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Como será a Liga sem 3 Lendas?

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Imagem: www.ooyuz.com

Gosto de Basket. Muito. Não é desde que me lembro de ser gente, como está na moda e fica bem dizer, mas desde os 7 anos, quando comecei a jogar. No início nem gostava muito, passava-me ao lado, aliás, como o futebol, que hoje adoro. Só a partir da viragem de século é que comecei a ligar mais ao Jogo, em vez de lançar só umas bolas. Desde essa altura que procuro acompanhar, perceber e estar a par do que se vai passando. O fuso horário é uma treta para um habitante em Portugal, que tem horários relativamente normais, mas vou tentando. Na verdade, nos últimos 2 anos a minha atividade resume-se a ler artigos e notícias. E ver as Finals. É natural que, quando se começa a acompanhar uma modalidade, ainda para mais tão competitiva, se escolham alguns cavalos de corrida. E no início é isso o mais interessante, ir vendo e escolhendo as equipas e os jogadores que mais nos fazem saltar do sofá de madrugada. 30 equipas, 30 treinadores e mais de 360 jogadores, dezenas deles de elite…oferta não falta, ano após ano. A escolha de equipa é uma situação complicada porque é um compromisso para a vida, passamos a sofrer com ela e isso pode ser duro. Com a agravante de na NBA num ano uma equipa ser campeã e 2 anos depois poder ser a mais fraca das 30. Isso traz angústia e hoje sei bem o que é isso, portanto essa decisão foi ponderada e ficou em stand-by. Já com os jogadores isso não pode ser muito controlado, pensa-se mais com o coração e, mal vemos uma jogada que parece ter saído de um outro mundo, pensamos “este gajo é o maior” e essa, na verdade, é a única altura em que usamos a razão, porque, a partir daí, o coração encarrega-se do resto. E aí vamos nós, feitos maluquinhos, completamente cegos e apaixonados por um gajo que sabe fazer umas coisas com uma bola de Basket. Sem medo! Por volta da viragem de século havia uma equipa dominadora, os Lakers. Para além de serem uma equipa histórica – a segunda com mais campeonatos nessa altura -, e ter sido sempre a equipa das estrelas de Hollywood, o que lhe confere um mediatismo que mais nenhuma outra tem (os NY Knicks aproximam-se), vinha de 3 campeonatos seguidos, algo raro de acontecer na Liga. Tinha uma grande equipa mas que assentava sobretudo no Shaq e no Kobe, duas lendas. E pronto, esses dois meninos passaram a ser 2 lindos para mim, muito mais o Kobe do que o Shaq, também por causa da sua personalidade. Ele acaba por ser o meu grande ídolo no Desporto. A par do Kobe, ali mesmo juntinho, sempre esteve o Kevin Garnett. Há muita coisa que faz dele especial, sendo que a principal é o espírito competitivo fora de série, tornando-o num verdadeiro animal em campo. Muitas vezes passava o limite do aceitável, mas nele percebia-se, era aquela vontade incalculável de ganhar que fazia dele o que era, para o bem e para o mal. E as pessoas percebiam. Cedo tive uma jersey do Kobe, ainda da mítica Champion que antes equipava a NBA, e é tão antiga que já está longe de me servir. A seguir a essa sempre tive o desejo de ter uma do Garnett nos Timberwolves. Acabei por nunca comprá-la e isso é estranhíssimo: primeiro, porque entretanto adquiri várias camisolas, algumas que nem significam assim tanto para mim; segundo, porque a dele não é nem nunca foi difícil de arranjar; e terceiro, porque gosto mesmo dele. É impressionante. O que é certo é que sempre que vejo alguém com uma camisola dele, aquele mítico 21 com aquela font toda estilosa, me roo todo. Bom, havia então esses dois meninos, mais o Shaq, mais o Iverson ‘rei dos crossovers’ e o Jason Kidd. Eram estes, basicamente. Falta um a esta lista, provavelmente o melhor e, sem dúvida, aquele que tem o melhor currículo dos jogadores dessa geração: Tim Duncan. Nunca gostei muito dele, fundamentalmente porque nunca gostei da equipa dele. E o Timmy sofre exatamente do mesmo mal que os San Antonio Spurs deste século. Como é óbvio não é coincidência porque a equipa é o que ele quiser que ela seja, basicamente, visto que é a cara, as pernas e o cérebro dos Spurs. São ambos rotineiros, nada excitantes, mecânicos, cerebrais. Carisma zero. Mas, acima de tudo, são perfeitos. Sim, por muito que custe a muita gente, eu incluído, a geração dos Spurs que limpou 5 campeonatos é uma equipa perfeita, não lhe acrescentava nada, mesmo que o único agitador de águas seja o treinador, um verdadeiro boss, e que os jogadores sejam todos uma seca. O que me custa mais, e daí toda a antipatia, foi aquele jogo 5 das finais contra a minha equipa, os Pistons, em 2005. Sim, porque eu entretanto escolhi uma equipa, também ela pouco entusiasmante, mas que foi campeã em 2004. No ano seguinte, em casa, levámos com um triplo nos últimos segundos de um cepo, mas que tinha a mania de resolver nos momentos decisivos e, pronto, mais um campeonato para os meninos perfeitos. Custou tanto.  Bom, tudo isto para dizer o quê? Que este verão retiraram-se os três, Kobe, Garnett e Duncan, três dos melhores jogadores da História. Assim, de rajada. Não costuma ser assim mas aconteceu. Uma verdadeira treta. Mas o mais interessante é mesmo ver a forma como os três se retiraram e perceber que até nisso foram coerentes. Não podiam ser jogadores mais diferentes uns dos outros e basta ver isso pelo processo de entrada na reforma. Achei fascinante. Ora vejamos:

