jogo, mas estes não se sentem com autonomia para intervir, não querendo ser figuras, porque na realidade ninguém sabe quem eles são! Logo o erro em vez de ser diminuido, passou a ser diluído… (sem recorrer a lances e infelizmente foram muitos de equipas nacionais, basta lembrar-me do lance de Martial na área do Valência em cima literalmente do árbitro de baliza. Esse lance viciou a eliminatória e custou 14M ao Monaco…)

    É de facto complicado conciliar o vídeo árbitro com as paragens de jogo, mas não é impossível. A isso chama-se evolução.

    A tecnologia de baliza já existe, a comunicação entre as equipas de arbitragem também, mas podia de facto ser dada às equipas técnicas, à semelhança do que acontece no futebol americano, um sistema de challenges, que permitiria dissipar alguns lances capitais. Também acho que não deveria ser à vontade do freguês, mas 2 por partida para cada equipa parece-me absolutamente normal. Daria 4 paragens por jogo, e não acrescentaria mais de 15m por partida, para além de permitir a recuperação dos próprios jogadores, cada vez mais transformados em máquinas.

    Para além disso, em lances de carácter disciplinar que não tenham sido assinalados serviria posteriormente como prova quer para castigar os infractores, quer também para avaliar o trabalho dos próprios árbitros.
    Isso num país em que o sistema de observações é tão nebuloso que nem vale a pena comentar, tudo isso serviria como prova cabal.

    No plano desportivo iria premiar os verdadeiros vencedores, e iria premiar também os bons árbitros detrimento dos maus mas que têm melhores padrinhos no futebol…

  • Anónimo
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:29 pm

    Para mim era para ontem o vídeo-árbitro, gostava de ver os dirigentes do meu clube empenhados nesta medida até porque se avizinha uma época difícil a nível de arbitragem para o Benfica, e deixariamos de ter os opinadores do costume a puxar a brasa a sua sardinha sem critério nenhum e apenas defendendo a sua côr. Para o Benfica nem seria ir atrás de ninguém , pois somos pioneiros na defesa da verdade desportiva ,apesar de um pouco apagados nestes ultimos tempos. Mas muito acima dos dirigentes estão os senhores das apostas e esses é que não têm nenhum interesse em que o futebol evolua. José santos

  • Supremus Lvcifer
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:21 pm

    Quem refere que a introdução da tecnologia na arbitragem vai fazer os jogos serem mais parados e perder tempo de jogo simplesmente está desfasado da realidade,é algo incrível de se ler. Todas as sugestões do Nuno são perfeitamente aceitáveis e apenas iriam trazer maior justiça e honestidade a todos os jogos. Video – árbitro faria perder tempo? Claro que não, o tempo que se perde em protestos é muito maior agora com a dúvida, com alguém a analisar com acesso instantâneo a repetições dos lances decidiria muito melhor e aí o protesto perderia força. Não iria alterar em nada o tempo de jogo, apenas iria melhorar a decisão dos árbitros e trazer justiça ao desporto. Quem está contra isto é porque prefere ver erro em vez de rectidão!

    • Wonderkid
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:13 pm

      Exacto. Eu acho que há pessoas que não têm a mínima noção do tempo de jogo jogado que temos num jogo "normal" da Liga Portuguesa. Um canto em 90% dos casos nunca demora menos de 30 segundos a ser marcado, só a título de exemplo.
      Para além de que, como o Nuno R. já disse em cima numa das respostas ao seu próprio comentário, só o facto de termos paragens de relógio iria fazer com que o número de simulações de lesões, discussões com decisões de árbitros, picardias entre jogadores, etc diminuíssem drasticamente, o que só abona a favor do espectáculo… mas há quem prefira outros espectáculos com certeza…

    • Supremus Lvcifer
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:59 pm

      @Alexandre Pinto e Wonderkid
      Nem mais, o futebol tem tempo útil de jogo muito reduzido, perde-se muito tempo com simulações, perdas de tempo, reclamações, «« e tudo para nada.

    • Wonderkid
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:33 pm

      Subscrevo e até digo mais: com a introdução do video-árbitro e a paragem de relógio em "tempos mortos", teríamos garantidamente mais tempo de jogo jogado e os jogos não iriam demorar mais tempo do que actualmente.

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:32 pm

      E quem fala no tempo que demoraria a decisão, tenho a certeza que rejubila quando um guarda-redes se atira para o chão e fica dois minutos a simular uma lesão… Num jogo de futebol nunca se jogam os 90 minutos.

      Alexandre Pinto

  • Pedro Soares
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:20 pm

    Completamente de acordo com o texto. O futebol ficou completamente parado em comparação com os outros desportos em termos de avanços tecnológicos, se calhar por ser o desporto onde existem mais lobbys. Impressionante como em 2 min se vê se um ensaio e válido, se um lançamento foi dentro do tempo, se o primeiro serviço foi dentro ou fora, mas no futebol não.
    Como medidas, e para evitar a paragem do tempo de jogo a cada 2 minutos propunha uma medida muito simples:
    – Cada treinador teria ao seu dispor 5 contestações por jogo/parte em que o quarto árbitro poderia recorrer ao video para dar uma resposta convicente, um pouco como acontece no ténis.
    – Aplicar a tecnologia de golo a todas as linhas delimitadoras do campo.

    Apesar de tudo, continuo a achar que a medida que vai ser tomada será a imposição de mais 2 árbitros para fazerem companhia aos árbitros de baliza.

  • Traquino
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:20 pm

    Imaginem a final dos 100m no campeonato do mundo de atletismo: em vez do photofinish, estava um árbitro, que atribuia a vitória ao Gatlin! no further comments.

    • diogoribeiro
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:18 pm

      Joao, concordo que comparar ao Atletismo não faz sentido mas acho que se houver verificação tecnológica apenas no momento do golo, não significa que se tenha de ter verificação tecnológica em todos os outros lances. É verdade que um árbitro pode assinalar mal uma falta e 2 minutos depois ser golo, mas a falta não teve influência direta no golo.

      É impossível haver verificação tecnológica em todos os momentos do jogo, mas acho que fazia sentido, caso não tire tempo ao jogo, haver verificação tecnológica dos incidentes que afectem diretamente o resultado.

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:37 pm

      A vitória do Bolt foi tão clara como uma bola entrar na baliza e ficar enrolada no fundo da rede… O exemplo não é bom. E se formos a falar nisso, isso ia ter de acontecer em todos os desportos.

      Bruno

    • João Magalhães
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:31 pm

      O resultado final depende de imensas acções no jogo. O que tu queres é meter tecnologia no último momento de uma jogada ou acção colectiva, mas esse momento depende de 1001 acções que muitas das vezes dependem do juízo do árbitro. Contacto físico, faltas longe da zona de finalização, foras de jogo etc. O que para ti é crucial, para outros podem não ser. Uma falta inofensiva pode tornar-se capital.

    • Lord
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:29 pm

      Que estupidez comparar atletismo ao futebol..e o Basket a mesma coisa. Tempo, numero de jogadores etc.

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:28 pm

      Então e se virmos a comparação pela óptica de uma tecnologia a ajudar na fiabilidade de um resultado final, algo que não é feito prepositadamente no futebol. Acha a comaparação também fantástica?
      Ricardo

    • João Magalhães
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:24 pm

      Comparação fantástica. Uma corrida de 10s contra um desporto de 90 minutos.

  • Wonderkid
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:19 pm

    Muito bom Nuno R. Em jeito de resposta, muita gente não quer falar sobre o assunto e dar a sua opinião e torná-la pública porque, para esses, isto está tudo muita bem como está! ;)

  • Joe Johnson
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:17 pm

    Porquê que o 4º árbitro, que não faz nada na sua cabine durante todo o jogo (a não ser mandar os treinadores para a sua área técnica) não tem um monitor e assim tem acesso a todas as repetições no momento e comunica imediatamente ao árbitro? Sem paragens, sem grandes investimentos, era tudo tão simples. Alguém me consegue explicar porquê que tal não acontece?

    Por exemplo no golo do Moreirense contra o Benfica que está em posição irregular, o árbitro fica 10 segundos a olhar para o fiscal de linha porque não tem a certeza se foi ou não fora de jogo. Durante esses 10 segundos já todo o Portugal tinha visto que tinha sido irregular, MENOS O PRÓPRIO ÁRBITRO. Qual a lógica disto? Posso estar a dizer algum disparate mas não percebo o porquê, não era preciso video árbitro se quer, nem pedia tanto.

  • Fernando Alvega
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:15 pm

    Para além de Bruno de Carvalho mais nenhum alto dirigente se manifestou.

    Não estou a ver quem e beneficiado com o sistema atual queira mudar, colocando em causa os benefícios de hoje.

    Agora não e ser a favor ou contra o uso daa novas tecnologias o problema e como usá-la.

    Agora por favor tirem os 2 árbitros de baliza, porque estarem lá ou não estarem, o serviço que fazem ao futebol e nulo.
    O não estarem ainda poupam uns cobres às organizaçoes.

    • Diogo
      Posted Setembro 2, 2015 at 9:27 pm

      O lançamento do João Pereira foi legal, nem me vou dar ao trabalho de explicar porque, vá ler as regras ou veja as explicações dos especialistas na matéria. Não por reptirem sempre a mesma mentira que ela se vai tornar verdade.

      Quanto ao 2º golo do moreirense, cada um trata da sua casa. Ou o presidente do Sporting é obrigado a ver e opinar sobre todos os jogos das competições que está inserido? Além de serem muitos, com a qualidade de jogo que o benfica apresenta, alguns também são chatos.

    • Robert Gere da Reboleira
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:52 pm

      Eu gostei do lançamento do João Pereira com os pés todos dentro do campo, e vimos prontamente o presidente do sporting a insurgir-se contra o árbitro auxiliar que estava junto do jogador e não viu a irregularidade.
      Também quero fazer uma ressalva ao pronto comunicado do presidente do sporting a criticar o escandaloso 2º golo em fora de jogo do moreirense.

      obrigado e viva o fair play!

  • Anónimo
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:13 pm

    A tecnologia no futebol pode ser utilizada mas não em excesso…se formos a utilizar tecnologia por qualquer lance, qualquer falta, isto irá tornar-se aborrecido.

    Tecnologia de linha de golo √
    Vídeo-árbitro para rever as jogadas de golo para ver se houve alguma infração às leis do jogo, como fora de jogo, mão na bola etc, obviamente o vídeo-árbitro tinha comunicação com os outros árbitros com aquele aparelho.

    Mais do que isto já é exagerado.

    Vitorino

  • Anónimo
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:12 pm

    Seria interessante fazer uma estatística entre os adeptos dos três grandes, equitativamente, para aferir das suas opiniões relativamente a este assunto.

    Tenho para mim que haveria uma larga percentagem a desfavor da tecnologia de adeptos de dois clubes e a favor de adeptos de um clube.

    João

    • João
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:03 pm

      Que deve bater uma linha certinha com os títulos conquistados no período em apreço, indexada à variável cultura latina.

      Poupem-me.

  • Daniel Rodrigues
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:09 pm

    Não poderia ser uma questão a ser implementada em todos os lances capitais, porque isso iria reduzir o tempo útil de jogo e iria aumentar de forma exponencial a duração do espetáculo. Mas concordo com a ideia defendida por muitos que deveria ser permitido a cada equipa a revisão de 3 ou 4 jogadas que considerem duvidosas. Dificilmente voltaríamos a falar de penálties não assinalados, foras de jogo mal marcados, expulsões perdoadas ou golos mal anulados. Isto é fundamental ser implementado. Já faz parte do avanço civilizacional. Não podemos continuar a ser Velhos do Restelo. O que era do atletismo sem o photo finish?

    Quanto à dificuldade de transmissões televisivas de todos os jogos, considero que esta é uma questão a ser primeiro explorada nas competições europeias (porque há muito dinheiro em jogo) e só depois nas competições internas. Pode não haver transmissões televisivas de todos os jogos de todas as divisões, mas já há formas de fazer a gravação de todos os jogos das competições profissionais (https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira_liga/artigo/2015/07/26/direcao-da-fpf-disponibiliza-meios-para-gravacao-video-dos-jogos-profissionais).

  • Anónimo
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:07 pm

    Eu gostava que me explicassem o que é o Vídeo-arbitro…e em que situações seria implementado…comparar o futebol à NBA, NFL, ténis(uma brincadeira) ou outro qualquer é de uma demagogia inacreditável e de quem não sabe do que está a falar.
    Lizardking

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2015 at 7:30 pm

      Em 2 situações que descreveste Zé Diogo pode ser resolvido pelo chip, o penalty objectivo não pode ser dissociado do resto dos penalties. Não se vai gastar dinheiro num sistema que apenas avalie a bola na mão.
      Lizardking

    • Zé Diogo
      Posted Setembro 2, 2015 at 9:11 pm

      Lizardking

      Podia ser, p. ex. em situações de golo/não golo (bola passar a linha de golo ou não), em situações de penalty objetivo e manifesto como o do braço do defesa do cska em Alvalade ou do ano passado de gelsenkirschen que deu penalty quando a bola bateu na cabeça, ou em situações de bola dentro ou fora como o canto na Rússia que deu golo invalidado…

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:35 pm

      HM tu é que não sabes do que falas. o ténis tem o olho de falcão, mas em nenhuma circunstância o árbitro interfere na aplicação da mesma, já para não falar que avalia "casos" objectivos( ou a bola está fora ou dentro), enquanto que no futebol mesmo depois do +arbitro ter acesso aos lances pela televisão, tem de tomar uma decisão, que pode ser ou não certa, é subjectivo( ex. no caso dos penaltys, que não são nada mais nada menos que lances passiveis de avaliações variadas. Quanto aos fora de jogo era impossivel implementar acho que isso é compreensível por todos.

      Em relação à NFL tu é que não sabes do que falas. Eu assisto ao desporto, e as repetições televisivas apenas são usadas em alguns lances duvidosos mas que se fizermos uma analogia grosseira(porque os desportos são diferentes) eles apenas a usam em lances de fora de jogo, enquanto que os "penaltys" continuam sem ser possivel que o árbitro analise através da repetição, portanto há sempre o efeito humano presente. Tal como na NBA, não se avaliam faltas pessoais por vídeo…Portanto a minha pergunta…o que é o vídeo árbitro e em que situações iria ser utilizado?
      Lizardking

    • RF
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:02 pm

      Basta leres as propostas do Nuno e outras mais que ja percebes como pode ser implementado.
      E o video arbitro é o 4o arbitro ou outro na bancada com uma televisao a frente a ver as repetiçoes e a enviar informaçao ao arbitro principal.
      se nao percebes isto então fica dificil discutir este assunto contigo.

    • HM
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:31 pm

      É um árbitro que tendo acesso a imagens televisivas ajuda os árbitros a decidir se os lances foram bem ou mal ajuizados.

      Mas porque é que é uma brincadeira comparar ao ténis? Porque é que é uma demagogia inacreditável? Quem me parece que não sabe o que está a falar és mesmo tu. É assim tão difícil introduzir mecanismos semelhantes ao da NBA, NFL, Ténis no futebol e melhorar este desporto?

  • Daniel
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:07 pm

    No Sporting o queixume com as arbitragens é sempre exagerado. É verdade que o jogador do Tondela marcou o golo com a mão e que as arbitragens nos jogos com o CSKA foram muito fracas mas por exemplo, o golo do Doumbia não foi com a mão e o Slimani saca penaltis deixando-se cair como se fosse um menino. Com as desculpas a caírem todas nos árbitros, algo habitual no Sporting, acho que psicologicamente todos ficam fragilizados. Os adeptos, os jogadores, todos. Dá a ideia que já não há nada a fazer, o Sporting não vai conseguir ganhar nada porque não o deixam. Assim fica mais difícil, têm de mudar de mentalidade.

    • Zé Diogo
      Posted Setembro 3, 2015 at 8:28 am

      Pois Jozef, mas não sabes qual é a regra que diz isso, certo?

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 10:50 pm

      É só ler as regras da FIFA (são as que a UEFA usa) e verá que o lance é regular.

      Jozef

    • Zé Diogo
      Posted Setembro 2, 2015 at 9:05 pm

      Qual é essa regra jozef?

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:18 pm

      O golo do Doumbia foi com o braço mas segundo as regras é regular.

      jozef

    • Ricardo F.
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:59 pm

      No Sporting, o "queixume com as arbitragens é sempre exagerado" e são sempre os calimeros e os chorões. Nos outros, os lances de de dúvida transformam-se em verdades absolutas, ai de quem diga o contrário e passam todos por doutores da verdade.

      Por favor…

      Todos os grandes se queixam sempre que se sentem prejudicados. Não me venham com demagogias. Se uns se queixam mais vezes do que outros, se calhar é porque acontecem lances duvidosos mais frequentemente. E, outras épocas à parte, este ano, como disse o outro, o Sporting tem "saído na rifa".
      SL

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:50 pm

      Com o cotovelo. É um lance duvidoso, se fosse contra o Sporting estariam a dizer que não fez de propósito. Se fosse contra o Benfica, provavelmente também diria que era falta. Mas não me parece propositado, o homem até está de costas para a bola. Afirmarem que tem noção de onde está a bola e por isso fez o movimento não me parece fazer muito sentido. Têm razão de queixa no penalti escandaloso na primeira mão, e têm razão de queixa no golo anulado na segunda mão, mas não há imagens pelo que não podem afirmar com tanta certeza que não saíu. E quanto ao vídeo que fizeram, é tão legítimo como a imagem que o Rui Oliveira e Costa uma vez mostrou na tv para provar que um jogador qualquer não estava em fora-de-jogo, quando a linha era tão torta como as que eu fazia a EVT.

      Bruno

    • CARLOS GOMES
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:33 pm

      Portanto contra a Académica não existe penalty sobre Slimani, e contra o CSKA o golo do mesmo jogador também é bem invalidado? Pois é no Sporting o queixume é exagerado, estou a ver que não conhecem o Rui Gomes da Silva.

    • HM
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:27 pm

      O golo do Doumbia não foi com a mão? Então foi com o que?

  • Nuno R
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:06 pm

    Ideias concretas

    1. tecnologia nas linhas (para verificar se a bola sai)
    2. paragem de relógio em substituições, lesões, e faltas com barreira/penalties
    3. recurso a vídeo após pedido do banco (2x por parte)*
    4. expulsão de um jogador apanhado pelo vídeo a agredir adversário ou com postura anti-desportiva

    *não querem paragens para recorrer a vídeo, mas sentem-sse confortáveis com as rodinhas e com os prootestos após um penalty duvidoso

    • Zé Diogo
      Posted Setembro 2, 2015 at 8:02 pm

      Havia tanta coisa a mudar…
      Quando entra a equipa médica o jogador tem que ficar fora do relvado por 5 min. se está verdadeiramente lesionado precisa desse tempo para se recompor, se não está, é uma penalizaçao pelo anti-jogo.

      Cartão laranja (ou azul ou roxo, é indiferente) 10 min fora do campo para aqueles lances de "amarelo alaranjado".

      Paragem de tempo nas substituições e assistência médica aos jogadores.

      E tanto mais…

    • João Duarte
      Posted Setembro 2, 2015 at 6:15 pm

      E acho que ninguém se sente confortável com as rodinhas à volta do árbitro. Nem acho que seja termo de comparação. Neste caso os únicos culpados são os próprios árbitros ou conselho de disciplina. Se punissem os jogadores que fizessem isso eles não o fariam.

    • João Duarte
      Posted Setembro 2, 2015 at 6:13 pm

      scp_fan estás a dar um exemplo de uma coisa que ocorre 1 vez em 1000 jogos ou mais. Se parares de cada vez que o árbitro marca falta e que depois chega-se à conclusão de que não era, isso aconteceria 20 vezes por jogo. O jogo não fluiria nunca. São situações incomparáveis. E depois o contrário também é válido. Se a jogada prossegue, o árbitro não pode simplesmente pará-la 5 ou 10 segundos depois (5 segundos dá para fazer um passe longo e marcar golo), depois de chegar à conclusão de que errou. Se a tecnologia permitir decidir na hora sou a favor do que disseste. Uma ressalva apenas para o facto de em questões de faltas poder existir sempre alguma subjetividade, há faltas que para umas pessoas é falta e para outras não, portanto não acho que resolvesse tudo, embora reduzisse o risco de erro.