1. O Kobe é o jogador mais talentoso da sua geração, by far, mesmo contanto com o super Iverson e até o Dirk, o Nash e o Paul Pierce. Foi a primeira estrela no Secundário – tanto que acabou por nem ir para o College – e sempre se disse que podia bater o Deus Jordan. Acabou por não conseguir mas acaba a carreira como o grande rival do melhor de todos os tempos e aquele que mais se aproximou daquele nível estratosférico. Kobe era um jogador individualista, marcador de pontos e que gostava dos holofotes todos. Nunca fugiu a uma polémica, como a zanga épica com o Shaq, que desfez uma equipa, uma dinastia e uma cidade. Com o tempo aprendeu a controlar-se e, com isso, teve o mundo aos seus pés. O seu lado egocêntrico e de superstar levou a que anunciasse no início da época passada a decisão de se reformar. Numa época desportiva que foi uma miséria para os Lakers, para o Kobe foi de sonho: pavilhões cheios a gritarem o nome dele, independentemente de onde fosse, ovações de pé e milhares de camisolas em cada pavilhão. Todas as equipas fizeram um vídeo de homenagem, que era mostrado no início do jogo que recebia os Lakers, com os melhores momentos do Kobe naquele pavilhão. Houve autênticas peregrinações, como aqueles dois amigos brasileiros que se despediram do trabalho que tinham para irem ver os jogos todos do Kobe, os últimos. Foram mais de 20, acho eu, o que é uma coisa insana. O último jogo então foi um autêntico espetáculo de Hollywood, tudo o que era gente estava ali. Houve uma oferta de meio milhão de dólares por dois bilhetes nas primeiras filas e a pessoa não aceitou. Meio milhão! Só para se ver o nível de loucura. E pronto, foi assim a retirada do Kobe, um espetáculo do início ao fim para marcar uma carreira que, também ela, foi marcada pelo espetáculo.

2. Passando agora para o Duncan, a retirada não podia ter sido mais diferente. Sempre foi um jogador discreto, sóbrio nas vitórias e introspetivo nas (poucas) derrotas. Limpou tudo o que havia para limpar, ganhou 5 campeonatos, o último dos quais em 2014, com 38 anos. Um dos jogadores mais completos de sempre, excelente a atacar e a defender, um líder silencioso e um exemplo lá dentro. Para quem quiser aprender como se joga Basket veja por favor vídeos deste senhor, jogos completos, se for preciso. E isso é raro, numa Liga que prima mais pela capacidade física daqueles mutantes em forma de pessoa do que pela técnica. Nunca se ouviu uma polémica, uma queixa, nada, nada, nada. Foi o único exemplo que vi a ser dado por muitos como o melhor de sempre na sua posição muito antes de terminar a carreira e acho que isso resume bem o domínio que exerceu ao longo de quase 20 anos, na medida em que é raro o valor ser reconhecido quando ainda estamos em atividade. É um herói no Texas mas é visto, com frequência, em filas do supermercado. Um gajo que ganha mais de 40 milhões/ano, há já vários anos. Enfim, um Keanu Reeves do Desporto. E como é que um gajo destes acaba a carreira? Espera tranquilamente que a época acabe, vai de férias e em Julho diz assim “Vou acabar a carreira, pessoal. Obrigado e xauzinho!”. Já não se fazem destes.