    • João
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:00 pm

      Completamente de acordo com os primeiros dois pontos e era algo que se podia instituir já (!)
      Com o terceiro, já manifestei as minhas reservas, aqueles penaltys da intensidade são sempre uma avaliação que é feita pelo árbitro, mesmo à posteriori, tão sujeitas a reparo como as actuais. Com a diferença única de o árbitro não poder alegar que não viu. Mas considerável.
      Ponto 4, sem espinhas.

      Asterisco, também já o disse acima, nada a ver. Há centenas de lances importantes (lembro-me do Jackson na Luz na época passada ou a pretensa mão na área de um jogador do Sporting na Supertaça) que não têm direito a rodinha nem a protestos. Se forem à lupa é tempo que se acrescenta ao jogo e estar a dizer que é ela por ela é falso e só retira credibilidade ao argumento.
      Até porque mais tempo de jogo não é necessariamente mau, o pessoal do contra também tem tendência a exagerar o aumento. Se um jogo em vez de cerca de 2h demorar 2h15 não é nada do outro Mundo.

    • scp_fan
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:34 pm

      Silva dos Plásticos,

      A equipa A está a jogar contra a equipa B, está num ataque perigoso, 3 atacantes contra 2 defesas… Eis que… Um cão entra em campo!

      O árbitro não pára o jogo?! Não se prossegue com bola ao solo, apesar de estar a haver um ataque perigoso?

      O mesmo se passaria… Há uma queda na área! O árbitro manda seguir, a bola continua jogável… O delegado ao jogo pela equipa cujo jogador caiu desloca-se junto do 4º árbitro e pede que seja visto em vídeo… O 4º árbitro avisa o árbitro e este interrompe o jogo (sendo que em 90% dos casos, numa disputa na área a bola acaba fora das 4 linhas ou nas mãos do GR)… Vê-se o lance pelas repetições e toma-se uma decisão!

      Outra medida que introduzia… Todas as conversas entre os árbitros, que eles fazem pelos intercomunicadores ficariam gravadas e seriam anexadas ao relatório do árbitro obrigatoriamente.

      SL

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:24 pm

      E eles recebem para ganhar. Se queres ver um jogo atractivo, implementa também uma regra como no basket: 2 minutos para rematar à baliza, senão perdes a posse; ou penalizar o jogo passivo, como no andebol. Devido aos desportos em si, existem diferenças óbvias e medidas que só por si vão contra a essência do jogo. É preciso evoluir, mas certas e demasiadas alterações levariam a uma descaracterização do desporto. E se parasses o tempo, acho que só ias beneficiar ainda mais as equipas grandes.

      Mas o que me está a fazer mais impressão é a quantidade de propostas e coisas que querem implementar. Isso não seria uma evolução, seria uma revolução.

      Bruno

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:08 pm

      Como é que funcionaria essa historia do recurso ao video por pedido do banco(pergunto sinceramente)? Era algo do género, 1 banco pede pa ver se ha penalty ou nao…chega-se á conclusão que não é(partindo do pressuposto que é possivel chegar a uma conclusão) como é que se faz a seguir? Recria-se a jogada outra vez? Do género voltam todos ás mesmas posições e segue jogo? Faz-se bola ao solo? Devolve-se a bola á equipa que ía iniciar 1 contra-ataque? Haveria tempo limite para se analisarem as imagens no video? Ou se fosse preciso andava-se 10 min a ver se era ou não penalty? E quem diz penalty diz outra coisa qualquer, fora de jogo..bola na mão etc etc. Uma coisa é certa, a meu ver, passava a ser practica comum pedir as imagens de video(caso não tivessem pedido anteriormente) só mesmo pa parar o jogo pra beneficio próprio.

      Silva dos Plásticos

    • RF
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:58 pm

      Excelente texto Nuno e boas propostas, apenas acrescento :
      video arbitro en todos os golos que podem ser precedidos de falta (fora de jogo ou infracção do jogador,a televisão nao demora 20 s a dar 3 repetições)

      video arbitro em todas as situações de penalty com amostragem de cartão amarelo obrigatorio em caso de simulaçâo e 5 minutos jogador fora de campo.

      redução do tempo de jogo para 70 min de jogo corrido.

      Acrescento : Quem nao quer esta evolução é porque nao gosta do jogo , gosta é de batota!
      Obviamente que nem todas as medidas podem ser aplicadas a todos os escaloes e divisões mas isso ja acontece em outros desportos.
      O publico ja nao tolera os arranjinhos a certo nivel. Esta cansado. Nao se compreende nem se justifica.

    • Ricardo F.
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:52 pm

      @Nuno R
      Esse asterisco deita por terra muitos dos "argumentos" que para aqui vão.
      SL

    • Nuno R
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:43 pm

      90 minutos de jogo quê? Diz antes jogo parado.
      Eu pago para ver gajos a correr atrás da redonda, não para ver tipos a rebolarem no chão.
      E podes crer que, parando o relógio, o nº de lesões e pedidos de assitência baixavam logo.

    • Wonderkid
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:25 pm

      Nuno R, acrescento ao seu * ainda o tempo queimado com simulações de lesões. Isso já faz tudo parte do espectáculo! ;)

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:22 pm

      Paragens não faz muito sentido, 90 minutos de jogo corrido é muito tempo. Não é futsal, e o período de compensação serve para isso mesmo, tentar recuperar o tempo em que o jogo esteve anormalmente parado. Quanto ao nº de pedidos vindos do banco, acho que é complicado de implementar. É muito subjectivo, não é ténis que é só preciso ver se a bola vai dentro ou fora. Uma falta é muitas vezes de difícil avaliação…
      E quanto dinheiro custaria colocar essas tecnologias em todos os estádios?

      Bruno

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:18 pm

      Nuno, concordo em grande parte das ideias, acho até que deviam seguir as inovações do rugby no qual os jogadores não tentam nenhuma gracinha.
      Afonso

  • Anónimo
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:04 pm

    O BdC não é levado a sério por culpa própria. Tem muitas intervenções ridículas e é demasiado impulsivo para o cargo que ocupa. Existem coisas que um presidente não deve dizer, especialmente da forma como ele as diz. Se desta vez tem razão no que diz? Até tem. Mas não tem razão para falar tanto das arbitragens como tem feito. E pior, a imprensa ainda o apoia, com capas com alusão ao roubo com o Schalke e o CSKA. Há pouco tempo uma equipa portuguesa foi roubada na final de uma competição europeia com uma mão cheia de lances escandalosos, e só se falava em azar. A cs em Portugal é vergonhosa, tal como a maioria dos dirigentes que temos. Mas a principal razão para não se implementarem tecnologias no futebol europeu (uefa), é porque os principais beneficiados têm sido os espanhóis que por acaso têm gente bem colocada e com muita influência, e a imprensa internacional não fala disso. As equipas espanholas não têm razão de queixa num único jogo europeu, é impressionante a forma como são constantemente levados ao colo.

    Bruno

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 9:05 pm

      Bruno, o Di Mateo queixou-se da arbitragem do Sporting 4 – 2 Schalke. O que achas disso? O Di Mateo pôs o mundo a rir com essa declaração e, no entanto, é acreditado pelas pessoas.

      Zé Maria

    • HM
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:28 pm

      Rui Pedro Santos, se comparasses o Bola Branca da RR com o Mais Transferências ainda aceitava mas comparar com um blog que comenta o que já é oficial..
      Quanto à questão da credibilidade é relativa. A parcialidade é tanta, criada pela CS, pelos Dirigentes de outros clubes e afins, que quando o Bruno de Carvalho diz qualquer coisa, por muito legítima que seja é ridicularizada.

    • Rui Pedro Santos
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:52 pm

      Há uma coisa chamada credibilidade e essa conquista-se com palavras e acções adequadas às situações em causa e ditas/feitas nos momentos e locais certos e todos nós sabemos que BC não sido propriamente exímio na gestão dos seus atos e palavras dai resultando uma menor consideração por parte da CS do que seria dado a outro qualquer agente desportivo. Se leres no VM uma qualquer noticia e ouvires no mais transferências dizer o contrário, em quem é que acreditas? E porquê? Credibilidade, claro.

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:34 pm

      Pode, mas não da forma como o faz e através de posts no facebook. Prendam os ladrões? Deve ser para rir. Eu, pelo menos, ri-me (do post, não das arbitragens e eliminação). E não têm razão de queixa em todos os jogos. Por exemplo, neste fim-de-semana ganharam mais do que tranquilos, e foi a choradeira que se viu, e sem razões de queixa. Eu vi o penalti sobre o Mitroglou contra o Arouca e o fora de jogo que se via da lua contra o Moreirense e não vi quase ninguém a queixar-se disso, e talvez mesmo ninguém da direcção do clube. Queixámo-nos, sim, do que andamos a jogar, que não é nada, e sofremos ou perdemos por culpa própria. O Sporting só critica a arbitragem, e continuam a bater palminhas nas costas por exemplo do Paulo Oliveira, que tem lugar na selecção etc (esteve muito muito mal, tal como outros, mas neste caso quase ninguém fala), e do JJ, que coitado, esperou pelo prolongamento para mexer na equipa, mas esse prolongamento não chegou se calhar porque… Pois. Têm razão de queixa da arbitragem contra o CSKA, mas no campeonato não me parece. Mas andam tão cegos com o suposto bom plantel e grande treinador, que a culpa de más exibições só pode ser mesmo da arbitragem.

      Bruno

    • CARLOS GOMES
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:28 pm

      Essa equipa portuguesa, em Portugal, não precisa das tecnologias para nada. Porque se se fosse usar a tecnologia essa equipa era capaz de ficar sem o último campeonato.

    • gonçalo Duarte
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:13 pm

      Se é prejudicado porque não pode falar?Se falasse sem ter razão,aí sim,mas assim,nota-se que só dizes isso por razões clubisticas

  • diogoribeiro
    Posted Setembro 2, 2015 at 3:03 pm

    Nuno, excelente texto e muito pertinente.

    Com o sucesso da tecnologia da linha de golo, acho que será apenas uma questão de tempo até mais tecnologias serem introduzidas no futebol. Nem deveria haver discussão sobre se a introdução da tecnologia é algo bom ou mau, porque é bastante óbvio.

    Por isso, para tentar, aumentar a discussão: Qual é a melhor forma de introduzir a tecnologia no futebol?

    -Como no ténis, em que cada equipa tem a hipótese de pedir até um certo número de verificações tecnológicas?
    -Só haver verificações tecnológicas quando o árbitro achar necessário?
    -Como lidar com os foras de jogo?

    • Rui Pedro Santos
      Posted Setembro 6, 2015 at 10:46 pm

      Acabar com o fora de jogo? Penso que só quem nunca calçou umas chuteiras é que defende essa alteração, Há cerca de 10/12 anos os burocratas da FIFA contra a opinião da IBOARD resolveram fazer uma experiência num escalão secundário em Inglaterra. A experiência foi um estrondoso falhanço tendo sido cancelada a meio da prova, sendo a 2ª volta feita com lei que na altura estava em vigor, que era um pouco diferente da actual

    • Kafka I
      Posted Setembro 2, 2015 at 9:42 pm

      Tiago Ramos

      Percebo o teu ponto de vista, mas pensamos de forma diferente :) …ninguém (vá estou a falar de maiorias, é óbvio que existe sempre alguém) quer entrar num jogo partido por iniciativa própria, 99% dos jogos quando se partem não é por iniciativa dos treinadores, mas sim porque vicissitudes do resultado ou por incapacidade física das equipas

      Posto isto, na minha opinião, nenhum treinador iria querer entrar num "8 contra 8 em campo", porque se num duelo entre equipa grande vs pequena, a pequena estaria a cometer suicidio…numa confronto entre forças iguais, o risco seria demasiado grande, e apesar de todos nós como adeptos gostarmos de ver é "show e espectáculo", o futebol jogado e os treinadores procuram é o equilíbrio e portanto sem a lei do fora de jogo, correriam muito menos riscos

      E repito eu percebo onde queres chegar, um jogo partido é mais espectacular para o espectador, agora nenhum treinador vai nessa cantiga porque o risco de perder é enorme…

      Portanto o fora de jogo para mim é fundamental existir no futebol, porque sem o fora de jogo deixaria de existir futebol assumidamente atacante…até pode parecer um paradoxo mas da forma como vejo o futebol, o fora de jogo para beneficia as equipas atacantes e pressionantes, e não as equipas defensivas, porque uma equipa que joga em bloco baixo pouco ou nada precisa do fora de jogo para se "proteger"

      Mas são formas diferentes de ver, não quer dizer que a tua esta errada a minha certa nada disso :)

    • Tiago Ramos
      Posted Setembro 2, 2015 at 9:08 pm

      Caro Kafka,

      Temos de pensar um bocadinho fora da caixa!

      Se o Cristiano ficasse na mama, tb o Messi ficava! E com o CR ficava o Pique e/ou Mascherano e o inverso tb! No limite tinhas um 8 contra 8 em campo, futebol com mais espaços, potencialmente mais atrativo. O que nós queremos é que a equipa nos faça vibrar! Queremos o show, o espectáculo! Acho que ganharia isso!

      Em termos tácticos, as equipas técnicas acabariam por encontrar formas de se defenderem destas adversidades.. É o meu ponto de vista!

    • Kafka I
      Posted Setembro 2, 2015 at 8:23 pm

      Fernando Alvega

      A lei do fora de jogo sempre existiu, no entanto foi evoluindo, ao inicio eram precisos 4 jogadores adversários, até que culminou com apenas 2 desde 1925 em diante tal como é actualmente, no entanto antes já existia a regra

      No entanto, é como te disse, sem fora de jogo o futebol tornaria-se super-hiper-mega defensivo, porque as equipas seriam obrigadas a jogar em bloco baixo, coisa que hoje em dia não acontece

      Hoje em dia quem quiser jogar ao ataque e em pressão alta pode fazê-lo graças à lei do fora de jogo, porque ao subires o bloco até à linha de meio campo, os avançados adversários são "obrigados" devido a essa lei a ter de recuar com a defesa adversária para a linha de meio campo (mais do que isso não dá, pois antes de meio campo nunca se está fora de jogo)

      No entanto imaginando o jogo sem a lei do fora de jogo, quem jogasse ao ataque e com bloco alto, a cada perda de bola seria uma oportunidade de golo para o adversário e porquê?

      Imagina o seguinte exemplo e que seria valido para TODAS as equipas… o Barça subia o bloco até à linha de meio campo (a 50 metros da baliza) e o Real deixava o Cristiano estar junto ao Claudio Bravo (portanto o Cristiano ficava com 30/35 metros de avanço para o ultimo defesa do Barça) e o Real Madrid só tinha de esperar que o Barça perdesse a bola, assim que a perdesse, passe longo nas costas da defesa do Barça, e o Cristiano já la estava à espera da bola, era sempre 1 contra 1 contra o Bravo, porque o Cristiano já tinha 35 metros de avanço

      Ora perante este cenário o Barça jamais iria jogar ao ataque, porque sabia que cada perda de bola seria uma oportunidade CLARA de golo para o adversário, então baixava o bloco e ficava junto à sua baliza a trocar a bola e o inverso para o Real Madrid também era valido, quando fosse o Real a ter a bola com medo do Messi ficar sozinho na frente com 30 metros de avanço para o ultimo defesa do Real, também não subia o bloco

      Resultado??? teríamos 2 equipas encostadas à sua própria área com medo de subirem no terreno, porque cada subida e consequente perda era um golo para o adversário logo acabar com o fora de jogo era o principio do fim do Futebol

      Podem mudar as leis que quiserem, agora NUNCA em momento algum podem acabar com a lei do fora de jogo

    • Fernando Alvega
      Posted Setembro 2, 2015 at 7:50 pm

      Desde o seu começo até meados do século XX, a lei do fora de jogo não existia nas leis do futebol e o futebol não morreu antes pelo contrário.

      O que anda a matar o futebol e as invenções de blocos altos ou baixos, as táticas defensivas etc…

    • Kafka I
      Posted Setembro 2, 2015 at 6:29 pm

      O fora de jogo jamais (na minha opinião) pode ser abolido, o fora de jogo é fundamental para que o futebol exista da forma como o vemos hoje

      Sem foras de jogo teriamos sempre 1 titpo "à mama" à espera do golo, acabava-se a pressão alta, e todas as equipas seriam obrigadas a jogar em bloco baixo, o problema é que 2 equipas a jogarem a bloco baixo uma contra a outro era o fim do futebol

      Sem a lei do fora de jogo, o futebol tornaria-se super-hiper-mega defensivo, e equipas como o Milan de Sacchi ou o Barcelona de Guardiola jamais existiriam porque não podiam jogar em pressão alta…teríamos 99% dos jogos com 2 equipas bem encostadas na sua área à espera de um interminável 0-0

    • João Duarte
      Posted Setembro 2, 2015 at 6:05 pm

      Penso que na questão das faltas também existe sempre subjetividade. Há algumas que são claras e objetivas que se consegue ver que o jogador fez falta, mas existem outras em que a tecnologia não ia resolver nada. Para mim pode ser falta e para outras pessoas pode não ser. Há árbitros que deixam jogar e outros que não. Ao ver uma repetição podemos ficar na mesma com interpretações diferentes, isto apesar de reduzir muito o erro. Mas como disse em cima, esta questão da tecnologia só se coloca se se puder decidir no momento!

    • Rúben Gomes
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:54 pm

      Pois, Diogo, é isso, demora um pouco. Mas podia ser só utilazado em casos de golos anulados. No Basket não se utiliza sempre. Só mesmo em casos muito duvidosos.

      Há pros e contras…

    • Tiago Ramos
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:54 pm

      Para mim o melhor seria mesmo acabar com o fora-de-jogo. Passava a ser uma questão tactica e de posicionamento diferente em cada jogo. O fora-de-jogo é tao passível de erro que se entrarmos pela caça às bruxas da pano para mangas! Pode parecer utópico mas o espetáculo é que tinha a ganhar. Relativamente à questão das linhas (golo do Slimani) bastava haver um sensor na bola e nas linhas que dê sinal ao arbitro de que a bola esta fora.

      Mas é so a minha opinião.
      Cumprimentos!

    • diogoribeiro
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:45 pm

      – Verificação na linha de golo
      – Verificação em lances de golo/cartão vermelho/penalti

      Para mim ficava-se por aqui. Os golos e os cartões vermelhos é que decidem as partidas. Cada equipa teria 4 verificações por jogo. Só poderiam reclamar nas seguintes condições:

      – golo do adversário
      – golo anulado à própria equipa
      – acham que um adversário merece vermelho
      – um jogador da equipa é expulso
      – pedir penalti
      – o adversário tem um penalti

    • diogoribeiro
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:36 pm

      Nuno, exatamente. A única forma dos foras de jogo poderem ser susceptíveis à tecnologia era se houvesse uma tecnologia rápida e exata a fazer o trabalho dos fiscais de linha. Ou seja, seria uma tecnologia completamente nova (e imagino que seria muito muito complicada de fazer, uma vez que há várias variantes). Mesmo que essa tecnologia fosse possível, o dinheiro necessário para a pôr em todos as grandes ligas europeias seria de certeza demasiado.

    • diogoribeiro
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:25 pm

      Ruben, se isso for possível concordo, mas no atletismo por vezes não demora um pouco a saber quem ficou à frente de quem quando se tratam de milímetros?

      Imagine-se que cada equipa tinha direito a 4 verificações tecnológicas por jogo.

      Os foras de jogo seriam algo à parte e automático (se isso for possível), ou só seriam verificados quando uma das equipas pedisse?

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:22 pm

      Honestamente nos fora de jogo não sei quão tecnologicamente distante estamos de ter chips que se conseguissem ler entre eles e avisar automaticamente o arbitro se um jogador está em jogo ou não.
      Vou tentar explicar melhor esta ideia quando sair do trabalho.

      RREB

    • Nuno Batista
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:11 pm

      No fora de jogo era melhor não se mexer. Então o fiscal assinala fora de jogo e os jogadores desistem do lance, e depois vão rever e afinal esta em jogo. recriam o lance? só se fosse nos foras de jogo que dao logo golo e o fiscal so assinala depois de a bola entrar…

    • Rúben Gomes
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:08 pm

      Os foras de jogo poderia ser como no atletismo.

  • Anónimo
    Posted Setembro 2, 2015 at 2:58 pm

    Isto é uma treta, muitos só se queixam quando é contra eles. Deixam estar o futebol, se quiserem ronots que joguem jogos eletrónicos.