3. O Garnett é uma mistura dos dois, mais a puxar para o lado do Kobe. É exuberante, impulsivo, bastante duro e com um amor ao jogo inesgotável. É acusado muitas vezes de ser um bully, mas daqueles desonestos que são odiados, porque só se mete com gajos mais pequenos do que ele e que não fazem barulho. Até dou razão a este argumento mas também é preciso ver que esta descrição cabe em 95% dos jogadores da NBA. É um jogador fino e requintado como o Duncan mas tem o instinto do Kobe. Um sonho, portanto. Sempre amou os Timberwolves – fala-se que poderá comprar uma parte do franchise – mas percebeu que tinha que ir para Boston para ser campeão. Acabou por resultar, correu bem e também ali é hoje um ídolo. Note-se que o “ali”, neste caso, é o maior franchise da História. Só. Já em fim de carreira o coração bate mais forte e volta à sua equipa de sempre, no frio Minnesota. O seu papel era o de ajudar a orientar os mais novos, na equipa mais jovem do campeonato, e o de passar um bocado do que é o espírito de uma lenda do Desporto a quem acabou de chegar, a maioria jogadores já milionários e cheios de mania. Pôs aquela equipa no mapa e só isso é notável. Mal viu que o seu papel estava feito anunciou a retirada. Por isso e porque assim também ajuda a equipa a poupar o dinheiro do seu salário.

Para quem não conhecer estes 3 eu podia apresentá-los pela forma como se retiraram. E isso é fixe. Para além disso todos eles ganharam o MVP da Liga, o que significa que, em algum ponto da carreira, foram o jogador mais importante da liga mais competitiva do Mundo. Isso faz deles 3 verdadeiras lendas, 3 dos melhores de sempre.

A época começa daqui a umas horas e meio mundo estará, nos próximos meses, de olhos postos, essencialmente, nestas coisas:

a) Warriors e Cavs serão mesmo os dois mais claros favoritos ao anel, ainda mais do que no ano passado?
b) Como irá Durant, discutivelmente o melhor jogador da Liga, encaixar na teoricamente melhor equipa da Liga? Causará demasiado conflito com o Curry?
c) Quem estará mais perto do MVP? Westbrook, que agora não tem ninguém ao lado? Paul George? Leonard?
d) O Derrick Rose vai voltar a ser próximo daquilo que já foi, em New York, ou a sua carreira como estrela da NBA acabou? E os Knicks vão voltar aos momentos de decisão, com esta equipa cheia de veteranos?
e) A transformação em Chicago irá resultar, com a chegada do Wade e do Rondo, ou não vão passar da 1ª ronda dos POs novamente?

Bom, tudo isto e mais um sem-número de coisas são os aliciantes desta época. Pela parte que me toca, estou curioso para ver como evoluem os Pistons e se conseguem chegar bem aos POs, em condições de passarem a primeira ronda. Mas enquanto muitos estarão muito atentos a isto eu não vou conseguir deixar de pensar que esta época é a primeira desde que vejo NBA que não vou ver o Kobe, o Duncan e o Garnett a jogar, e isso é um vazio que ninguém irá preencher.

 Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar com o VM aqui!): Pedro Coutinho

VM
Author: VM

19 Comentários

  • Tom
    Posted Outubro 26, 2016 at 4:15 pm

    Excelente texto. Obrigado.

  • JSC101
    Posted Outubro 26, 2016 at 2:23 pm

    Chicago – “novamente” em relação a que ano? O ano passado não foram aos playoffs.
    Os Knicks têm um banco miserável, impossível ganharem jogos

  • pedro matosas
    Posted Outubro 26, 2016 at 1:51 pm

    Por acaso és familiar do João Coutinho, parceiro do Carlos Barroca nas transmissões da NBA durante muitos anos?