    Lance

    • Rui Martins
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:05 pm

      Pelo comentário só podes ser uma de 2 coisas:

      Do sistema, ou do benfica o que nos ultimos anos é exctamente o mesmo!!

    • Unknown
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:24 pm

      Tem medo?
      Convém que saiba que está admitir que sem a ajuda dos árbitros a sua equipa não ganhava.

  • Anónimo
    Posted Setembro 2, 2015 at 2:57 pm

    Excelente Ranito.

    P.S. e parágrafos? :)

    LMC Podence

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:12 pm

      1- O texto, em termos de conteúdo, está muito bem conseguido.
      2- Tem fundamentação e opinião própria, sem ser facciosa
      3- Os textos do Nuno Ranito costumam ser enriquecedores e constituem uma mais valia neste blogue.
      4- Não obstante, acho que o VM podia e devia ter maior influência na construção do texto. Isto é, receber o texto (óptimo) do Nuno Ranito (dou este nome porque é dele que estamos a falar mas aplica-se a qualquer leitor que queira colaborar), lê-lo e depois sugerir que o autor retoque alguns aspectos. Neste caso, os parágrafos. Podiam ser erros, frases mal construídas ou outra coisa qualquer. Mas neste caso, a falta de parágrafos complica a leitura e complica a própria interpretação. Parafraseando um grande comunicador francês, "texto sem parágrafos é uma mensagem perdida"

      João Luís Tinoco

  • Anónimo
    Posted Setembro 2, 2015 at 2:56 pm

    Parabéns pelo texto! Finalmente, uma proposta de discussão a sério. A tecnologia precisa, o mais rapidamente possível, de ser implementada. Não consigo perceber quem se opõe, nem a falta de opinião dos milhões de adeptos de futebol em Portugal. É estar bem com a falta de verdade.

    E gosto especialmente duma parte do texto em que se fala do Bruno de Carvalho. Se calhar, com outro presidente ou personalidade desportiva, as ideias ganhavam uma maior tracção. Mas muito sinceramente, não vejo muita gente interessada em mudar o paradigma. O Benfica, no ano passado, ganhou um campeonato com jogos muito duvidosos. Não quero lançar achas para um fogo que já ardeu, mas deixem-me apenas dizer uma coisa: esta não é uma questão clubística. Ou gostaram de perder um campeonato com aquele golo do Maicon, em fora de jogo?

    Alexandre Pinto

    • Pedro Santos
      Posted Setembro 3, 2015 at 6:30 pm

      Vai piorar o quê? Diminuir o numero de erros vai piorar o quê em quê? Digo mais uma vez… As novas técnologias no futebol são para ontem. É e tem de ser consensual que as novas técnologias são necessárias e que só vai tornar um desporto fantástico em algo mais credível e limpo.

    • João Duarte
      Posted Setembro 3, 2015 at 4:11 pm

      Claro que há, eu tenho uma opinião muito clara em que acho que as tecnologias não vêm trazer nada de novo ao jogo, antes pelo contrário, só o vai piorar. Se se quisesse que as coisas fossem consensuais então teríamos um mundo perfeito. A meu ver algumas podem ser implementadas já, outras não são sequer concebíveis.

    • Pedro Santos
      Posted Setembro 2, 2015 at 11:24 pm

      João Duarte,

      As questões não são consensuais porque não se quer. Não há nada que seja contra as técnologias que impeça que elas sejam postas em prática.

    • João Duarte
      Posted Setembro 2, 2015 at 6:00 pm

      Unknown essa falta de argumentação nem é digna de um blog destes. Convido-te a colocares aqui vários pontos que achas que sejam a favor e contra a introdução das tecnologias. É que a questão não é tão simples como fazes transparecer, as opiniões sobre esta questão não são nada consensuais.

    • Unknown
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:23 pm

      Claro que é uma questão clubistica.
      Quem gosta da situação como está são aqueles que manipulam, falsificam e sabem que só assim ganham.

    • luis vieira
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:22 pm

      Alexandre Pinto subscrevo o teu comentário a 200%. Se reparares existe um tipo de discurso dos benfiquistas quando ganham e quando perdem. Quando perdem, passam a vida a falar das arbitragens. Ex: golo do maicon em fora de jogo, falaram desse lance durante semanas e até culparam o Pedro Proença fiscal de linha é o culpado. Quando ganharam este campeonato com os vários lances duvidosos até meados de Fevereiro que foram determinantes para a conquista do campeonato o discurso para os adversários passa a ser: chorões, joguem mais à bola etc etc etc :S

  • João Magalhães
    Posted Setembro 2, 2015 at 2:56 pm

    E as tecnologias só se utilizavam nos jogos de top? As segundas divisões e o futebol jovem continuavam iguais? Não seria algo injusto?

    E era aplicada em todos os lances capitais do jogo? Foras de jogo, penaltys, lançamentos, cantos, lances de linha de golo, faltas? É que todos os lances interferem com o rumo do jogo e estaríamos mais tempo parados e a analisar o jogo do que em actividade propriamente dita.

    • Filipe
      Posted Setembro 3, 2015 at 10:25 pm

      A tecnologia seria somente para lances de facil resoluçao. Com a tecnologia actual, essa decisao era em tempo real, qualquer computador consegue receber sinais da bola e das linhas de jogo… Logo, golos que entram ou não na baliza, se sairam do campo ou nao, seria facilimo… Ate podia haver um apito ligado do computador aos altifalantes do estadio e apitava em tempo real… Apitava 1o que o arbitro! Nao estamos a falar de ir ver numa tv junto ao 4o arbitro e demorar 3 minutos!
      Prefiro ter só os lances capitais, do que a corrupçao actual!!!!!!!!!!!!!!

      Filipe

    • Wonderkid
      Posted Setembro 3, 2015 at 2:13 pm

      João Xait, subscrevo por inteiro os seus comentários.

    • João
      Posted Setembro 3, 2015 at 8:34 am

      Joao Duarte

      A resposta nao foi diretamente para o teu comentário.
      Há muita gente que usa a desculpa do "fluir" do jogo para não introduzir as novas tecnologias.

      A minha sincera opinião de amante de vários desportos é que só o podem fazer por desonestidade ou ignorancia.

      Nao estou a dizer que as pessoas são ignorantes no geral. Neste caso específico das novas tecnologias aplicadas ao desporto é que nao tenho dúvida que são.

      Nao ha aqui fórmulas magicas. Teria que ser experimentado e com a experiencia decidir a melhor forma de as usar. Foi assim na NBA, no Fut America, Rugby, tennis, etc.

      As substituições nao tem influência no jogo? Nao param o mesmo 6 vezes?

      A lei da vantagem nao pode ser injusta?

      Um arbitro que nao repara no fiscal de linha que marcou fora de jogo não pode mandar seguir o lance e vir mais tarde a anular o mesmo?

      Um arbitro nao pode parar uma jogada por ter outra bola em campo, para ver se um jogador precisa de ser assistido, etc e depois recomeçar com bola ao solo?!?

      Ha inumeros eventos que influiem no decorrer do jogo e a tecnologia nao cabe?
      Claro que cabe. So teria que se estudar a melhor forma.

      Partir logo do princípio de que nem vale a pena tentar porque vai estragar o jogo não faz qualquer sentido.
      São como as crianças que dizem que nao gostam de algo que nunca provaram so pelo aspeto da comida…

      SD,
      Xait

    • Ricardo F.
      Posted Setembro 3, 2015 at 1:22 am

      "João Magalhães 2 de setembro de 2015 às 17:48
      …uma falta a meio campo é tão crucial como um golo anulado, porque essa falta vai desencadear uma série de acontecimentos."

      "João Magalhães 21 de setembro de 2015 às 21:12
      Em momento algum falei que um lance desencadeia outro."

      Claramente que tenho dificuldades cognitivas. Isto de partir para o insulto barato é típico de quem não tem argumentos. Sou capaz de ter acertado na minha última suposição.

      Voltando à discussão, segundo o que eu propus, não me cabe a mim ou a fulano ou a sicrano decidir qual lance tem mais "importância". Essa decisão iria caber a cada treinador, que tendo 2 (ou quantas forem) hipóteses de pedir recurso à tecnologia, optaria pelo momento do jogo que entendesse. O que me parece claro aqui é que um treinador dificilmente iria "gastar" o seu "trunfo" num lançamento de linha lateral ou numa falta a meio campo. E é neste sentido que se "atribui maior importância" a um penalty que passou em claro ou a um golo anulado.

      Outro ponto: será que se iria "matar o jogo" por mais 4 "paragens"? Tendo em conta o que já se faz, para mim, seria um momento mais aceitável do que um jogador que passa 2 ou 3 minutos no chão, porque vai ser substituído no momento seguinte do jogo. Ou porque a equipa está a vencer e há necessidade de gastar tempo. Seria algo que se tornaria tão natural quanto uma substituição, por exemplo.

      Mais claro que isto não posso ser, portanto encerro a minha participação nesta discussão aqui. Esclareço ainda que, ao contrário de outros, isto é a minha opinião/sugestão e não é nenhuma verdade absoluta, porque, ao contrário de outros, eu não sou dono da verdade. Isto apenas para clarificar a malta sensível que já entrou no campo do insulto barato.
      SL

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2015 at 12:51 am

      Por favor, mas o João Magalhães está mesmo a querer dizer que todos os lances têm a mesma importância? Então as proprias faltas assinaladas pelos arbitos não são admoestadas de forma diferente? Os arbitros não são avaliados pelo numero total de erros que comentem mas pela importancia dos erros que cometem e a dificuldade de analise dos mesmos.