    Excelente texto

    • Pedro Coutinho
      Posted Outubro 26, 2016 at 2:45 pm

      Não sou, não senhor. Que eu saiba, pelo menos. Conheço de ouvir falar e de um ou outro vídeo vintage onde se ouve a voz dele ;)

  • josediogo
    Posted Outubro 26, 2016 at 1:21 pm

    Bravo, grande texto.

    NBA, quiçá o desporto/liga mais competitiva, espectacular e atractiva do mundo.

    Como é referido no Post, e bem, uma equipa que é campeã pode no ano seguinte ser das piores equipas da liga. Os meus Miami Heat que o digam. 4 anos fantásticos e dificilmente iremos aos playoff esta época, apesar de juventude existente elevar as expectativas. Porém, apesar disto ser “chato” “aborrecido” ver a nossa equipa numa miragem daquilo que foi, é esta competitividade privilegiando o espectáculo que me faz adorar a NBA.
    Vejo, quando posso, outros jogos que não os meus Heat, e continuarei a acompanhar quando terminar a fase regular. Independentemente os “problemas” e egocentrismo do USA, o que é facto é que os seus desportos são o verdadeiro exemplo daquilo que as pessoas querem. Espectáculo, vibrar, algo que faça realmente valer apena pagar (um balúrdio, diga-se), para ir ao estádio (ou pavilhão).
    Os princípios e ideias da NBA baseiam-se na competitividade, e é isso que os faz ter fãs por todo o mundo. Aqui (na Europa), o futebol que nós tanto veneramos (também sou fã, como é óbvio) em nada se quer ligar a estes princípios, independentemente de isso trazer o espectáculo, ou não. Acompanhar o campeonato francês, por exemplo, é a perfeita antitese da NBA, PSG a dominar, sem concorrência, sem espectáculo, quem é que se interessa regularmente por algo assim?
    Queira-mos, ou não, deviamos aprender (e muito) com os modelos dos desportos americanos, começando logo pelos autênticos duelos e batalhas no desporto escolar (sim, escolar).

    Continuação de noites fantásticas!

    José Diogo Soares.

  • RodolfoTrindade
    Posted Outubro 26, 2016 at 10:21 am

    Brutal!!!

  • Rui Sousa
    Posted Outubro 26, 2016 at 10:04 am

    Excelente texto Pedro! Estava a ler e à medida que ia andando para baixo dava por mim a pensar: “boa, ainda não acabou”! Muito bem escrito.

    Garnett, Duncan e Kobe, três GRANDES jogadores, cada um à sua maneira.

    A minha equipa é e será sempre Chicago, pois quando era mais “miúdo” cresci a ver o melhor de sempre. Já para não dizer que numa altura em que os media eram MUITO menos difundidos do que hoje em dia, as informações que me chegavam eram de 90% de 3 ou 4 equipas e 10% das outras todas, daí muita gente dessa altura torcer por Chicago, Boston, Detroit ou LA.

    Se a Este sou um “touro” a Oeste sou um “lobo” e grande apreciador de uma equipa que curiosamente foi criada na mesma altura em que comecei a acompanhar (pouco na altura) a NBA e que foi precisamente o palácio de Garnett durante grande parte da sua carreira, os Timberwolves.

    Mais uma vez, belo texto!

    P.S. –> Bela forma de começar a época. Os dois maiores potenciais MVP’s – Leonard e Lillard – (podemos juntar o Westbrook à equação talvez) a fazerem exibições de gala e a levarem Blazers e Spurs às vitórias. Grande “upset” para os GSW que começam a época com a sua super equipa de forma desastrada (especialmente na defesa), embora o adversário fosse o mais complicado que poderiam apanhar.

    Já em Cleveland, Lebron a abrir a época com um triplo-duplo (a começar como acabou) secundado por ótimas performances de Irving (que já não surpreende) e Love.