      Antonio Santos

    • Pedro Santos
      Posted Setembro 2, 2015 at 11:10 pm

      O jogo é complexo? Que raio de desculpa é essa? Não é mais complexo que o Rugby15 e no entanto a técnologia existe lá. E o que tem de todos os lances terem influência no jogo? Se pudermos eliminar parte dos lances errados pelo árbitro não vejo qual será o problema (e acho que nem tu). Se pudermos eliminar lances capitais do jogo e que pouco ou nada influenciam o tempo de jogo… Qual é o problema? Falo de lances como por exemplo: Golos mal assinalados (o jogo já está parado e o tempo dos festejos é mais do que suficiente), penaltis mal assinalados (mão na bola ou não e outros lances do género), golos mal anulados (mesmo que se perdesse algum tempo era tempo perdido por uma boa causa), etc. A forma como utilizam as novas técnologias é uma coisa que tem de ser estudada para afectar o minimo o desenrolar do jogo e que possa corrigir o máximo o ser humano. Claro que nunca vai fazer sentido corrigir um lançamento ou uma falta a meio campo porque obviamente vai atrapalhar o normal desenrolar do jogo mas há lances que não é assim. E sim, há lances mais importantes do que outros, só não vê quem não quer.

      Estão a discutir o indiscutivel, onde não há mesmo discussão possivel. As novas técnologias são para ontem e rejeitar porque "vai contra o jogo e quem lá está dentro é que sabe" ou porque "como vamos diferenciar os lances capitais de jogo e quais não" é apenas mesquinho e impossibilitar a evolução do desporto.

    • João Duarte
      Posted Setembro 2, 2015 at 10:14 pm

      As tecnologias são boas na óptica do adepto. Eu como treinador não consigo conceber uma ideia que vai tornar o jogo mais parado e com menor intensidade. Assim como conceber uma regra que interfira com o desenrolar do mesmo. De forma objetiva o que pode ser feito é colocar tecnologia nas linhas para saber se a bola saiu, tudo o resto é subjetivo. O fora de jogo como, qualquer outra, já disse que só se fosse possível ajudar na decisão no momento, sem que isso implicasse alterar ou condicionar todos os acontecimentos que se passariam a seguir.

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 9:00 pm

      É óbvio que íamos matar o jogo. Quem anda lá dentro sabe isso, por isso é que não se mexe. As tecnologias são boas para os adeptos de bancada e de clubes. Quem gosta do futebol propriamente dito tem de ser contra. Os argumentos ja foram dados ai acima.

      Mike

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 9:00 pm

      Já viram algum jogo de rugby ao mais alto nível? Um jogo de muito mais (mais MUITO mais) difícil de arbitrar e existe video-árbitro que é usado em lances capitais do jogo. Como um ensaio duvidoso por exemplo.

      É um desporto com todo o potencial para ser problemático mas é muito mais limpo e onde os árbitros tem todo o respeito de toda a gente. Ponham os olhos.

      Zé Maria

    • SENSEI
      Posted Setembro 2, 2015 at 8:15 pm

      Na minha opinião, tecnologias só em relação às saídas de bola, pois o resto iria mexer com os regulamentos de arbitragem (Ex: No caso de dúvida do assistente em foras-de-jogo, ou de mão na bola vs bola na mão).

      Quanto ao resto, punições mais severas para quem cometa erros graves (e não falo de queixas-crime).

      Resumindo, questões de interpretação de lances – foras-de-jogo, mãos na bola vs bola na mão, agressões, penaltys, etc- deveriam ficar fora das tecnologias, pois isso sim, tornaria o jogo mais demorado e ainda assim não levaria a consenso algumas vezes (devido à intensidade de um toque, movimento de um braço, etc) e tiraria todo e qualquer uso de um árbitro durante a partida, que sim, faz parte do jogo.
      Questões de preto no branco, bola sai ou não, aí sim, deveriam fazer uso de um sistema por sensores, como os utilizados nas balizas, que dá aviso instantâneo ao árbitro.

    • João Magalhães
      Posted Setembro 2, 2015 at 8:12 pm

      Continuam sem entender. Em momento algum falei que um lance desencadeia outro. Vou repetir o que já disse em comentários anteriores. Como é que podes julgar que um lance tem mais importância que outro? O jogo é tão complexo que não podes julgar isso. Como é que podes seleccionar os lances com mais influência no jogo? Num jogo é um lançamento, noutro é uma falta, noutro é uma bola que sai fora do campo, noutro é um fora-de-jogo. Vais analisar conforme te convém? Vais restringir um só momento do jogo? Porque motivo?

      Estares a escolher a parte final do lance é demasiado simplista naquilo que o precede. Mas talvez esteja enganado, assim como todos os responsáveis por aquilo que é o jogo.

    • Zé Diogo
      Posted Setembro 2, 2015 at 7:52 pm

      Era fazer como no tenis:
      tens 2 ou 3 (ou 4 ou 5 é indiferente) hipóteses de usar a tecnologia – seja imagem de tv, seja câmara de baliza, o que quer que seja. Se estiveres certo, não desconta, se estiveres errado, gastaste um crédito…. Simples.

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 7:50 pm

      João Magalhães, obviamente que durante um jogo todas as acções têm impacto no jogo, um jogador apanha um amarelo sem sentido nos primeiros minutos e afecta todo o rumo do jogo, mas pensa lá um bocadinho. Nos lances mais críticos de uma partida, espero que tenhas noção que também os há, poder reduzir o famoso erro humano bem como a polémica, as dúvidas, etc etc, em 90% SO, e repito SO, benfeficiariam o futebol!
      Em relação aos escalões inferiores e segundas ligas Parece-me demasiado óbvio e que já foi bem respondido.
      Cumprimentos
      Veloso

    • Zé Diogo
      Posted Setembro 2, 2015 at 7:48 pm

      João Magalhães, que argumento ridículo é esse? Portanto um lancento mal marcado meia hora antes é tão gravoso como um golo anulado porque um existia sem o outro, é isso? Isso é tão válido como dizer que a bomba atómica é porreira porque descobrimos a cura para a tuberculose… Um evento desencadeia outros, logo estou certo. É isso? Até te fica mal falares das "dificuldades cognitivas" dos outros…

    • João Magalhães
      Posted Setembro 2, 2015 at 7:00 pm

      Parece-me é que estás algo desfasado daquilo que é o jogo. Não sei se tens dificuldades cognitivas, mas vê bem o que eu disse. "Todos as acções/lances/o que lhe quiseres chamar têm influência no jogo". Não consegues contrariar isto, porque é verdade. O futebol é uma sequência de acontecimentos que depende das acções de todos os intervenientes. Tu não podes dizer que vai ter mais influência a parte final da jogada, porque ela é precedida por outros acontecimentos.

    • João Duarte
      Posted Setembro 2, 2015 at 6:59 pm

      Xait leste os comentários? Mas alguém disse que não estava preocupado com o tempo que se perde com jogadores no chão? Isso é das coisas que mais irritam, mas só existem porque deixam que existam. Parece-me que os argumentos que dei são mais do que válidos, assim como os teus serão. Não me parece é que se trate de ignorância ou desonestidade como estás a dizer, porque senão poderia dizer o mesmo de ti. Aliás, retiremos as questões clubísticas de fora da discussão, pensa apenas no jogo e no espetáculo de futebol. Prefiro um bom jogo do que um jogo horrível, mesmo que a minha equipa ganhe. Isto na ótica de quem defende o espetáculo.

    • João Duarte
      Posted Setembro 2, 2015 at 6:45 pm

      Lord_MSP subscrevo. A subjetividade existe e não é possível retirá-la. Esse exemplo que deste é perfeito. Numa bola parada que falta é que o árbitro marcaria se visse a repetição, se existem 4 ou 5 a acontecer? Deixava passar? Por outro lado o tempo para mim é o essencial desta discussão.

    • Ricardo F.
      Posted Setembro 2, 2015 at 6:38 pm

      Dizer que todos os lances de futebol têm a mesma importância é o mesmo que afirmar que eu posso vir a ser bilionário por mudar o meu pacote de lenços, em cima de secretária, 5cm para a direita. É possível? É. É provável? Nem por sombras. Haja bom senso.

      João Magalhães, mas eu queria era que comentasse. Já que afirma tão categoricamente que as minhas sugestões não têm lugar no futebol, fundamente essa opinião. E não venha com a sequência de acontecimentos, porque isso não justifica a introdução das medidas sugeridas.

      Pergunto-me se não estarei a responder a um "Manuel" a.k.a. "Pedro Guerra", face a esta sequência de justificações e intransigência relativamente à tecnologia.
      SL

    • João Duarte
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:57 pm

      A tecnologia está mais que presente no futebol! Simplesmente a tecnologia de que fala não é barata e não está sequer ao acesso de todos. E depois por todas as questões que enumerei atrás acho que de facto não é possível resolver as decisões na maior parte dos casos. Há questões que podem ser melhoradas e implementadas, mas na maior parte dos casos não dá.
      Por outro lado, essa questão dos interesses clubísticos acho que sinceramente é ridícula. Eu gosto é do jogo e o que quero é que pare o menos possível e que o tempo útil seja o maior possível. Se me disserem que ajuda a tomar uma decisão no momento aceito qualquer tecnologia que faça haver mais "justiça" (se é que existe justiça no futebol), se me disserem que têm de parar o jogo ou condicionar uma jogada por uma coisa que aconteceu 10 segundos antes aí acho que é inconcebível! Pela minha formação eu gosto mais do jogo do que do clube X ou Y. Prefiro um jogo intenso, tática e tecnicamente rico do que um jogo parado constantemente mesmo que isso signifique que o meu clube ganhe! Não pode ser mecanizado nem ter muitas paragens.

      JD

    • Robert FitzRoy
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:57 pm

      Uma falta a meio campo é tão crucial como um golo anulado: isto é, mais ou menos, a maior idiotice que eu li nos últimos anos. Aliás, eu tb acho que uma chapada mata tanto como um tiro na cabeça.

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:55 pm

      Para mim o problema das novas tecnologias no futebol é bem simples e é o… TEMPO!!!

      Se vocês repararem todos os desportos que enumeraram tem uma coisa em comum, o tempo. Em alguns o tempo não serve para nada como no caso do ténis, noutros como na NBA o tempo para sempre que é preciso tomar uma decisão. Por esta razão é que o futebol é mais complicado, pois não se para um jogo para ver uma decisão ou para a marcação de bolas paradas entre outras coisas como acontece noutros desportos, onde os árbitros tem todo o tempo do mundo para analisar a situação e tomar a decisão correcta.

      Para além deste problema ainda tem outro a ver com as próprias regras. Um dos problemas é que é permitido contacto e cabe ao árbitro avaliar se a intensidade que um certo jogadores exerceu sobre outro ultrapassou os limites das regras. Ora como todos sabemos estes lances levantam sempre montes de criticas e andam a semana toda a discuti-los e chegam ao fim sem saber quem realmente tem razão, ou seja, mesmo que o árbitro marque o penalti ou não, as criticas acabarão sempre por aparecer. Um exemplo bem simples é que em quase todas as bolas paradas ficam penaltis e faltas ofensivas por marcar, e com a ajuda das novas tecnologias seriam visíveis para o árbitro, mas como é que ele iria tomar essas decisões num curto espaço de tempo quando qualquer decisão que tomasse seria vista como uma injustiça para a equipa penalizada?

      Com isto não estou a dizer que sou contra as novas tecnologias, muito pelo contrário, deveriam ser utilizadas em todos os desportos, mas temos primeiro que ver em que situações e o que se tem que mudar para a sua implementação. Neste momento com as regras do futebol, acho que para os fora de jogo e lances mais simples dentro da área faria todo o sentido, porém não acredito que fossem mudar muito em situações em que cabe ao árbitro tomar a decisão final.

      Lord_MSP

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:29 pm

      Já viste um campeonato regional de ténis, com "eagle-eye", ou prova nacional de atletismo com "photofinish""?
      Não tens só em algumas competições árbitros de baliza (que já se viu não servem pra nada)?
      Óbvio que nível, mediatismo e importância das competições exigem situações diferentes, por isso tens árbitros com diferentes categorias, já viste um estagário na champions? (as vezes parece)
      A bem da verdade desportiva, uso de tecnologia no futebol é urgente! Agora é preciso haver interesse, estudar as possbilidades reais e trabalhar nesse sentido! Há coisas que seriam utópicas e trariam muitos condicionalismos e paragens ao jogo, outros de fácil resolução, (como chip na bola, que instantaneamente transmite sinal se passou a linha de golo, ou mesmo as linhas limites de jogo, assim como o acesso do 4º árbitro ás imagens televisivas para auxiliar a sancionar infrações dentro da área).

      A Tecnologia está hoje presente em todos sectores da sociedade, menos no Futebol, porque ALGUÉM NÃO QUER!
      Já viste a "tecnologia" a marcar mão do Henry do paly.off para o mundial contra a Irlanda??? ou a considerar um dos muitos penaltis por marcar no célebre jogo Chelsea-Barcelona???
      Alguém (meia dúzia de iluminados) ia ficar muito chateado, e assim "impotente" de continuar a condicionar a seu belo prazer o jogo que move milhões de pessoas.
      El Cat

    • João
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:23 pm

      Eu vejo aqui duas coisas

      – Falácias
      – Desculpas de mau pagador.

      Alguém falou que a tecnologia seria aplicada a TODOS os lances ou NENHUM?!? Não há meio termo?

      Vamos imaginar por partes… Implementavam apenas e só a tecnologia de baliza.
      O Futebol não ficava melhor??
      Para mim seria pouco… Mas já seria melhor que nada.

      Há mil e uma maneiras de introduzir a tecnologia.

      O exemplo da NBA:
      Introduziram a tecnologia apenas para alguns lances. No ano seguinte verificou-se que houve decisões injustas relativamente a lances que não podiam ser revistos e foi alterada a regra.

      É assim que se evolui…

      Agora… Estamos a falar de Golos com a mão, foras-de-jogo, cortes com a cara que dão penalty em jogos que valem MILHÕES e vem com a desculpa das segundas divisões?!?
      Mas querem atirar areia para os olhos de quem?!?

      Está tudo preocupado com o suposto tempo parado devido ao recurso a tecnologia (isto ou é ignorância ou desonestidade), quando falamos de um desporto em que em TODOS os jogos em que há uma equipa em vantagem há perda de tempo com jogadores deitados no chão?

      Deixem-se de tretas… No futebol há interesse em dar poder discricionário ao árbitro porque só assim se consegue ter a maleabilidade de resultrados para o lado que querem

      Isso é clarinho como água e só não vê quem não quer.

      SD,
      Xait

    • João Duarte
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:20 pm

      Eu sou da opinião de que as tecnologias no futebol são bem vindas, mas não de forma tão radical. Acho que existem situações em que poderiam ser implementadas (diga-se que algumas delas já são utilizadas), mas outras em que me parece de todo inconcebíveis. Para mim não se pode desvirtuar uma coisa que é o jogo, que é o desenrolar do próprio jogo. Ou as tecnologias permitem ajudar a tomar uma decisão no momento, ou então acho que não é de todo possível que passados alguns segundos se tome uma decisão que deveria ser tomada segundos antes, e em que nesse espaço de tempo pode ter acontecido outras coisas no jogo. Se falarmos na tecnologia da linha de golo estou completamente de acordo e até acho que deveria ser alargada às restantes linhas que delimitam o campo, de forma a perceber se a bola sai ou não.
      Por outro lado acho que nas faltas não é de todo possível pedir a um árbitro que pare um jogo para perguntar a outro que está a ver uma repetição, sabendo que se o árbitro não assinalou o jogo continua e portanto nesse espaço de tempo muita coisa pode acontecer num jogo (um passe longo com finalização demora 5 segundos). Neste caso o árbitro tinha que anular toda a jogada e retificar, ou parar a jogada a meio? Já para não falar que se isso acontecesse em todas as faltas o jogo seria mais tempo parado que a decorrer.
      No fora de jogo a questão põe-se naqueles que são assinalados a favor, ou seja, quando o árbitro pára o jogo por suposto fora de jogo e depois chega à conclusão que afinal o jogador estava em jogo, neste caso que é que faria? A jogada já tinha sido interrompida, é impossível continuá-la!
      Acho que a solução passa por dar mais condições aos árbitros para errar menos (melhores treinos, preparação, etc.) e não facilitar nas classificações, isto é, se errarem de forma grosseira e continuada acho que deveriam ser punidos (desde não arbitar durante algum tempo, não arbitrar grandes jogos, não arbitrar nas competições internacionais, descer de divisão, terem objetivos monetários mediante o desempenho, etc).

      JD

    • Ruben Ribeiro
      Posted Setembro 2, 2015 at 5:06 pm

      Quem nao deve nao teme. Simples.
      E aqui ha muita gente que pelos vistos teme…

    • João
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:50 pm

      Só refutar duas coisas:
      1 – As equipas terem direito a duas ou três (ou quatro) análises por jogo não resolve nada. O árbitro erra 5. Minimiza, não resolve. Ou..
      2 – Só os lances capitais? Aí a decisão está do lado do árbitro. O árbitro não se apercebeu (vide centenas de penaltys em cantos e cruzamentos para a área) – segue jogo. Expulsão por acumulação de amarelos em faltas a meio campo. Segue jogo. Lançamento ao contrário, ou pontapé de baliza transformado em canto dá golo. Segue jogo.. Minimiza, não resolve.

      Eu sou a favor da introdução de tecnologias no futebol, agora se a ideia é deixarem de comentários do calibre do do Unknown, esqueçam. Há coisas que são do patológico e nenhuma tecnologia consegue desarmar.

      E, por último, não. Mas obviamente que não, o tempo para fazer uma análise sustentada a lances que não são evidentes (a esmagadora maioria), de foras-de-jogo, de intensidades de contacto, de agarrões simultâneos, etc.. não é o "tempo da rodinha" nem o "tempo que o capitão perde a discutir". Não ridicularizem a coisa. Ia aumentar-se o tempo de jogo e não era pouco. O que não é necessariamente mau, para as televisões era um mimo, p.e.

    • João Magalhães
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:48 pm

      Isto é tão evidente que questiono-me se estou a falar com alguém que vê futebol. Repito. Todos os lances interferem com o rumo do jogo. Todos. O jogo é uma sequência de acontecimentos. Qual é a dificuldade em entender isto? E eu digo que para mim uma falta ao meio campo é tão crucial como um golo anulado, porque essa falta vai desencadear uma série de acontecimentos. Não há lances mais ou menos cruciais.

      O que o Ricardo disse nem comento, porque está a falar de algo que não tem lugar no futebol nem eu afirmei.

      Quem quer comparação com outros desportos que a faça. Eu estou a falar de futebol, caso contrário posso dizer que não podemos jogar debaixo de chuva porque no ténis não se joga.

    • Zé Diogo
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:28 pm

      Há dezenas de casos em que a tecnologia não está disponível em todos os campos (como no ténis ou no futebol americano). O facto é que a tecnologia ajuda o árbitro! Não só as equipas mas principalmente o árbitro, que ganha uma ferramenta para errar menos!

      O problema é que parece haver que goste muito do "herrar é umano", o que é pena…

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:25 pm

      O jogo demoraria 5horas?? Punha-se regra de cada equipa poder pedir repetiçao até 3 vezes e estava esse problema resolvido.

      Emilio Tasqueiro

    • scp_fan
      Posted Setembro 2, 2015 at 4:12 pm

      Então mas não tens os árbitros de baliza apenas nos jogos de top?!
      E não tens cameras na NBA, mas não na Liga Portuguesa de Basquetebol?!
      Não tens o FalconEye na BPL mas não existe na Liga Portuguesa?!

      É claro (clarinho, como a água) que não há interesse em ter a tecnologia associada ao futebol.
      Pois assim tiravas poder a alguém que pode (e é) facilmente condicionado, influenciado, o que quiseres dizer.

      Era fazer como no ténis, 2 challenges por jogo pedidos pela equipa, com os árbitros a terem liberdade para usar quantas vezes necessitassem.
      Assim sim, se resolveriam 90% dos erros grotescos que existem no Futebol: como a mão do defesa do CSKA, como o golo do Moreirense na Luz, como o golo anulado ao Porto contra o Estoril… Erros grosseiros (escandalosos mesmo), mas que tão jeito dão que existam!

      SL

    • karabatic13
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:52 pm

      No rugby existe muito mais contacto. O campo é o mesmo. As nuances são muito maiores e é um desporto limpo ao contrário do futebol que está sujo e podre.

    • Ricardo F.
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:50 pm

      É óbvio que, fundamentalmente nos anos iniciais, nem todos teriam recurso às tecnologias, mas isso é um processo natural. Como já algumas pessoas disseram, nem todas as divisões têm árbitro de baliza (que não fazem falta nenhuma, porque se não conseguem ver um corte com a mão a 5 metros de distância só estão lá para fazer número), tal como nem todos os clubes têm campos relvados, ou academias de treino…com o tempo é que há possibilidade de tal questão se alastrar.