    Cumps

  • Avelino Rocha
    Posted Outubro 26, 2016 at 9:55 am

    A primeira época da NBA que vou acompanhar sem o Kobe , o melhor qué já vi jogar ( não vi o Jordan) , a sua mentalidade e força para superar obstáculos e lesões era uma coisa de outro mundo !
    E uma coisa que vou sentir falta nestes jogadores é que quando levam uma cotovelada não se atiram para o chão enquanto que as gerações a seguir não precisam sequer de serem atingidos para parecer um espectáculo de Hollywood logo no chão a pedir falta , isto faz-me lembar o futebol

    • andre
      Posted Outubro 26, 2016 at 4:37 pm

      Esta geraçao de jogadores nao se comparam à antiga geraçao… Kobe, duncan, garnett, nash, iveson e muitos mais eram outra coisa

  • vfcquiterio
    Posted Outubro 26, 2016 at 9:30 am

    Grande texto! 3 grandes jogadores que se retiraram! Duncan era de facto um senhor, um jogador que todos ou quase todos gostavam! Lembro-me quando apareceu e formou aquela dupla fantástica com o David Robinson! Tempos onde ainda se via a NBA na RTP! :)

  • Kafka
    Posted Outubro 26, 2016 at 9:07 am

    Excelente texto Pedro, dos melhores que já li por aqui, obrigado

  • Artur matias
    Posted Outubro 26, 2016 at 2:18 am

    Jason kidd o meu favorito. E faltou referir o scottie pippen.

  • JoseRibeiro
    Posted Outubro 26, 2016 at 1:53 am

    Fantástico este texto !!!

    Três enormes lendas, cada uma diferente mas com a certeza que são dos maiores representantes de uma era que só conta com Dirk e Pierce ainda na NBA. Uma pena realmente.

    Para mim o mais difícil é mesmo aceitar a saída de Kobe. É ele a razão de eu ser fanático por basquetebol e NBA e de ser fã dos Lakers e é único verdadeiro ídolo que tenho no desporto. Obrigou-me várias vezes a ir para a escola sem dormir mas valia sempre a pena.

    Mas é realmente o fim de uma Era na NBA, o fim de um espírito guerreiro e individualista que é extremamente raro nestes dias (e uma das razões porque adoro o Lillard e Westbrook) e que vai deixar imensas saudades a quem teve o prazer de ver estas lendas nos últimos 20 anos.

  • João Sampaio
    Posted Outubro 26, 2016 at 1:45 am

    Só comecei a acompanhar a NBA o ano passado (fui bem tarde, reconheço) e mesmo assim o texto moveu-me. Brilhante, Pedro Coutinho, muito obrigado por o partilhares.

  • Lakers since 1984 finals
    Posted Outubro 26, 2016 at 1:30 am

    Parabéns pelo texto! Fantastico!

  • Footfan
    Posted Outubro 26, 2016 at 12:39 am

    Porra, dos melhores textos que já li por aqui, parabéns !
    Eu que comecei a acompanhar NBA apenas na época passada desconhecia o Garnett, obrigado por me dares a conhecer mais um pouco sobre esta excitante liga !

  • George Orwell
    Posted Outubro 26, 2016 at 12:28 am

    Tantas lendas referidas no texto e tantas outras por mencionar mas….Garnett será sempre o meu favorito. Por tudo o representou enquanto jogador e profissional, mesmo sendo um “trash talk” de primeira. Um verdadeiro monstro e um dos melhores de sempre na sua posição e na história do jogo.

  • Catrapower
    Posted Outubro 26, 2016 at 12:21 am

    Fantástico post do Pedro Coutinho!

    Eu também acompanho a NBA á mesma “distância” que o Pedro, leio as noticias, vejo alguns highlights e acompanho sempre que posso parte dos playoff’s e as Finals.

    Também recusei escolher uma equipa e prefiro acompanhar o jogador que considero melhor e acima de tudo mais completo ( Lebron James ) e as pessoas chamam-me de “Bandwagoner”

    Vai ser uma época emocionante.

    • andre
      Posted Outubro 26, 2016 at 4:44 pm

      Apoiar unicamente um jogador nao tem nada de errado e “bandwagoner” sao aqueles que se dizem adeptos de uma certa equipa ha bastante tempo e quando o seu jogador favorito muda de equipa eles tambem mudam… Ou aquele que mudam de equipa todos os anos consoante mas dizem sempre que ja sao fas ha muito tempo dessa respectiva equipa

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