      Para mim também é óbvio que não se estaria constantemente a parar um jogo para verificar todos os lances. A lógica seria utilizar nos casos mais importantes (foras de jogo, golos anulados, penaltys), sendo que um treinador poderia ter, por exemplo, duas possibilidades de pedir recurso à tecnologia. Com a quantidade de tempo que se perde ao longo de um jogo, penso que não seriam essas 3 ou 4 "paragens" que fariam essa enorme diferença que se quer fazer passar.
      SL

    • HM
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:39 pm

      João Magalhães, é uma falácia no sentido em que, embora de facto mudem o rumo do jogo, não são todos os lances que afectam o resultado do jogo. Parece-me que está a ser um bocado reaccionário num tema que iria trazer mais verdade desportiva ao desporto. Não é preciso analisar todos os lances mas sim os lances mais cruciais, como golos anulados, penaltis e expulsões que estes sim alteram drasticamente o rumo do jogo.

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:37 pm

      Essa pergunta é fácil João Magalhães o que está a incorrer é numa falácia que consiste na ideia de que dois eventos que ocorram em seqüência cronológica estão necessariamente interligados através de uma relação de causa e efeito. Algo como "Post hoc ergo propter hoc" "depois disso, logo causado por isso". O que está a dizer é que por um lançamento errado aos 5minutos de jogo vai haver um penalti marcado na área contrária aos 87minutos. E isso está completamente errado.
      Ricardo

    • Kafka I
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:34 pm

      João Magalhães

      Eu não me vou meter nesta discussão, porque não consigo ter uma opinião 100% pendente para um dos lados, pois há argumentos tanto de quem é a favor como de quem é contra que eu concordo,

      O meu comentário é mais como acrescento, no Ténis por exemplo o olho de falcão também não é utilizado em todos os torneios, aliás mesmo dentro dos próprios torneios, há campos que não têm, e inclusive nos Grand Slams que são os torneios mais importantes, os campos secundários nem todos têm olho de falcão, só os principais..

    • NoSense
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:24 pm

      Diogo, só para acrescentar que na NBA tambem visualizam agressões e algumas faltas graves, o que a juntar ao teatro dos jogadores de futebol e tempo que estes levam no chão dava bem para termos tempo para o arbitro ter a ajuda do arbitro…
      Nos jogos do barcelona então, ainda mais tempo havia, com aquelas rodas todas (guardiola so implementou o jogo de passes porque os metros que os jogadores corriam para rodear os arbitros desgastava-os imens)

    • Unknown
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:22 pm

      Palermice. Nem todas as competições de atletismo têm foto-finish, no inicio da tecnologia (anos 70…) foi só aplicada nos JOlimpicos, e depois, à medida que foi ficando mais barata, foi se alargando. Mas todos os dias correm pessoas sem foto-finish.
      A questão que tem de se por é:
      Se a tecnologia for aplicada em apenas alguns casos aumenta ou reduz a qualidade das arbitragens? Claro que aumenta, não em todos os casos, mas naqueles aumenta.
      Então: porque raio é que levanta problemas contra a tecnologia?
      Esta tem resposta: Porque gosta dos erros e porque se não fossem os erros o Porto e Benfica não tinham nem metade dos titulos.
      Querem desmentir? Apoiem a transparência.
      Enquanto forem contra a modernização do futebol estão a admitir que têm medo de jogar com regras mais claras. Medo de perder a ajuda dos árbitros.

    • João Magalhães
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:21 pm

      Onde é que dizer "Todos os lances interferem com o rumo do jogo" é uma falácia? É puro e duro. Fácil de perceber.

    • Salazar
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:19 pm

      Vês na mesma a bola a rolar, em vez de teres dois árbitros de baliza a ganhar rios de dinheiro para não fazerem nada, ou fazer pior, metia-os dentro do 1 cubículo a ver TV, o tempo que se perde em discussões, quando se trata desses lances é claramente superior ao que o "arbitro auxiliar" ia perder a ver a repetição, mas é só uma opinião, talvez quando for prejudicado algum clube de poder numa final de champions, alguém lhes dê ouvidos…

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:18 pm

      Os lances da NBA não me parecem de tão difícil avaliação…

      Bruno

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:17 pm

      Qual o problema da tecnologia ser utilizada apenas nos jogos de top? Também é assim nas outras modalidade onde é utilizado ex.ténis e basket. Obviamente os recursos dados a federações para a implementação destas tecnologias que pretendem melhorar a fiabilidade do jogo terão de ser proporcionais ao montante de capital envolvido nos mesmos.
      E porque razão começa logo a fazer questões sobre o tipo de lances que vai ser introduzido esta metodologia se o próprio autor do texto não é autor de qualquer proposta? Se se aplicar em todos os lances capitais reduziria drásticamente a falta de credibilidade que afeta a modalidade actualmente. Acha isso mau? Não lhe parece que um penalti correctamente ou incorrectamente assinalado altera drasticamente o rumo de um jogo, um fora-de-jogo… E porque razão estariamos mais tempo parados quando actualmente após uma repetição são precisos 5-10 segundos para se chegar a um verdicto? Isso é 1/3 do tempo que o capitão de equipa perde a discutir com o árbitro sobre determinado lance. "Todos os lances interferem no rumo do jogo" isso é uma clara falácia, por essa lógica o pontapé inicial também influencia, o que tem de se ter em conta é a existência de lances capitais, como disse anteriormente.
      O ponto fulcral deve ser reduzir essencialmente a margem de erro aos árbitros (que são os principais beneficiários)dando-lhes ferramentas para eles próprios se defenderem e credibilizarem o futebol.
      O Lance aparentemente está a comparar com o futebol americano, mas pela argumentação que usa julgo que nem sabe muito bem as regras do mesmo e a utilização do video-árbitro…
      Ricardo

    • HM
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:16 pm

      João Magalhães, e então se fosse apenas na primeira divisão, liga europa e champions? É o topo do futebol. É justo e é o que deveria ser porque são gerados literalmente MILHÕES nestas competições.
      Ninguém está a falar que o jogo iria estar constantemente parado, basta que cada equipa possa pedir para analisar as imagens 3 ou 4 vezes por jogo.

    • João Magalhães
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:15 pm

      A questão é como é que tu decides o que é crucial ou não. Para mim, uma falta a meio campo pode ser crucial. Vamos analisar também? O jogo é complexo, há imensas acções e não sei até que ponto não é mais complexo que o ténis ou o Basket. O campo é maior, há mais homens, mais acções, mais complexidade.

    • Lucas Ferreira
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:13 pm

      Mas então não é injusto haver relvados naturais de alto nível na primeira liga e haver pelados nas distritais e nos escalões jovens?
      Não é injusto que haja 4o arbrito na primeira liga e nos escaloes jovens não?

      Tem de se começar por algum lado e não há melhor lado para se começar do que pelo que movimenta mais dinheiro.

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:12 pm

      Então proponho analisar todos os lances da partida. Tudo influi o resultado final. Uma simples falta pode traçar o resultado..

      Lance

    • Joe Johnson
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:11 pm

      Isso não passam de pormenores que podem ser facilmente resolvidos. Existem muitas maneiras de resolver isso, com boa vontade consegue-se tudo, o problema é que não existe essa vontade.

      Cada equipa podia ter o direito de pedir uma paragem para video arbitro por jogo por exemplo, ou analisavam-se apenas lances de golo e não foras de jogo. Enfim alguma coisa seria possível conseguir sem por em causa o ritmo do jogo

    • HM
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:09 pm

      Queres é ver a bola a rolar.. enfim. Quanto tempo é que achas que demoraria a um 4º árbitro a ver, através das imagens televisivas que o jogador do Moreirense estava em fora de jogo no golo contra o Benfica? Ou que a bola tinha sido cortada com a mão no jogo Sporting – CSKA? E por aí em diante..

      Desculpas sem sentido…

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:08 pm

      Essas perguntas na verdade não fazem muito sentido. Por acaso um jogo da NBA está constantemente parado? Eles não verificam com recurso a camaras todos os lances, não analisam todos os contactos, faltas ou seja o que o for. Apenas analisam lances efetivamente cruciais como cestos em cima da buzina.

      O que, passando para o futebol, seria algo como analisar bolas em cima da linha de golo (algo já introduzido), golos anulados por situações duvidosas (foras de jogo no limite, "bolas que saem por fora nos cantos", penaltys)

      Acho que não é assim tão dificil implementar isto e é algo que traria justiça e verdade a um desporto hoje em dia caracterizado pela corrupção.

      Diogo

    • NoSense
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:04 pm

      Aposto que com as tecnologias, os arbitros erravam menos e nao teriamos necessidade de parar jogos (a mao do "berezutski" teria sido assinalada à primeira sem necessidade de parar o jogo)…alem disto, o golo do slimani seria possiver ver durante os festejos e nao anular, tal como o 2º golo do moreirense…
      além disto, uma clara e criteriosa analise com recurso a tecnologias por parte do avaliador do arbitro tambem ajudava a que o arbitro apitasse melhor (porque se não apita, é porque nao quer…os 3 lances que indiquei, qualquer um dos arbitros viu e so nao actuou correctamente PORQUE NÃO QUIS), uma vez que estas pontuaçoes contruibuem para as nomeações e para se manterem na primeira liga

      quanto ao outro ponto, existem torneios de tenis sem o olho de falcao e torneios de basket sem recurso a camaras…alem disto, o 6º arbitro e a tecnologia de linha de baliza tambem nao são para existirem nos campeonatos inferiores…a maior tecnologia que estes têm é só o spray da barba

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 3:04 pm

      Sou Portista e por mais palavras bonitas que se escrevam esta é a verdade. O jogo tem 1001 nuances e se quisessemos controlar tudo estávamos tramados. Era só tecnologia e mais tecnologia e um jogo demorava 5h. O futebol é isto.

      Jotal

    • Anónimo
      Posted Setembro 2, 2015 at 2:57 pm

      Tocaste na ferida. É óbvio que não podemos tornar isto num jogo americano em que estamos sempre parados. Quero é ver bola a rolar. Isto é para humanos e não máquinas.

      Lance

  • Pedro
    Posted Setembro 2, 2015 at 2:54 pm

    Enormissimo texto!

    Parabéns!

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